Início

Questões de Concursos UNICENTRO

Resolva questões de UNICENTRO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


541Q679389 | Geografia, Geografia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A partir da ilustração e dos conhecimentos sobre a nova ordem mundial, a globalização e o neoliberalismo, pode-se afirmar:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

542Q679661 | Biologia, Problemas ambientais e medidas de conservação, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Estudos apontam que há um aumento dramático na liberação de metano no fundo do Oceano Ártico, o que vem preocupando ambientalistas de todo o mundo.
Essa intensa preocupação se deve ao fato de esse gás
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

543Q679422 | Sociologia, Revolução e transformação social, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A Revolução Industrial gerou profundas transformações na Europa nos séculos XVIII e XIX. A principal mudança foi a introdução do trabalho assalariado e o uso de máquinas em substituição ao trabalho artesanal. No século XIX, surgiu a Sociologia como ciência.
A relação a entre o surgimento da Sociologia e a Revolução Industrial está corretamente indicada em
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

544Q949530 | História e Geografia de Estados e Municípios, Geografia, UNICENTRO, UNICENTRO

Nas últimas décadas o Brasil vem passando por um processo de modernização agrícola. A este processo se inclui, exceto:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

545Q679467 | Artes Cênicas, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Atuais estudos na área da recepção, a exemplo de Jauss (1994) e Soares (2010), apresentam similaridades com a proposta de Teatro-fórum, de Augusto Boal, especialmente no sentido de rever a ideia de um receptor passivo de uma obra acabada. A compreensão de leitura da obra de arte, no presente texto, é amparada por Pareyson (1997), ao conferir um lugar produtivo à leitura da obra de arte e não meramente receptivo. Assim, o sentido dado à obra artística dependerá da realidade sensível do espectador, do seu repertório de experiências sociais e estéticas, e não somente dos elementos técnicos produzidos, a priori, pelo artista.


Esse pressuposto afina-se à ideia de Boal de compreensão do espect-ator como sujeito ativo capaz de
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

546Q949607 | Sociologia, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Corrente de pensamento criada por Auguste Comte, filósofo francês, considerado um dos fundadores da Sociologia. Essa corrente defende o princípio de que a ciência é o caminho para o progresso da humanidade. Defende a aplicação dos métodos científicos na análise dos fenômenos sociais. Exerceu significativa influência no Brasil, que expressa em sua bandeira republicana o lema dessa corrente, “ordem e progresso”. A qual corrente sociológica o fragmento de texto se refere?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

547Q949353 | Inglês, Inglês, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
Fort De Soto Park, St. Petersburg, Florida

One of the most dog-friendly beaches in Florida, Fort De Soto State Park not only welcomes pets on the sand, but also has special Paw Playgrounds for big and small dogs with shade and water stations. Dogs must be leashed when they enter and exit the beach, but can enjoy the water and sand off leash with their owners the rest of their visit. In a recently released survey, Fort De Soto was one of Invitation Homes Top 10 Dog Beaches, where factors such as leash laws, whether pets can go in the water, what times of the year pets are allowed on the beach, and whether there is a pet-only section were evaluated. “For anyone who lives near the beach or takes their pet on vacation, there is nothing like seeing the joy of your ‘best friend’ frolicking in the sand,” says Marnie Vaughn, vice president of operations in Florida.

Disponível em <https://www.rd.com/advice/pets/dog-friendly-beaches/1/>. Acesso em 10 de ago. 2018.
What’s the main message Apple wants to get across?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

548Q949358 | Espanhol, Espanhol, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.

Aborto: las luces verdes se apagaron entre lágrimas, bronca y desazón


"¡Que sea ley!", fue el grito que se escuchó durante toda la vigilia. La victoria del "No" finalizó con una triste procesión.
"¡Que sea ley! ¡Que sea ley!". A las dos y media de esta madrugada, cuando faltaban tan solo unos minutos para la votación histórica que podría convertir la Interrupción Voluntaria del Embarazo en un derecho más, del lado verde quedaban los jóvenes. Helaba, había viento, el día había sido largo. Pero los miles de chicos y chicas que seguían allí, pegados al Congreso, seguían pidiendo"¡Que sea ley! ¡Que sea ley!".
Del otro lado de las vallas, del lado celeste que se oponía a la legalización, llegaba música de fiesta, muy fuerte, muy alta. Del lado verde respondían con los pañuelos en alto, con sus canciones de batalla: “¡Aborto legal en el hospital!”. Pero las voces no podían con los altoparlantes alquilados.
Junto a las vallas también había fuego. Las fogatas fueron muchas, improvisadas con cajones de madera de las verdulerías, y fueron lo único que aplacó la temperatura que parecía polar junto a la Plaza del Congreso.
Un camión hidrante de la Policía estaba apostado ahí cerquita, y en un momento abrió sus chorros, que empaparon a muchos de los chicos que esperaban el resultado. “¡Son la dictadura!”, empezaron a gritar. Algunos tiraron botellas que había por el piso.
Dos y cuarenta, Gabriela Michetti, al frente de la sesión especial, anunció que se iba a votar. Del lado verde no había pantalla con imágenes del recinto, pero su voz llegaba desde el lado celeste, donde sí había trasmisión en vivo.
La expectativa era grande, aunque las cartas ya estaban todas jugadas sobre la mesa y la votación por el “no” era claramente un hecho. Igual, los chicos se abrazaron, se tomaron de las manos, cerraron sus círculos alrededor de sus fogatas y escucharon: “38 por el no, 31 por el sí, dos abstenciones”.
Los láser verdes que iluminaban la cúpula se apagaron. Las lágrimas comenzaron a brotar destiñendo mejillas pintadas de verde. Las purpurinas se licuaron con los sollozos y la bronca. Mientras, del lado celeste, todo parecía una fiesta: los fuegos artificiales comenzaron a hacer sus estruendos de colores en el cielo cubierto, duraron muchos minutos, lo suficiente para tomarlos como una provocación. “¡Anti derechos! ¡Anti derechos!”, gritaron muchos.
Y comenzaron los cánticos: “¡Poder popular! ¡Poder popular!”, "¡Se va a caer, se va a caer, arriba el feminismo que va a vencer, que va a vencer!". Se escucharon algunos gritos, hubo corridas. La calle estaba resbalosa, llena de paraguas rotos. Los problemas fueron con un grupo menor. La mayoría comenzó la retirada por Callao hacia Corrientes como en una triste procesión. Un grupo de chicas había escrito con pintura negra una sábana enorme: “Háganse cargo de sus muertas”.
Pero muchos, también, iban con sus cabezas bien en alto, los brazos arriba. “¡Iglesia, basura, vos son la dictadura! ¡Iglesia, basura, vos sos la dictadura!”. Esa consigna quedó clara en esta jornada histórica: los pañuelos más vendidos fueron los naranjas, que piden la separación de la Iglesia y el Estado.


INGLESIAS, Mariana. Disponible en . Accesado en 12 de ago. 2018. Adaptado.

El texto fue extraído del periódico de Argentina Clarín (del día 09/08/2018) y se refiere a la votación de la ley de legalización del aborto en el país. De la lectura del texto, se puede afirmar que
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

549Q949618 | Sociologia, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Sobre o contexto histórico e social do movimento protestante, considere as afirmativas abaixo.
I) Muita convulsão política, social e religiosa havia no final da Idade Média, revoltas dos camponeses, guerras, epidemias, o declínio do Feudalismo e da liderança dos Papas e da Igreja. A população se ressentia dos abusos da Igreja e da sua falta de propósitos e corrupção. II) Muita violência, baixa expectativa de vida, contrastes e desigualdades sociais e econômicas às vésperas da Reforma, havia até mesmo certa revolta com a chamada “matemática da salvação” ou “religiosidade contábil” que tratava pecados como débitos e as boas obras como créditos e a venda de “indulgências” para perdão das penas temporais do pecado. III) Nos séculos XIV e XV, alguns movimentos esporádicos de protestos surgiram contra os ensinos e práticas da Igreja medieval e alguns líderes foram chamados de pré-reformadores: João Wycliff (1325-1384), João Huss (1372-1415) e Jerônimo Savonarola (1452-1498), por combaterem irregularidades e imoralidades do Clero, condenar superstições, peregrinações, veneração de santos, celibato e as pretensões papais.
Está correto o contido em:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

550Q949370 | Biologia, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Um agricultor deseja que suas laranjeiras produzam mais frutos. Você aconselharia ele a
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

551Q687750 | Conhecimentos Gerais, Movimentos Sociais, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Em 1822, Simon Bolivar e José de San Martim reuniram-se em Guaiaquil, atual Equador. Os dois “libertadores da américa” tinham planos diferentes para o futuro do continente, daí que, após esse encontro,
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

552Q949908 | Biologia, Vírus e bactérias, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Os vírus são extremamente pequenos e simples, situados no limite do vivo e não vivo. Esses seres não têm organização celular e são destituídos de metabolismo próprio, permanecendo inertes fora das células vivas. No entanto, quando em contato com uma célula hospedeira, passam a manifestar “vida”, infectando a célula e multiplicando- se em seu interior. Os vírus são constituídos principalmente por duas classes de substancias químicas. Quais são elas?
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

553Q949927 | História, Medievalidade Europeia, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

[...] A Idade Média ocidental não é programada. Nasce de uma aculturação na qual se confundem pouco a pouco os usos e costumes greco-romanos com os dos ‘bárbaros’. Nasce também da confrontação com o Islam. Na origem, de fato, nada predispunha o Império do Ocidente – que englobava a África do Norte – a se tornar ‘europeu’. Da conquista muçulmana na Espanha (século VIII) até a hegemonia otomana nos Bálcãs (século XIV), o Ocidente não se concebe em si mesmo como entidade geopolítica. Estrutura-se apenas por sua existência diante de um mundo que se mostra hostil [...]. LE GOFF, Jacques. Em busca da Idade Média. Conversas com Jean-Maurice de Montremy. Tradução de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006, p. 222. A Idade Média é resultado de um processo longo de transformações que ocorrem no ocidente europeu. Assinale a alternativa que apresenta de forma incorreta uma das causas que antecederam a Idade Média.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

554Q949454 | Sociologia, Globalização, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

No Brasil, segundo o IBGE, entre os anos 2001 e 2011, o nível de emprego formal cresceu em todas as regiões do país e em vários setores. São características do emprego formal:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

555Q949458 | Sociologia, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

O conceito de Theodor Adorno (1903-1969), que define a forma da produção cultural na sociedade capitalista e sua capacidade de transformar seres humanos em meros consumidores de seus produtos, é denominado
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

556Q679643 | Educação Física, Relação Educação Física Escolar e Esporte, Educação Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A Educação Física deve valorizar a coletividade, a solidariedade e o respeito. Ela encontra referência em práticas educativas histórico-sociais e trata os temas ginástica, dança, esporte, jogo e lutas como
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

557Q687842 | Física, Conteúdos Básicos, Física, UNICENTRO, UNICENTRO

Em uma residência, a rede elétrica é de 110 V e alimenta um circuito composto de 4 lâmpadas (R1 = 250 ohms cada), 1 televisor (R2 = 10 ohms), 1 liquidificador (R3 = 40 ohms) e um chuveiro (R4 = 16 ohms). Considere que todos os elementos estão ligados em série. Qual será a corrente em todos os resistores:
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️

558Q949986 | Inglês, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.

How World Leaders Reacted to Trump at the U.N.

By SOMINI SENGUPTA and MEGAN SPECIA SEPT. 23, 2017


He was called a “giant gold Goliath” and a “rogue newcomer.” But in a few corners the remarks made by President Trump at the United Nations were described as “courageous” and “gratifying.”

Throughout the week, Mr. Trump’s first address to the General Assembly drew many direct and indirect swipes, from allies and rivals alike, and sparse support.

While the North Korean leader, Kim Jong-un, attacked Mr. Trump from afar — calling him a “dotard” in a statement on North Korean national television — others used their platforms at the United Nations to respond.

Some leaders were more subtle than others.

Robert Mugabe, Zimbabwe’s 93-year-old president, took aim at Mr. Trump during his own speech on Thursday. Mr. Mugabe mocked Mr. Trump as a “giant gold Goliath” and said other nations were “embarrassed if not frightened” by his statements about North Korea.

“Are we having a return of Goliath to our midst, who threatens the extinction of other countries?” Mr. Mugabe asked. Some responded with applause to his reference to the biblical character who threatened the Israelites before being slain by the young shepherd David, who would become king.

Mr. Mugabe then went on to address Mr. Trump directly, telling him to “blow your trumpet in a musical way towards the values of unity, peace, cooperation, togetherness and dialogue which we have always stood for.”

During his speech, Mr. Trump notably omitted any talk of climate change, seen as one of the most pressing issues for many world leaders.

Prime Minister Justin Trudeau of Canada received the longest applause during his General Assembly speech on Thursday after an implicit dig at Mr. Trump.

“There is no country on the planet that can walk away from the challenge and reality of climate change,” Mr. Trudeau said, referring to Mr. Trump’s plans to pull out of the Paris climate accord.


(Adapted from https://www.nytimes.com/2017/09/23/world/americas/world-leaders-trump-un.html?mcubz=0)

Turn the active voice into passive voice:

Mr. Trump notably omitted any talk of climate change

  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

559Q949988 | Matemática, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Das afirmações abaixo, assinale a alternativa INCORRETA.
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️

560Q949483 | Inglês, Inglês, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
View from the Rio favelas: 'We're often scared to leave the house in case we're hit by a stray bullet'

A year has gone by since the Olympic Games. Only 147 of those 365 days ended without the residents of Complexo do Alemão hearing gunshots. After the promises of hope and the Games’ legacy of peace, 218 days were accompanied by a soundtrack of gunfire.

On 218 days we were afraid we wouldn’t make it home alive; we were scared to leave the house in case we were hit by a stray bullet; on 218 days we were afraid that the walls of our homes might be hit. To pretend that we were not in a war zone, the military police painted their armoured military tanks – popularly called caveirão, or “big skull” – white.

For a long time I’ve wondered about the reason for the conflict and danger in the favelas of Rio, the same places that hold so much shared affection, culture, art and memory.

Since the Olympics, residents of the Complexo do Alemão have been afraid of organising a cultural event in the neighbourhood square, or of people gathering outside because an intense shootout might happen without prior notice, with no chance to find protection. It has been 218 days of fear.

All eyes – and investments – were turned to Brazil when it hosted, over 10 years, three mega sporting events. But the country has failed to keep its promises of peace after the 2007 Pan-American Games, the 2014 World Cup and the 2016 Olympic Games.

Before the Olympics, the state was completely absent in the favela. Back then we had no cable car – now we do, but it doesn’t work. We did not have family clinics – now we do, but without medical care. There were no police – now there are, and we live with daily shootings. What have the poorest received as a result of the Games? On television, I see only news of corruption.

Brazil is at war, some say. A war on the poor, justified by drugs. A war that justifies, for many (but not for me) the presence of the Brazilian army in the streets of the city. The beauty of Rio’s natural landscapes contrasts with the conflict of our daily lives, militarised by the government.

We need to talk about the relationship between violence and drugs. Young people from different favelas are now coming together to think about strategies that we hope can feed into public policies on drugs in Brazil. The #Movimentos movement – which runs discussions and seminars for young people – was created because it isn’t possible to deal with the drugs issue without the input of those who live with the consequences of failed policies.

As other countries move towards resolving the issue in a serious way, investing in research and prevention mechanisms in public health services, Brazil invests in more weapons and repression that result in an increase of death and incarceration – particularly among people who are poor, black, young and living in favelas.

But despite all the fear, all the chaos, we continue to conquer the world, occupying the spaces that we have been historically denied. The Coletivo Papo Reto (Straight Talk Collective) has created a calendar that celebrates the good news and achievements of the people who live in Complexo do Alemão. Many people may not understand what it is that motivates us in the midst of this chaos and fear. I don’t know either – but I feel that I must keep going.

(Adapted from https://www.theguardian.com/global-development/2017/aug/19/rio-voices-view-from-the-favelas-olympics-they-
promised-a-legacy-of-peace-but-brazil-is-now-at-war. Access on 22/8/2017)
The main objective of the article is to
  1. ✂️
  2. ✂️
  3. ✂️
  4. ✂️
  5. ✂️
Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência de navegação. Política de Privacidade.