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Questões de Concursos UNICENTRO

Resolva questões de UNICENTRO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


501Q949909 | Biologia, Protistas e algas, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

As bactérias e os fungos têm uma função ecológica de fundamental importância para a manutenção da vida em nosso planeta. Destacam-se nesse caso as bactérias e fungos:
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502Q949427 | História, República Autoritária 1964 1984, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

O ideal desenvolvimentista do governo Juscelino Kubitschek foi definido em um programa de trinta objetivos a serem alcançados em diversos setores da economia. Tal plano era denominado:
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503Q949428 | Matemática, Problemas, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Decretado em 13 de dezembro de 1968 e considerado como a expressão mais acabada do estado de exceção instaurado pelo Golpe de 1964, este instrumento inconstitucional autorizava ao presidente da República suspender os direitos políticos e a garantia de habeas-corpus dos cidadãos, bem como decretar recesso do Congresso Nacional, confiscar bens e intervir em estados e municípios, tudo sem a apreciação judicial. Tal instrumento ficou conhecido como
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504Q679413 | Química, Soluções características, Química, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Texto associado.
Tabagismo passivo é a inalação da fumaça de derivados do tabaco, tais como cigarro, charuto, cigarrilhas, cachimbo, narguilé e outros produtores de fumaça, por indivíduos não fumantes, que convivem com fumantes em ambientes fechados, respirando as mesmas substâncias tóxicas que o fumante inala.
A fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.720 substâncias tóxicas diferentes que se constituem de duas fases fundamentais: a particulada e a gasosa. A fase gasosa é composta, entre outros, por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína. A fase particulada contém nicotina e alcatrão. A nicotina é considerada pela OMS uma droga psicoativa que causa dependência. A nicotina age no sistema nervoso central, como a cocaína, com uma diferença: chega em torno de 7 a 19 segundos ao cérebro. Por isso, o tabagismo é classificado como doença e está inserido no Código Internacional de Doenças (CID-10) no grupo de transtornos mentais e de comportamento devido ao uso de substância psicoativa. Em 2011, houve um grande avanço que tem contribuído para que não haja mais a poluição tabagística ambiental nos recintos fechados. Houve a aprovação da Lei nº 12.546, de 14 de dezembro, que proíbe o fumo em local fechado em todo País. (TABAGISMO, 2019).
A fumaça é um tipo de solução coloidal caracterizada pela presença de
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505Q679675 | Literatura, Literatura, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Fragmento I Esse Aires que aí aparece conserva ainda agora algumas das virtudes daquele tempo, e quase nenhum vício. Não atribuas tal estado a qualquer propósito. Nem creias que vais nisto um pouco de homenagem à modéstia da pessoa. Não, senhor, é verdade pura e natural efeito. Apesar dos quarenta anos, ou quarenta e dois, e talvez por isso mesmo, era um belo tipo de homem. Diplomata de carreira, chegara dias antes do Pacífico, com uma licença de seis meses. ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó, São Paulo, FTD, 2011. p. 46.
Fragmento II Também não creias que fosse outrora rico e adúltero, aberto de mãos, quando vinha de dizer adeus às suas amigas. Ni cet excès d´honneur, nit cette indignité. Era um pobre diabo sem mais ofício que a devoção. ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó, São Paulo, FTD, 2011. p. 21.

Observando os fragmentos (I e II) destacados do romance Esaú e Jacó e considerando a totalidade da obra, pode-se afirmar:
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506Q679420 | Química, Representação das transformações químicas, Química, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

MnO-4(aq) + SO2-3 (aq) + H+ (aq)→ Mn2+(aq) + SO2-4 (aq) +H2 O(l)
Após o balanceamento da equação iônica, com os menores coeficientes estequiométricos inteiros, é correto afirmar:
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507Q949536 | Conhecimentos Gerais, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Sobre o processo de imigração no Brasil a partir do século XIX, considere as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA:
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508Q681291 | História, Fundamentos da História Tempo, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Segundo o historiador francês Michel de Certeau,
Não existem considerações, por mais gerais que sejam, nem leituras, por mais longe que as estendamos, capazes de apagar a particularidade do lugar de onde eu falo e do domínio por onde conduzo uma investigação. Toda pesquisa historiográfica é articulada a partir de um lugar de produção socioeconômico, político e cultural. É por acaso que se passa da “história social” à “história econômica” durante o período situado entre as duas guerras mundiais, por volta da crise econômica de 1929, ou que no momento atual a história cultural prevalece, quando se impõe, por todas as partes, com o lazer e os mass media, a importância social, econômica e política da “cultura”?
(Adaptado de: CERTEAU, M. A operação histórica. In. LE GOFF, J.; NORA, P. História: novos problemas. Trad. de Theo Santiago. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976. p.17-18 e p.25.)
Sobre o conteúdo do texto, assinale a alternativa correta.
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509Q949340 | Português, Uso da Vírgula, Português, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
Élida Ramirez
Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
Assinale a alternativa em que a acentuação gráfica das palavras está corretamente justificada.
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510Q949346 | Literatura, Escolas Literárias, Português, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Na interação verbal entre Susanita e Mafalda, o humor é desencadeado pelo neologismo INVEJÓLOGO, criado para designar a futura especialidade médica do “filho da D. Susanita”. O processo de formação dessa palavra indica
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511Q949864 | Educação Física, Primeira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Em relação à ascensão da cultura corporal de movimento, de acordo com Betti e Zuliani (2002), como um dos fenômenos mais importantes dos meios de comunicação de massa e na economia, é CORRETO afirmar que:
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512Q949356 | Inglês, Inglês, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
The President is Missing
By Bill Clinton and James Patterson

When Tom Wolfe noted that “the problem with fiction” is that “it has to be plausible,” he may have had efforts like this one in mind. Bill Clinton and James Patterson’s ambitious and wildly readable new novel, “The President Is Missing,” arches more closely toward plausibility in its geopolitical subplots — threats against the Saudi king, malicious Russian meddling in world affairs — than its main story line of a president who ditches his handlers and goes rogue from the White House, convinced he is the only one who can foil a huge cyberterror plot.
The book opens with a charged scene in which President Jonathan Duncan is participating in a mock hearing to prepare for a congressional inquiry investigating the botched attempt to capture a terrorist. When the president loses his temper, he vindicates the advisers who have cautioned him not to appear before the actual committee. It’s a satisfying outcome for the former senior staffer in me — but unrealistic, considering the picture of the president that unfolds on the subsequent pages.

Disponível em<https://www.nytimes.com/2018/06/05/books/review/president-is-missing-clinton-patterson.html>. Acesso em 20 de jul. 2018.
From this book review, we can state that
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513Q949362 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
La sequía que acorraló a la cultura maya

Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
[1ª parte]
Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores.
en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense.


[2ª parte]
La crisis de una civilización milenaria
“Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
“La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018
La autora del texto
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514Q942964 | Geografia, Migrações, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
A concentração de imigrantes pobres nas cidades confunde aqueles que contavam utilizar a imigração branca para “civilizar” o país. Torna-se evidente uma realidade social cujos termos eram até então antinômicos: a existência de europeus pobres, nivelados ao estatuto dos escravos de ganho e do eito, exercendo atividades insalubres e personificando formas de decadência social que pareciam estar reservadas aos negros.
(ALENCASTRO, L. F.; RENAUX, M. L. Caras e modos dos migrantes e imigrantes. In. NOVAIS, F. A.; ALENCASTRO, L. F. História da Vida Privada no Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1997. p.310.)
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a imigração europeia para o Brasil, entre os séculos XIX e XX, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) As condições precárias de vida dos proletários e camponeses europeus foram determinantes para a sua vinda para o Brasil. ( ) O incentivo à imigração europeia para o Brasil tinha duas funções principais: prover de mão de obra as lavouras e “civilizar” o Brasil. ( ) A decadência social dos imigrantes europeus contribuiu para a manutenção da precária eficácia da administração pública do Brasil. ( ) A tentativa de atração de imigrantes europeus para o Brasil tinha por objetivo suprir o vazio deixado pelo fim do tráfico de escravos negros vindos da África. ( ) A imigração de europeus para o Brasil se revelou um total fracasso devido às limitações impostas pela classe social da qual eram oriundos.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta
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515Q949621 | Química, Transformações Químicas, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

São caracteristicas dos regimes autoritários, exceto:
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516Q949374 | Biologia, Evolução biológica, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Registros fósseis indicam que as pteridófitas já eram comuns desde o período Carbonífero, há cerca de 360 milhões de anos. No Carbonífero superior, a vegetação da Terra era, em grande parte, dominada por pteridófitas de grande porte. Estas chegavam a medir cerca de 8 metros de altura, assemelhando-se a árvores. Atualmente, existem cerca de 11.000 espécies de pteridófitas. Existem desde espécies muito pequenas até algumas que chegam a atingir mais de 20 metros de comprimento, cujas folhas possuem mais de 5 metros! Pteridófitas: características e reprodução. Educação Uol, 23 set. 2009. Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/biologia/pteridofitas-caracteristicas-ereproducao.htm. Acesso em 25 de jul. 2018.
O texto acima reporta a uma característica exibida pelas pteridófitas, não evidenciada em briófitas, que se deve
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517Q949378 | Biologia, Relações ecológicas, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Segundo o Ministério da Saúde, nos últimos anos, foram registrados, no Brasil, cerca de 140 mil acidentes ocasionados por animais peçonhentos, dentre serpentes, aranhas, escorpiões, lagartas, abelhas e outros animais em menor proporção. Diferente dos animais venenosos que são desprovidos de um aparelho inoculador, os animais peçonhentos apresentam glândulas de veneno que se comunicam com dentes, ferrões ou aguilhões. Dessa maneira, injetam o seu veneno com facilidade e de maneira ativa. Sobre animais peçonhentos e venenosos, avalie as afirmações a seguir:
I. As serpentes conhecidas como coral-verdadeira são répteis pertencentes à Ordem Squamata. Elas possuem corpo alongado, tegumento revestido por escamas, realizam fecundação interna e apresentam respiração pulmonar. O órgão de Jacobson e a fosseta loreal são estruturas exclusivas de serpentes peçonhentas.
II. As abelhas pertencem à Ordem Hymenoptera da Classe Insecta. Podem apresentar um ferrão na região posterior de seu corpo, que serve para inocular o veneno. Os himenópteros apresentam três pares de patas e quatro asas membranosas, embora, em alguns casos, sejam ápteros, ou seja, desprovidos de asas.
III. A aranha-marrom, artrópode do Subfilo Chelicerata, é um animal octópode, com quelíceras que injetam veneno nas presas e pedipalpos; não possui antenas e apresenta o corpo dividido em cefalotórax e abdômen.
IV. Os escorpiões são artrópodes pertencentes à Classe Arachnida, a mesma das aranhas. O corpo dos escorpiões é semelhante ao desses últimos animais, com uma única diferença: seu abdômen é dividido em duas partes: pré-abdômen e pós-abdômen. No pós-abdômen, encontra-se a glândula produtora do veneno, que é inoculado na vítima por um aguilhão. Similarmente às aranhas, os escorpiões apresentam simetria bilateral, esqueleto corporal externo, apêndices articulados e sistema circulatório fechado.
V. A água-viva é um cnidário livre natante, com simetria radial e ciclo de vida com alternância de gerações ou metagênese. Possui em seus tentáculos, os pinacócitos, células produtoras de um líquido urticante liberado como mecanismo de defesa, que promove irritações quando em contato com a pele humana.
Estão corretas as afirmações
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518Q949635 | Filosofia, Ética e Liberdade, Filosofia, UNICENTRO, UNICENTRO

A _____________ é um tipo de argumentação em que a conclusão se segue das premissas, que são preposições de cujo conjunto se infere uma conclusão. Portanto, nesse tipo de argumento, o que está dito na conclusão é extraído das proposições que a antecedem, pois, na verdade, está implícito nelas. Assinale a alternativa que preenche de forma correta a lacuna do texto.
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519Q949394 | Física, Movimento Retilíneo Uniforme, Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Nas proposições a seguir, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) e, depois, marque a sequência obtida.
( ) Ponto material é um corpo cujas dimensões são desprezíveis quando comparadas com as grandezas envolvidas no fenômeno em estudo.
( ) Um corpo está em movimento quando a distância entre o corpo e o referencial permanece constante.
( ) Trajetória é a linha determinada pelas diversas posições que um corpo ocupa no decorrer do tempo.
( ) Aceleração é a grandeza responsável pela variação da velocidade de um corpo.
( ) Movimento uniforme é aquele em que a aceleração é constante e não nula.
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520Q943011 | Química, Transformações Químicas elementos químicos, Química, UNICENTRO, UNICENTRO

Considere as configurações eletrônicas dos elementos X, Y e Z em seus respectivos estados fundamentais.
X: 1s2 2s2 2p5 Y: 1s2 2s2 2p6 3s2 3p6 4s2 3d10 4p4 Z: 1s2 2s1
Com base nessas informações e nos conhecimentos sobre a classificação periódica dos elementos, assinale a alternativa correta.
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