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Questões de Concursos UNICENTRO

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221Q949526 | Geografia, Energia, Geografia, UNICENTRO, UNICENTRO

A camada de pré-sal é uma faixa que se estende pelo litoral brasileiro abaixo do leito do mar, engloba as bacias sedimentares do Espirito Santo, Campos e Santos. O nome pré-sal se dá pelo fato do recurso mineral encontrado nesta área estar abaixo de uma camada de sal que supera os 7 mil metros. Assinale a alternativa que indica qual recurso mineral foi encontrado na camada pré-sal.
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222Q679457 | Química, Teoria Atômica átomos e sua estrutura, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Considere três átomos X, Y e Z. Sabe-se que X e Y são isótopos e que os números de prótons dos átomos envolvidos, quando somados, correspondem a 67, da mesma forma que X e Z são isótonos, e que a soma dos nêutrons dessas três espécies é igual a 94.



O valor do número de massa do átomo Z é igual a

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223Q679488 | Sociologia, Karl Marx e as Classes Sociais, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Karl Max criticava o capitalismo, pois para ele essa corrente defendia apenas o interesse pelo dinheiro e pela busca de bens materiais como principio motivador da vida do homem. No seu conceito social, esse interesse não deve ser dominante de uma sociedade. Em um dos conceitos sociológicos defendidos por Marx, a matéria em movimento é o elemento constitutivo fundamental do universo, diferentemente do idealismo dialético de Hegel.


Esse conceito marxista denomina-se

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224Q942927 | Geografia, Pecuária, Geografia, UNICENTRO, UNICENTRO

Na pecuária, o método conhecido como manejo diferenciado inclui medidas simples, como a retirada do gado do pasto por um período até que o capim cresça e permita seu retorno. Além de conter o avanço dos animais para novas áreas, a prática fornece a engorda do gado. Ainda, o rebanho é criado obedecendo a métodos modernos que permitem a seleção para corte, reprodução ou leite, utilizando pasto plantado e rações suplementares.
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, esse tipo de pecuária.
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225Q949337 | Português, Significação Contextual de Palavras, Português, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
Élida Ramirez
Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
Nas frases “É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação” e “ao estar em tudo não estando em nada”, as figuras de linguagem presentes, respectivamente, são:
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226Q942961 | Química, Teoria Atômica Modelo atômico de Dalton, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO

O modelo de Niels Böhr foi eficiente ao estabelecer a ideia da existência de níveis de energia no átomo. Entretanto, o estudo mais detalhado dos espectros levou os cientistas a perceberem que cada raia estudada por Böhr era formada por um conjunto de raias finas. Como Böhr havia associado cada raia a um nível de energia, os cientistas concluíram que um dado nível de energia era constituído por
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227Q687752 | História, República Oligárquica, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

A partir da emancipação política do Paraná, em 1853, vários governantes adotaram políticas que visaram atrair imigrantes europeus para o seu território. Sobre esse processo de colonização, é correto afirmar
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228Q949391 | Filosofia, Filosofia e Conhecimento, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Para Jean Paul Sartre, filósofo existencialista contemporâneo, a liberdade não é uma escolha, pois o ser humano está “condenado a ser livre”. Assinale a alternativa mais adequada para fundamentar a concepção sartreana de liberdade.
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229Q949470 | Português, Grafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
A aplicação das regras de regência, previstas pelos manuais de gramática da língua portuguesa, só não está adequada na alternativa:
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230Q679649 | Educação Física, Seleção e Organização Educação Física, Educação Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Na relação com a corporeidade, a Educação Física, atrelada às formas de produção, pode usar a criatividade como
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231Q949473 | Português, Ditongo, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a única alternativa em que ocorrem dígrafos em todas as palavras.
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232Q679659 | Biologia, Principais doenças endêmicas no Brasil, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Texto associado.
Instalados na Terra, há 300 milhões de anos, os insetos Anopheles, Culex e Aedes tiveram tempo de acumular estruturas, mecanismos fisiológicos e comportamentos que lhes garantem refinadíssimas estratégias de sobrevivência nos variados hábitats. A larva do mosquito Aedes aegypti se alimenta de toda e qualquer matéria orgânica presente na água onde vive. Ainda em seu hábitat aquático, passa dois dias transformado em pupa, de onde emerge como seres alados, entre os quais somente as fêmeas são hematófagas. Ao escolher um recipiente com água limpa ou suja para depositar os ovos do 4o ciclo de postura, elas já terão vivido 17 dias como adultas e podem encontrar, na mesma função, dezenas de filhas nascidas dos seus primeiros ovos.
No Brasil, vários anos após a instalação de uma epidemia de dengue, convive-se com uma intensificação do fumacê. A crença de alguns nos inseticidas químicos permanece inabalada.
Considerando-se aspectos ecológicos do texto, pode-se afirmar, em relação ao vetor do vírus da dengue, que
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233Q949501 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Para Rodolfo Otto la presencia de lo Otro – y podríamos añadir, la sensación de "otredad" – se manifiesta "como un misterio tremendum, un misterio que hace temblar." Al analizar el contenido de lo tremendo, el pensador alemán encuentra tres elementos. En primer término el terror sagrado, esto es, "un terror especial," que sería vano comparar con el miedo que nos produce un peligro conocido. El terror sagrado es pavor indecible, precisamente por ser experiencia de lo indecible. El segundo elemento es la majestad de la Presencia o Aparición: «tremenda majestad». Finalmente, al poder majestuoso se alía la noción de «energía de lo numinoso» y así la idea de un Dios vivo, activo, todopoderoso, es el tercer elemento. Ahora bien, las dos últimas notas son atributos de la presencia divina y más bien parecen derivarse de la experiencia que constituir su núcleo original. Por tanto, podemos excluirlas y quedarnos con la nota esencial: «misterio que hace temblar».
Octavio Paz, «El arco y la lira» (Disponível em https://www.passeidireto.com/arquivo/5560869/el-arco-y-la-lira---octavio-paz/32. Acesso em 21.08.2017)
¿Que quiere decir Paz cuando escribe “pavor indecible”?
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234Q679425 | Sociologia, Karl Marx e as Classes Sociais, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

O modo de produção pode ser entendido como a maneira que a sociedade tem se organizado no decorrer da história em torno de sua produção de bens e que são necessários para a sobrevivência do ser humano. Entretanto o lucro do burguês possibilita o seu enriquecimento e, ao proletário, o empobrecimento. Essa dinâmica está pautada no capitalismo, no qual o propósito é o lucro. As duas formas principais pelas quais é possível extrair o lucro são
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235Q949508 | Física, Eletricidade, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

Ao aproximar-se um ímã permanente de uma barra, observa-se que a barra se transforma em um ímã. Isto acontece porque:
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236Q679431 | Sociologia, Émile Durkheim e os Fatos Sociais, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

As sociedade existentes tentam ser entendidas pelo chamado fatos sociais, devendo ser levado em conta as perspectivas institucional e industrial e o fundamento da criação que as sustentam. O ser humano, muitas vezes, se comporta de forma contraria ao pensamento de coletividade, rompendo com a base cultural.
Sendo assim, o fato social pode ser entendido como
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237Q949512 | Física, Resistores e Potência Elétrica, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

Considere a definição abaixo: “É uma composição de dispositivos elétricos conectados entre si por materiais condutores e ligados a uma fonte de energia elétrica.”
Tal definição refere-se a:
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238Q949789 | Biologia, Artrópodes, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

O Brasil é o país que abriga o maior número de araras-azuis-grandes (Anodorhynchus hyacinthinus) do mundo.No entanto, o avanço crescente de atividades agropecuárias e o tráfico ilegal da ave têm representado sérias ameaças à conservação da espécie [...].As araras-azuis-grandes são aves de hábito alimentar especializado. Como suas fontes de nutrientes são frutos de algumas espécies de palmeiras nativas da região — como o catolé, a piaçava e o buriti —, o desmatamento provocado pela expansão agropecuária afeta diretamente suas chances de sobrevivência [...].A aplicação inteligente da lei que obriga propriedades rurais a preservarem 20% da vegetação nativa de seu território seria uma das medidas mais eficazes para proteger as araras da ameaça de extinção. (LOBATO. In:CIÊNCIA HOJE, s.d p. 61).



Em relação à biologia das araras, é correto afirmar que

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239Q688187 | Biologia, Estrutura e fisiologia da Membrana Plasmática, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Sabemos que a teoria celular é uma das mais importantes generalizações da história da Biologia. Ela admite que, apesar das diferenças quanto à forma e à função, todos os seres vivos têm em comum o fato de serem constituídos por células. Relativamente à teoria celular, indique a opção correta:
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240Q681295 | História, Revolução Industrial, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Se a economia do mundo do século XIX foi constituída principalmente sob a influência da Revolução Industrial britânica, sua política e sua ideologia foram constituídas fundamentalmente pela Revolução Francesa. A Grã-Bretanha forneceu o modelo para ferrovias e fábricas, o explosivo econômico que rompeu com as estruturas socioeconômicas tradicionais do mundo não europeu. No entanto, foi a França que fez suas revoluções e a elas deu suas ideias, a ponto de bandeiras tricolores terem se tornado o emblema de praticamente todas as nações emergentes, e as políticas europeias (ou mesmo mundiais), entre 1789 e 1917, foram em grande parte lutas a favor e contra os princípios de 1789, ou os ainda mais incendiários de 1793. A França forneceu o vocabulário e os temas da política liberal e radical-democrática para a maior parte do mundo. A França deu o primeiro grande exemplo, o conceito e o vocabulário do nacionalismo.

(Adaptado de: HOBSBAWM, E. J. A Revolução Francesa. Trad. de Maria Tereza Lopes Teixeira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996. p.9 (Coleção Leitura).)

Com base no texto e nos conhecimentos sobre a Revolução Industrial britânica, considere as afirmativas a seguir.


I. Desde o início do século XVIII, com a melhoria da produção agrícola, houve uma queda nas taxas de mortalidade, ao mesmo tempo que um grande contingente populacional estava sendo expulso do campo, pela apropriação das terras por grandes proprietários rurais, em um fenômeno conhecido como “cercamentos”.

II. O crescimento econômico promovido pela revolução industrial contraditoriamente não implicou no crescimento vertiginoso das cidades. Apropriando-se do conceito inglês de cidades-jardim, centros urbanos, como Londres e Manchester, conseguiram manter suas massas de trabalhadores em áreas rurais nos seus entornos.

III. Por meio da industrialização acelerada, a sociedade inglesa pôde desenvolver boas condições de vida; os trabalhadores passaram a habitar locais arejados e a receberem salários adequados, resultando dessa situação uma relação não conflituosa entre a burguesia e o operariado, o que permitiu o precoce desenvolvimento do capitalismo na Inglaterra.

IV. A revolução industrial significou a transição para novos processos de manufatura, que incluíram a migração de métodos de produção artesanais para a produção por máquinas, novos processos de produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a vapor, além da substituição da madeira e de outros biocombustíveis pelo carvão.


Assinale a alternativa correta.

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