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Questões de Concursos UNICENTRO

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441Q949859 | Biologia, Núcleo interfásico e código genético, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Algumas substâncias podem atravessar a membrana plasmática espontaneamente, sem que a célula gaste energia com isso. Nesse caso, fala- se em:
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442Q949365 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
Los dos reyes y los dos laberintos
Jorge Luis Borges
Cuentan los hombres dignos de fe (pero Alá sabe más) que en los primeros días hubo un rey de las islas de Babilonia que congregó a sus arquitectos y magos y les mandó a construir un laberinto tan perplejo y sutil que los varones más prudentes no se aventuraban a entrar, y los que entraban se perdían. Esa obra era un escándalo, porque la confusión y la maravilla son operaciones propias de Dios y no de los hombres. Con el andar del tiempo vino a su corte un rey de los árabes, y el rey de Babilonia (para hacer burla de la simplicidad de su huésped) lo hizo penetrar en el laberinto, donde vagó afrentado y confundido hasta la declinación de la tarde. Entonces imploró socorro divino y dio con la puerta. Sus labios no profirieron queja ninguna, pero le dijo al rey de Babilonia que él en Arabia tenía otro laberinto y que, si Dios era servido, se lo daría a conocer algún día. Luego regresó a Arabia, juntó sus capitanes y sus alcaides y estragó los reinos de Babilonia con tan venturosa fortuna que derribó sus castillos, rompió sus gentes e hizo cautivo al mismo rey. Lo amarró encima de un camello veloz y lo llevó al desierto. Cabalgaron tres días, y le dijo: “Oh, rey del tiempo y substancia y cifra del siglo!, en Babilonia me quisiste perder en un laberinto de bronce con muchas escaleras, puertas y muros; ahora el Poderoso ha tenido a bien que te muestre el mío, donde no hay escaleras que subir, ni puertas que forzar, ni fatigosas galerías que recorrer, ni muros que veden el paso.” Luego le desató las ligaduras y lo abandonó en la mitad del desierto, donde murió de hambre y de sed. La gloria sea con aquel que no muere.
Disponible en https://ciudadseva.com/texto/los-dos-reyes-y-los-dos-laberintos/. Accsesado en 13 de ago. 2018.
En relación a los argumentos presentados en la primera y en la segunda parte del texto, se puede afirmar:
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443Q949934 | Português, Regência, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Leia o texto a seguir para responder a questão

Um humano sai em busca de um mamute, persegue-o durante o dia, arma a emboscada e, depois de inúmeras tentativas, consegue matá-lo e abocanhar seu quinhão de carne.
Em seguida, exausto, volta para casa com o firme propósito de deitar e rolar no tapete com o filho, contar historinhas repetitivas e ignorar a bronca merecida do pimpolho, pois, afinal, trata-se de um pai/mãe ausente o dia todo.
Antes de dormir, ainda se verá no espelho com um olhar de feroz reprovação pela falta de tempo e de pique para a ginástica, para o sexo e para a vida social.
Bem-vindo à geração cem por cento, que acredita que pode e deve dar conta de tudo e de fazer escolhas que não impliquem perdas.
Uma aluna comentou esse fenômeno sabiamente: "Escolha sua perda!". Sim, é disso que se trata. Uma ínfima parcela da população pode se dar ao luxo de não ter que caçar seu mamute diariamente. Além disso, temos outras aspirações, que nos fazem mais do que caçadores, que nos fazem humanos.
Ainda assim, somos assombrados pela ideia de que nossos filhos serão traumatizados pela nossa ausência. Aqui funciona a lógica de que pai e mãe são oxigênio, de que qualquer outro adulto cuidando deles será fatal. [...]
Nossos filhos viverão em média 4 a 5 décadas mais do que nós -ou seja, os deixaremos órfãos, na melhor das hipóteses. Ausência fundamental que marca o sentido da parentalidade, pois acarreta criar sujeitos rumo à autonomia.
[...]
Há, ainda, outras ausências, menos radicais do que a morte, com as quais devemos aprender a lidar. Ausentamonos trabalhando, amando outras pessoas, amando outras coisas e amando a nós mesmos. [...] Ninguém merece ser tudo para um pai ou uma mãe. Por outro lado, nenhum adulto merece criar uma criança sem ajuda, sem respiro, tendo que gostar de brincar por obrigação. [...]
A tarefa parental é imensa e vitalícia. Será exercida por quem assumir essa responsabilidade radical, não cabendo aqui fazer diferença entre homens e mulheres, pais e mães. Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos.
Então, façamos a lição de casa. O que realmente é possível para cada família específica, para além de um mundo fantasioso no qual os pais se dedicariam integralmente aos filhos como se isso fosse bom para as crianças? Perguntemo-nos também o que é desejável para nós, pois a presença ressentida não passa desapercebida aos pequenos.
Ao deixá-los com outros, sejam familiares ou profissionais, cabe assumir essa escolha, não valendo controlar à distância avós, babás e professores, o que é enlouquecedor. Enfim, escolha sua perda e aprenda a se ausentar.
(Folha de São Paulo, VERA IACONELLI, 10 set. 2017, com adaptações).
A partir do trecho: “Quem tomar para si essa missão só poderá cumpri-la a partir de suas escolhas e consequentes perdas, sem fazer da parentalidade um poço de ressentimento e culpas, cuja conta quem paga são os filhos”, é correto considerar que o pronome em destaque refere-se a:
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444Q949942 | Matemática, Geometria Espacial, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Analise as sentenças abaixo e assinale a única correta.
I- Os poliedros são formas espaciais sólidas delimitadas por superfícies planas poligonais. Uma superfície poligonal corresponde a um polígono reunido com a parte do plano em seu interior. II- Os poliedros possuem algumas características e uma delas é que eles são limitados por superfícies planas poligonais chamadas de faces do poliedro. III- As superfícies poligonais que delimitam o poliedro interceptam-se em lados dos polígonos. Esses segmentos são chamados de arestas do Poliedro. IV-O cubo é um poliedro cujas arestas constam com diferentes tamanhos em um único cubo.
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445Q949464 | Português, Interpretação de Textos, Língua Portuguesa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
O animal satisfeito dorme,
Mário Sérgio Cortella

O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento.
Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando…
Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente.
Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”…

Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/>
Assinale a única alternativa incorreta em relação à leitura e à interpretação do texto 01.
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446Q949362 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
La sequía que acorraló a la cultura maya

Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
[1ª parte]
Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores.
en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense.


[2ª parte]
La crisis de una civilización milenaria
“Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
“La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018
La autora del texto
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447Q949625 | Química, Transformações Químicas elementos químicos, Química, UNICENTRO, UNICENTRO

A equação a seguir (não balanceada) representa a obtenção de ferro pela reação de hematita com carvão:
Fe2O3 + C →Fe + CO
(Dados: Massa molar do Fe2O3 = 160 g/mol; Massa molar do Fe = 56 g/mol) Quantos quilogramas de hematita são necessários para produzir 560 kg de Fe?
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448Q949891 | Inglês, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
In a nationwide referendum, the Turkish population has voted for a change in the country’s constitution. It will give the president more power and reduce the influence of parliament. 51.3% of the voters said “Yes” to a change , while the “No” side received 48.7%. For months, the population has been divided on the issue. The new constitution is the biggest change in the structure of Turkey since it was founded in the early 20th century.
The referendum was a victory for Turkish President Recip Erdogan, who, together with his ruling AKP Party , called the country’s people to expand presidential powers. Erdogan became Turkey’s president in 2014 after being Prime Minster for over a decade. In the last few years he gained more and more power, especially after the attempted coup last summer. With the new constitution in place Erdogan could stay president until 2029.
Recip Erdogan insists that the new constitution will make Turkey more modern and easier to govern. Opponents of Erdogan claim that the change will make the president too powerful and will turn the country into a dictatorship ruled by one person. They say that, in future, the president cannot be controlled or supervised by parliament or the courts. In Turkey’s new constitution the president will have wide-ranging powers. He will not only be able to appoint his own minsters and choose the vice president, but also have the power to dissolve parliament and declare a state of emergency. He will also be able to appoint judges to the highest court, similar to the American President.
The European Union has been highly critical of the referendum and stated that a change towards more presidential power will not help Turkey become a member of the EU. It is afraid that, once Erdogan has more power, the country will disregard human rights and introduce the death penalty.
(Source: http://www.english-online.at/news-articles/world/europe/turkey-votes-for-new-constitution.htm)

According to the text, answer true (T) or false (F):

( ) The referendum was held only in some parts of Turkey

( ) The referendum has reduced Recip Erdogan’s presidential powers.

( ) With the new constitution, the Turkish president will not be able to appoint his own ministers.

( ) The European Union that the referendum is not going to help Turkey become a member of the

The correct sequence, from top to bottom is:

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449Q949896 | Matemática, Trigonometria, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Faça a análise das sentenças abaixo e assinale a única alternativa correta:
I) Um conjunto A igual ao conjunto dos divisores naturais de 6 é A = {1, 2, 3, 6}. II) Um conjunto B igual ao conjunto dos multiplicadores anterior de 5 é B = { ..., -15, -10, -5, 0, 5, 10, 15, ...} III) Os números racionais que existem entre 1 e 2 é finito.
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450Q949897 | Matemática, Função de 2 Grau ou Função Quadrática e Inequações, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Analise cada sentença e assinale a alternativa que conste as respostas corretas.
I) Dados os conjuntos A = {0, 1, 2, 3}, B = {1, 2, 3} e C = {2, 3, 4, 5}. Determinando (A ∩ B) – C temos como resultado {1,3}. II) O gráfico cartesiano é utilizado para mostrar a variação de uma grandeza em função de outra. III) Dois arcos são côngruos quando têm a mesma extremidade e diferem entre si apenas pelo número de voltas inteiras. IV) Em todo triangulo retângulo, a soma dos quadrados das medidas dos catetos é igual ao quadrado da medida da hipotenusa.
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451Q949649 | Biologia, Mitose, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Em relação aos biomas brasileiros, é correto afirmar que:
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452Q949428 | Matemática, Problemas, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Decretado em 13 de dezembro de 1968 e considerado como a expressão mais acabada do estado de exceção instaurado pelo Golpe de 1964, este instrumento inconstitucional autorizava ao presidente da República suspender os direitos políticos e a garantia de habeas-corpus dos cidadãos, bem como decretar recesso do Congresso Nacional, confiscar bens e intervir em estados e municípios, tudo sem a apreciação judicial. Tal instrumento ficou conhecido como
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453Q949432 | Matemática, Poliedros, Matemática, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Um cilindro regular de madeira, com 20cm de altura e 20cm de diâmetro, deverá ser transformado em um cone com 20cm de altura e 2cm a menos no diâmetro. Qual o volume de madeira que um marceneiro tem que desgastar?
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454Q949455 | Sociologia, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

O desemprego provocado pelo surgimento de novos processos produtivos e tecnologias é denominado
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455Q949460 | Sociologia, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Em 2002, José Murilo de Carvalho escrevia sobre o Brasil: “Como a experiência de governo democrático tem sido curta e os problemas sociais têm persistido e mesmo se agravado, cresce também a impaciência popular com o funcionamento geralmente mais lento do mecanismo democrático de decisão. Daí a busca de soluções rápidas por meio de lideranças carismáticas e messiânicas.” CARVALHO, José Murilo. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p.222. São exemplos de liderança carismáticas e messiânicas os ex-presidentes:
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456Q679407 | Matemática, Matemática, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A soma e o produto das raízes do polinômio expresso por p(x) = (x3 + 2x2 – 3x – 2)4 , considerando-se suas multiplicidades, são, respectivamente,
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457Q679409 | Matemática, Álgebra, Matemática, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Conside a reta r e a circunferência C de equações 7x − 5y + 9 = 0 e x2 + y2 + 6x − 4y − 45 = 0.

Com base nessas informações, pode-se afirmar que uma equação da reta que passa pelo centro de C e é perpendicular à reta r é

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458Q679675 | Literatura, Literatura, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Fragmento I Esse Aires que aí aparece conserva ainda agora algumas das virtudes daquele tempo, e quase nenhum vício. Não atribuas tal estado a qualquer propósito. Nem creias que vais nisto um pouco de homenagem à modéstia da pessoa. Não, senhor, é verdade pura e natural efeito. Apesar dos quarenta anos, ou quarenta e dois, e talvez por isso mesmo, era um belo tipo de homem. Diplomata de carreira, chegara dias antes do Pacífico, com uma licença de seis meses. ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó, São Paulo, FTD, 2011. p. 46.
Fragmento II Também não creias que fosse outrora rico e adúltero, aberto de mãos, quando vinha de dizer adeus às suas amigas. Ni cet excès d´honneur, nit cette indignité. Era um pobre diabo sem mais ofício que a devoção. ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó, São Paulo, FTD, 2011. p. 21.

Observando os fragmentos (I e II) destacados do romance Esaú e Jacó e considerando a totalidade da obra, pode-se afirmar:
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459Q942883 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Lee el texto a continuación y contesta a la pregunta.

El curioso origen de la famosa expresión ‘alter ego’

Como muchos de vosotros sabréis, ‘alter ego’ significa ‘el otro yo’ y se utiliza en algunas ocasiones para referirse a la doble personalidad de alguien; por ejemplo cuando éste se muestra/comporta de un modo en un sitio y de manera muy diferente en otro, como si tuviera dos identidades (un claro ejemplo sería la dualidad del personaje ‘Dr. Jekyll y Mr. Hyde’ de la famosa novela de Robert Louis Stevenson). Pero originalmente la expresión ‘alter ego’ nada tenía que ver con esta dualidad de la personalidad que hoy en día se le da sino que procede de una sentencia atribuida al famoso filósofo y matemático griego Pitágoras, quien en el siglo V a.C. fue preguntado por uno de sus muchos discípulos de la Escuela Pitagórica (hoy en día muy probablemente estaría considerada como una secta) sobre ‘qué es un amigo’. Pitágoras, haciendo una referencia a aquel que se mira en su propio reflejo en el agua contestó: ‘Un amigo es otro yo’. Pero hasta nosotros no nos llegó este aforismo en su forma original en griego. Fue a partir del siglo I d.C. a través del famoso filósofo y político del Imperio Romano Lucio Anneo Séneca (gran estudioso de la obra pitagórica), quien la dio a conocer en su forma en latín: ‘Amicus est alter ego’ (Un amigo es otro yo). Con el transcurrir de los siglos la parte de la expresión que ha prevalecido y que todos conocemos ha sido la final ‘alter ego’, siendo utilizada la locución tal y como explico al inicio del post y para referirse también a aquellas personas que son de nuestra total confianza o con la que te sientes completamente identificada: Fulanito es mi alter ego.

(Adaptado de: LÓPEZ, A. Disponible en: <http://blogs.20minutos.es/yaestaellistoquetodolosabe/el-curioso-origen-de-la-famosa-expresion-alter-ego/comment-page-1/#comment-10723>. Accedido el: 7 ago. 2015.)
De acuerdo con en el texto, considera las afirmativas a continuación.
I. El amigo que Pitágoras vio reflejado en el agua era su ‘alter ego’. II. El filósofo y matemático Pitágoras era el ‘alter ego’ del filósofo Séneca. III. Stevenson escribió una obra que ejemplifica el aforismo ‘alter ego’. IV. El significado actual de ‘alter ego’ difere del original.
Señala la alternativa correcta.
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460Q681291 | História, Fundamentos da História Tempo, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Segundo o historiador francês Michel de Certeau,
Não existem considerações, por mais gerais que sejam, nem leituras, por mais longe que as estendamos, capazes de apagar a particularidade do lugar de onde eu falo e do domínio por onde conduzo uma investigação. Toda pesquisa historiográfica é articulada a partir de um lugar de produção socioeconômico, político e cultural. É por acaso que se passa da “história social” à “história econômica” durante o período situado entre as duas guerras mundiais, por volta da crise econômica de 1929, ou que no momento atual a história cultural prevalece, quando se impõe, por todas as partes, com o lazer e os mass media, a importância social, econômica e política da “cultura”?
(Adaptado de: CERTEAU, M. A operação histórica. In. LE GOFF, J.; NORA, P. História: novos problemas. Trad. de Theo Santiago. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. p.17-18 e p.25.)
Sobre o conteúdo do texto, assinale a alternativa correta.
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