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Questões de Concursos UNICENTRO

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121Q949344 | Arquivologia, Pontuação, Português, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
Texto para a questão:
Não há vagas
Ferreira Gullar
O preço do feijão
não cabe no poema. O preço
do arroz
não cabe no poema.
Não cabem no poema o gás
a luz o telefone
a sonegação
do leite
da carne
do açúcar
do pão

O funcionário público
não cabe no poema
com seu salário de fome
sua vida fechada
em arquivos.
Como não cabe no poema
o operário que esmerila seu dia de aço
e carvão
nas oficinas escuras

- porque o poema, senhores,
está fechado:
"não há vagas

Só cabe no poema
o homem sem estômago
a mulher de nuvens
a fruta sem preço

O poema, senhores,
não fede
nem cheira

Gullar, Ferreira in 'Antologia Poética'. Disponível em Acesso em 08 de ago. 2018.
Valendo-se de um tom de contestação, o poema “Não há Vagas” critica, fundamentalmente,
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122Q949373 | Biologia, Briófitas e Pteridófitas, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Na série de TV Game of Thrones, o ator Peter Dinklage, que faz o personagem Tyrion Lannister, apresenta um tipo de nanismo denominado acondroplasia, uma anormalidade genética causada por um gene autossômico e dominante D. Indivíduos com esse tipo de nanismo possuem membros e tronco com tamanho desproporcional e outras características próprias do crescimento insuficiente dos ossos longos. A doença é letal quando o gene causador dessa anomalia ocorre em homozigose.

Ao cogitar a hipótese de o ator ter filhos com uma mulher acondroplásica, um estudante fez as seguintes proposições:

I. 75% de seus descendentes serão anões e 25% serão normais. II. O alelo D se comportará como um alelo letal recessivo na determinação da sobrevivência de seus descendentes. III. A probabilidade do casal acondroplásico ter uma menina normal em relação a essa condição patológica é de 1/6. IV. A proporção fenotípica esperada para seus descendentes não difere daquela esperada segundo as Leis de Mendel. V. A proporção fenotípica esperada para seus descendentes é de 2:1.


Estão corretas as afirmações

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124Q949918 | Física, Dilatações, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Após o aquecimento de uma barra metálica observou-se que sua temperatura média era de 250 °C. Esta mesma temperatura na escala Fahrenheit vale:
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125Q949450 | Sociologia, Max Weber e a Ação Social, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

A doutrina de Auguste Comte (1798-1857), que buscava leis universais para os fenômenos sociais, é denominada
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126Q949472 | Português, Dígrafos, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a única alternativa em que o acento indicativo de crase deve ser obrigatório. Atenção: os acentos foram omitidos propositadamente.
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127Q679663 | Artes Cênicas, Vestibular Arte, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Que a ação corresponda à palavra e a palavra à ação, cuidando sempre em não ultrapassar os limites da simplicidade da natureza, porque tudo o que a ela se opõe, afasta-se igualmente do próprio fim da arte dramática, cuja finalidade sempre foi e continuará sendo como que apresentar um espelho à vida; mostrar à virtude suas próprias feições, ao vício sua verdadeira imagem e a cada idade e geração sua fisionomia e características. No teatro grego, comumente é utilizado o termo "persona".
O significado da palavra persona, da qual mais tarde derivará, em português, a palavra pessoa é
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128Q950016 | Conhecimentos Gerais, Economia Nacional, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Na República Velha, a subordinação da economia brasileira aos centros hegemônicos internacionais pode ser comprovada pelo
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129Q942875 | Português, Formação das Palavras Composição, Português, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Internet é coisa do passado

Para especialista, humanos estarão cada vez mais integrados com tecnologia. Não, um futurista não é alguém que veio do futuro para nos prevenir a respeito do domínio das máquinas e o início de uma guerra sem fim. Muito pelo contrário, Tiago Mattos é multiempreendedor, educador, palestrante e formado pela Singularity University como futurista e seu trabalho é entender que tendências a tecnologia está seguindo. Para entrar no curso, o empreendedor gaúcho de 35 anos de idade foi avaliado com a capacidade de impactar um bilhão de pessoas em dez anos. De acordo com ele, a revolução da Internet já passou e, agora, o futuro aponta para uma integração cada vez maior entre homens e tecnologias. A Singularity University é uma iniciativa da NASA em parceria com o Google e tem como meta principal discutir e encontrar novos caminhos da cultura digital e pós-digital. “O pensamento humano é linear. Já o pensamento dos computadores funciona de acordo com uma lógica exponencial. A cada dezoito meses, mais ou menos, nossa capacidade duplica. Por isso, a velocidade da evolução é cada vez maior”, explica Mattos. Depois da Internet, segundo as discussões da Singularity, três novas revoluções em curso ditam as tendências do futuro próximo: genética/biotecnologia, nanotecnologia e robótica/inteligência artificial. Mattos explica que os anos de 1980 foram transformados pela computação, os 1990 pela Internet e os 2000/2010 viveram o advento dos sensores e da Internet das coisas, agora, o momento já é outro. As interações entre os objetos e os humanos devem se intensificar e se complexificar. “Este é um processo irreversível. Se já temos smartphone, SmarTVs... as coisas ficarão cada vez mais “espertas” e nós, humanos, somos apenas mais uma dessas coisas”, afirma Tiago.

As novas revoluções já começaram

Talvez, para um terráqueo das antigas, muito pode parecer roteiro de ficção científica, mas as três revoluções citadas por Mattos já estão a pleno vapor. Pesquisas para desenvolvimento de órgãos humanos com impressoras 3D, realidade aumentada para uso pedagógico em simulações de situações de risco e funções de dispositivos móveis capazes de monitorar condições médicas dos usuários ou acessar dados bancários remotamente são exemplos de como essas novas tecnologias já estão em nosso dia a dia. E, pelo visto, vem muito mais por aí.

(Adaptado de: RODRIGUES, Ennio. Internet é coisa do passado. Disponível em:<https://super.abril.com.br/tecnologia/internet-e-coisa-do-passado/>. Acesso em: 21 jul. 2015.)
Quanto ao processo de formação de palavras, assinale a alternativa correta.
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130Q942906 | Filosofia, A Metafísica de Aristóteles, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
A célebre distinção de Aristóteles entre “virtudes morais” e “virtudes intelectuais” pode ser considerada o capítulo final da longa querela que opôs os Sofistas e Sócrates em torno da ensinabilidade da virtude.
(LIMA VAZ, H. C. Escritos de Filosofia Política II. Ética e Cultura. 3.ed. São Paulo: Edições Loyola, 2000. p.16-17.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a distinção apresentada na ética aristotélica, considere as afirmativas a seguir.
I. A virtude moral é adquirida pelo hábito, na prática usual dos costumes e valores comumente partilhados. II. A virtude moral é conquistada na medida em que a ação humana imita os exemplos dados pelos deuses. III. A virtude intelectual é oriunda do exercício da razão que concede ao homem autonomia privada em seu agir. IV. A virtude intelectual é fruto do aprendizado e do processo formativo, sendo desenvolvida cognitivamente.
Assinale a alternativa correta.
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131Q949448 | Química, Principais Funções Orgânicas Funções Nitrogenadas Amina, Química, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

A sociedade moderna não consegue mais viver sem os materiais produzidos a partir dos polímeros (do grego poli, muitas, meros, partes). Um polímero é uma macromolécula natural ou preparada artificialmente, formada por unidades estruturais que se repetem, os monômeros. Polímeros são empregados na fabricação de embalagens para bebidas, brinquedos, tubos e conexões para água, entre muitos outros. Entretanto, seu descarte inapropriado tem provocado problemas ambientais. Analise as questões seguintes, relacionadas aos polímeros.
I. Polímeros de eliminação são materiais obtidos a partir da reação entre monômeros iguais ou diferentes, com a liberação de substâncias mais simples, tais como a água, cloreto de hidrogênio, entre outros, com exceção do poliuretano.
II. O cloroeteno, obtido através da adição parcial de cloreto de hidrogênio ao etino, é a unidade básica (monômero) do policloreto de vinila ou PVC.
III. A borracha natural, um elastômero, polímero de alta elasticidade e fórmula (C5H8)n, é formada a partir do metilbut-1,3- dieno (isopreno). Também pode ser extraída da seringueira, Hevea brasiliensis.
IV. Vulcanização é o nome que se dá ao processo de modificação da borracha com enxofre para acentuar determinadas propriedades como aumento de elasticidade e resistência a altas e baixas temperaturas.
V. Copolímeros são obtidos através da reação de condensação de dois ou mais monômeros iguais, na presença de um catalisador, formando um polímero de estrutura ramificada.
É correto o que se afirma em
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132Q949467 | Arquivologia, Morfologia, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a alternativa que estiver em desacordo com as relações morfossintáticas presentes neste fragmento: “Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…”
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133Q949515 | Física, Ondas e Propriedades Ondulatórias, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

Considere a afirmação: “Carga elétrica é fonte de campo elétrico” Tal afirmação fundamenta a lei de:
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134Q679490 | Biologia, Classificação biológica, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A macaxeira (Manihot utilíssima), também conhecida como aipim, aipi, castelinha, uapi, mandioca-doce, mandioca mansa, maniva, maniveira e pão-de-pobre, é uma espécie de mandioca que pode ser utilizada para alimento, tanto na forma cozida quanto na forma frita, sem o necessário preparo para a retirada de ácido cianídrico, existente em grande quantidade na espécie Manihot esculenta, a qual é conhecida como “mandioca” ou “mandioca-brava”.



A espécie Manihot esculenta

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135Q679503 | História, Processo de Independência e Movimentos Nativistas, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

No contexto das revoltas e levantes ocorridos no período colonial, pode-se destacar como modelos libertários pró-independência do Brasil:
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136Q942957 | Matemática, Arcos, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO

Sendo α um arco do 2o quadrante, tal que senα = 1/3, então o valor da expressão 3sen 2α + 4tgα/3cos 2α é igual a
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137Q949898 | Matemática, Função Exponencial, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

O gráfico de uma função do 2º grau corresponde a uma curva muito especial em matemática chamada de Parábola. Resolva a função f(x) = x2 – 4x + 4 e assinale a única alternativa correta.
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138Q949938 | Inglês, Verbos Verbs, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Can talking on a mobile phone be hazardous to your health? It is difficult to know for sure. Some research suggests that heavy users of mobile phones are at a greater risk of developing cancerous brain tumours. However, many other studies suggest there are no links between cancer and mobile phone use.

The main problem with the current research is that mobile phones have only been popular since the 1990s. As a result, it is impossible to study long-term exposure to mobile phones. This concerns many health professionals who point out that certain cancers can take over twenty years to develop. Another concern about these studies is that many have been funded by the mobile phone industry or those who benefit from it.

Over five billion people now use mobile phones on a daily basis, and many talk for more than an hour a day. Mobile phone antennas are similar to microwave ovens. While both rely on electromagnetic radiation (EMR), the radio waves in mobile phones are lower in frequency. Microwave ovens have radio wave frequencies that are high enough to cook food, and they are also known to be dangerous to human tissues like those in the brain. The concern is that the lowerfrequency radio waves that mobile phones rely on may also be dangerous. It seems logical that holding a heat source near your brain for a long period of time is a potential health hazard.

Some researchers believe that other types of wireless technology may also be dangerous to human health, including cordless phones, wireless gaming consoles, and laptop or tablet computers with wireless connections. They suggest replacing all cordless and wireless devices with wired ones where possible. They also say that many cordless phones can emit dangerous levels of Electromagnetic Radiation even when they are not in use. They even suggest keeping electronic devices such as desktop and tablet computers out of the bedroom, or at least six feet from the head while we're sleeping.

A growing number of health professionals worldwide are recommending that mobile phone users err on the side of caution until more definitive studies can be conducted. They use the example of tobacco to illustrate the potential risks. Many years ago, people smoked freely and were not concerned about the effects of cigarettes on their health. Today, people know that cigarettes cause lung cancer, though it is still unknown exactly how or why. Some doctors fear that the same thing will happen with mobile phones. In May 2016, the UK's Independent newspaper reported on research by the US government's National Toxicology Program that showed a slight increase in brain tumours among rats exposed to the type of radio frequencies commonly emitted by mobile phones. This doesn't prove that mobile phones can cause brain tumours in humans, but it does show that it's possible. As a result, many experts now recommend texting or using head sets or speaker phones instead of holding a mobile phone to the ear.

(Source: https://www.englishclub.com/reading/health/cell-phone.htm)

In the first paragraph, the word however tells the reader that the following sentence will:
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139Q950019 | Matemática, Juros Simples, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

If you listen to them all day long, you will prevent them(l. 18-19)

Without changing the meaning, the words in bold may be substituted by

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140Q950028 | Biologia, A origem da vida na Terra, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Nas últimas décadas, o modelo tradicional de família sofreu profundas alterações. Crianças acostumaram-se a ter duas casas por causa do divórcio dos pais. Mães e pais solteiros começaram a tornar-se comuns. Mulheres entraram no mercado de trabalho e passaram a sustentar suas casas. Casais homossexuais saíram do armário e adotaram filhos... Nos próximos 20 anos, segundo vários pesquisadores, a tendência é que esses novos modelos familiares se consolidem. Todos eles.


Tendo por base as informações apresentadas e as análises sociológicas contemporâneas sobre a instituição Família, é correto afirmar:
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