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Questões de Concursos UNICENTRO

Resolva questões de UNICENTRO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


221Q949415 | História, Expansão Comercial a Marítima a busca de novos mundos, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Entre os princípios básicos da Reforma Luterana, encontram-se os seguintes:j
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222Q949457 | Sociologia, Cultura de massa e indústria cultural, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Sobre as mutações ocorridas no mundo do trabalho na sociedade ocidental nas últimas três décadas, é correto afirmar:
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223Q679412 | Raciocínio Lógico, Matemática, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Guarapuava tem um espaço que promove ainda mais o acesso à cultura: o Teatro Municipal. Considere que os amigos X, Y e Z foram juntos ao Teatro Municipal de Guarapuava para assistir à apresentação da Orquestra Sinfônica do Paraná e se sentaram lado a lado.
• Quem se sentou à esquerda disse: – X está sentado no meio; • Quem se sentou no meio disse: – eu sou Y; • Quem se sentou à direita disse: – Z está sentado no meio.
Como X sempre fala a verdade, Y, às vezes, fala a verdade e Z nunca fala a verdade, pode-se concluir que a ordem, da esquerda para a direita, na qual os amigos se sentaram foi
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224Q949508 | Física, Eletricidade, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

Ao aproximar-se um ímã permanente de uma barra, observa-se que a barra se transforma em um ímã. Isto acontece porque:
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225Q679430 | Sociologia, Processo de urbanização, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Assentados em favelas ou comunidades carentes populosas, muitas são obrigadas a trabalhar no mercado informal, em que estão sujeitos à exploração e têm que competir com moradores locais pelas poucas oportunidades de geração de renda disponível. No decorrer da história, a vida nas cidades já tem raízes na antiguidade, mas das cidades antigas às atuais, elas diferem muito.
A urbanização mudou o mundo de forma tão profunda e intensa em virtude de que as cidades
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226Q679454 | Matemática, Função de 2 Grau ou Função Quadrática e Inequações, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

O consumo de combustível de um automóvel de competição em um trecho da pista varia em função da velocidade de acordo com a função C(v) = v2 + 3v, em que C é medido em km/l e v é a velocidade em m/s. Sabendo-se que a velocidade varia em função do tempo, através da função v(t) = 10 + t, em que t é medido em segundos, conclui-se que a função que representa o consumo de combustível, em função do tempo, é
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227Q942905 | Filosofia, O Sujeito Moderno, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
A universalidade dos pensamentos, como a desenvolve a lógica discursiva, a dominação na esfera do conceito, eleva-se fundamentada na dominação do real. É a substituição da herança mágica, isto é, das antigas representações difusas, pela unidade conceitual que exprime a nova forma de vida, organizada com base no comando e determinada pelos homens livres.
(ADORNO, T.; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Trad. de Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985. p.28.)
Nesse texto, é destacado um importante feito registrado no passado ocidental relativo à
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228Q949337 | Português, Significação Contextual de Palavras, Português, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
Élida Ramirez
Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
Nas frases “É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação” e “ao estar em tudo não estando em nada”, as figuras de linguagem presentes, respectivamente, são:
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229Q949363 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
La sequía que acorraló a la cultura maya

Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
[1ª parte]
Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores.
en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense.


[2ª parte]
La crisis de una civilización milenaria
“Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
“La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018

De acuerdo con la primera parte del texto es correcto afirmar que

i. la época de sequías correspondió a los siglos IX y X d. C;
ii.la sequía causó el declive de la civilización maya;
iii. la investigación realizada provocó un descenso anual de las precipitaciones;
iv. los eventos climáticos dejaron huellas en la historia de los mayas.

Entre las afirmativas anunciadas, identifique la alternativa correcta.

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230Q949645 | Biologia, Evolução biológica, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Considere as teorias abaixo:
I) “Todos os seres vivos, incluindo-se a espécie humana, descendem de ancestrais comuns e teriam evoluído por seleção natural. Os organismos com características mais vantajosas no ambiente em que se encontram teriam maiores possibilidades de sobreviver e de reproduzir-se.” II) “Organismos muito simples estariam sempre se originando por geração espontânea a partir de matéria inanimada. Esses seres primitivos se tornariam, a cada geração, mais organizados e complexos, pois a matéria viva possuía uma tendência natural de se transformar rumo a uma organização e complexidade crescentes.” III) “A visão de cunho metafísico de que o universo e os seres vivos permanecem imutáveis desde sua criação predominou até o final do século XVIII, quando conceitos consagrados começaram a ser desafiados pelo desenvolvimento da ciência experimental.”
Tais teorias fundamentam:
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231Q949398 | Física, Movimento Retilíneo Uniformemente Variado, Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Um objeto real, de 35cm de altura, colocado à frente de um espelho convexo, possui imagem
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232Q943030 | Sociologia, Max Weber e a Ação Social, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
Uma conduta plural – de várias pessoas – que, pelo sentido que encerra, se apresenta como reciprocamente referida, orientando-se por essa reciprocidade.
(CASTRO, A. M.; DIAS, E. F. Introdução ao Pensamento Sociológico. Rio de Janeiro: Eldorado, 1975. p.119.)
Com base nos conhecimentos sobre a teoria sociológica de Max Weber, assinale a alternativa que nomeia, corretamente, o conceito explicitado pelo texto.
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233Q679642 | Educação Física, Educação Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

As pessoas devem conhecer o próprio corpo, seus aspectos internos, suas subjetividades e afetividades interpessoais, para que possam entendê-lo e buscar uma melhoria na qualidade de vida.
Considerando-se essa afirmação, é correto afirmar:
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234Q679387 | Geografia, Modernização Agrícola, Geografia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A indústria de alimentos cresceu e se diversificou muito nos últimos anos. São alimentos light, diet, transgênicos, orgânicos, os quais motivam pesquisas e polêmicas, porém milhões de pessoas ainda passam fome em diversas partes do mundo.
Com relação aos meios de produção e de conservação dos alimentos, pode-se afirmar:
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235Q679392 | História, Movimentos de Reforma Religiosa protestantes e católicos, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

“Assim vemos que a fé basta a um cristão. Ele não precisa de nenhuma obra para se justificar. Se ele não precisa de nenhuma obra, ele está certamente desobrigado de todos os mandamentos e de todas as leis; se está desobrigado deles, é certamente livre. Esta é a liberdade cristã, é unicamente a fé que a cria, o que não quer dizer que possamos ficar ociosos ou fazer o mal, mas que não precisamos de nenhuma obrapara nos justificar e alcançar a felicidade.” Martinho Lutero (ARRUDA;PILLETI, 2019).
O texto é referente à crise religiosa denominada Reforma. Uma das causas desse movimento foi
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236Q679649 | Educação Física, Seleção e Organização Educação Física, Educação Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Na relação com a corporeidade, a Educação Física, atrelada às formas de produção, pode usar a criatividade como
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237Q679415 | Química, Sistemas Gasosos, Química, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Texto associado.
Tabagismo passivo é a inalação da fumaça de derivados do tabaco, tais como cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo, narguilé e outros produtores de fumaça, por indivíduos não fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados, respirando as mesmas substâncias tóxicas que o fumante inala.
A fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.720 substâncias tóxicas diferentes que se constituem de duas fases fundamentais: a particulada e a gasosa. A fase gasosa é composta, entre outros, por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína. A fase particulada contém nicotina e alcatrão. A nicotina é considerada pela OMS uma droga psicoativa que causa dependência. A nicotina age no sistema nervoso central, como a cocaína, com uma diferença: chega em torno de 7 a 19 segundos ao cérebro. Por isso, o tabagismo é classificado como doença e está inserido no Código Internacional de Doenças (CID-10) no grupo de transtornos mentais e de comportamento devido ao uso de substância psicoativa. Em 2011, houve um grande avanço que tem contribuído para que não haja mais a poluição tabagística ambiental nos recintos fechados. Houve a aprovação da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro, que proíbe o fumo em local fechado em todo País. (TABAGISMO, 2019).
Comparando-se a estrutura atômica, propriedades físicas e químicas do carbono-12 e do carbono-14, pode-se afirmar:
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238Q949799 | Física, Lei da Termodinâmica, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

A teoria cinética dos gases apresenta um modelo microscópico para o gás ideal.


De acordo com essa teoria, as moléculas de um gás

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239Q942910 | Filosofia, Filosofia da Cultura, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
O conceito de modernização refere-se a um feixe de processos cumulativos que se reforçam mutuamente: a formação de capital e a mobilização de recursos, o desenvolvimento das forças produtivas e o aumento da produtividade do trabalho, o estabelecimento de poderes políticos centralizados e a formação de identidades nacionais, a expansão de direitos de participação política, de formas urbanas de vida e de formação escolar formal, a secularização de valores e normas.
(HABERMAS, J. O Discurso Filosófico da Modernidade. Trad. de Ana Maria Bernardo et al. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1998. p.14.)
Sobre o conceito de secularização na constituição da modernização, considere as afirmativas a seguir.
I. Alude-se à presença da orientação religiosa nos desígnios desconhecidos que o homem passa a trilhar. II. Infere-se a preservação dos direitos subjetivos à luz dos direitos eternos firmados pela religião. III. Refere-se ao deslocamento dos preceitos normativos religiosos para a subjetividade das pessoas. IV. Trata-se da autonomia que as esferas sociais passaram a ocupar diante dos ditames impostos pela religião.
Assinale a alternativa correta.
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240Q679487 | Sociologia, Auguste Comte e o positivismo, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A Sociologia surgiu no século XIX como uma necessidade de compreensão dos problemas sociais que estavam surgindo, entre eles destacaram-se a Revolução Industrial, as profundas alterações nas condições de vida do trabalhador braçal, os deslocamentos populacionais do campo para as cidades e a grande concentração urbana.


Auguste Comte buscou tentar entender as transformações sociais e suas consequências emergentes, utilizando-se, para isso, de um método denominado
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