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Questões de Concursos UNICENTRO

Resolva questões de UNICENTRO comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


681Q949542 | História, História, UNICENTRO, UNICENTRO

Dos fatos abaixo relacionados, qual NÃO se insere na conjuntura que vai do término da Grande Guerra à Segunda Guerra Mundial?
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682Q949336 | Português, Figuras de Linguagem, Português, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Texto associado.
Leia o texto a seguir e responda à questão:

Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
Élida Ramirez
Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
Considere o funcionamento das asserções abaixo. I. Discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço.
PORQUE II. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar.
A alternativa correta é:
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683Q942951 | História, Antiguidade Ocidental Gregos, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO

O escravismo parece não ter possuído grande significação durante a monarquia, só adquirindo importância com a expansão territorial romana. Na verdade, durante a monarquia surgiram condições para sua instalação, tendo o escravismo se transformado, logo a seguir, no modo de produção predominante, em detrimento de todas as outras formas de trabalho produtivo. (VICENTINO, 1994, p. 36).
A partir da análise do texto e dos conhecimentos sobre o escravismo na Roma Clássica, é correto afirmar:
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684Q949617 | Sociologia, Sociologia, UNICENTRO, UNICENTRO

Grande parte das pessoas que vivem no mundo hoje tem um desejo incessante por novidade. Esta é uma das conclusões da jornalista e escritora de comportamento americana Winifred Gallagher em seu recente livro New: Understanding Our Need for Novelty and Change (Novo, Entendendo Nossa Necessidade de Novidade e Mudança, sem edição brasileira). Winifred recorre a disciplinas como neurociência, biologia evolutiva e psicologia para explicar por que temos essa quedinha natural por tudo o que é diferente. Segundo a autora, esse comportamento se baseia no que ela chama de emoções do conhecimento: a surpresa, a curiosidade e o interesse pelas coisas do mundo. “Assim como o pensamento, elas nos impulsionam a aprender”, diz. Essa vontade de conhecer o desconhecido tem seu lado positivo. Atualmente essa curiosidade pode colocar você à frente no mercado de trabalho e tornar sua vida, no mínimo, menos tediosa. Porém, como tudo em excesso, ela também faz mal. Em uma era de velocidade da informação — temos hoje 4 vezes mais dados em e-mails, tweets, música, vídeos e mídia tradicional do que há 30 anos — temos de controlar nosso instinto novidadeiro, antes que ele nos controle. “É preciso filtrar as coisas, senão nem as 24 horas do dia serão suficientes para tantas novidades”, afirma a autora. Ela acredita que devemos continuar a ser atraídos e surpreendidos pelo mundo, sempre. Mas que é preciso se focar naqueles novos pensamentos, sons, cheiros e sentimentos que, de alguma maneira, realmente importam para cada um. “Deixe de ser um mero buscador do novo para se tornar conhecedor dele”, afirma. Ou seja: filtre sua sede por novidade e beba somente o que há de melhor.
Disponível em:<http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI299866-17933,00-ESCRITORA+INVESTIGA+A+NEOFILIA+NOSSO+DESEJO+PELO+DESCONHECIDO.html> (com adaptações)
Vivemos em uma sociedade de consumo, em que os apelos pelas novidades de consumo tem tornado os indivíduos cada vez mais vorazes em consumir coisas novas. Essa necessidade em adquirir coisas novas, atitude típica da atual sociedade de consumo, recebe o nome de:
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685Q949402 | Física, Conteúdos Básicos, Física, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Um homem entrou em uma loja de materiais elétricos para comprar uma torneira elétrica. O vendedor lhe ofereceu duas opções de uma mesma torneira: Opção A, uma torneira elétrica 220 Volts e 5400 Watts. Opção B, uma torneira elétrica 110 Volts e 5400 Watts. Desconsiderando quaisquer perdas, qual torneira lhe proporcionará o menor consumo de eletricidade? Qual aquecerá mais a água?
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686Q949923 | Geografia, Vegetação, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Leia o texto a seguir.
É na bacia hidrográfica que, desde o início das sociedades se desenvolve toda a atividade humana: a agricultura, a indústria, a dinâmica das cidades – tudo em torno da água. Água, gente e ambiente formam uma unidade ecológica. É por isso que no planejamento e administração das águas, a referência é a Bacia Hidrográfica, independente dos limites políticos dos municípios, estados e países. ROCHA, Gerâncio A. Um copo d`água. São Leopoldo: Unisinos, 2003. P. 21 – 22 (coleção Aldeias v. 6)
Assinale a maior Região Hidrográfica em território brasileiro e a maior Região Hidrográfica inteiramente brasileira respectivamente.
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687Q943016 | Química, Termoquímica Energia Calorífica, Química, UNICENTRO, UNICENTRO

Considere os dados a seguir a 25 ºC e 1 atm.
Substância Entalpia de formação (kcal/mol) CO2 −95,0 CO −25,0
Com base nessas informações e nos conhecimentos sobre termoquímica, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a entalpia da reação C(s) + CO2(g) → 2CO(g).
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688Q949429 | Matemática, Pontos e Retas, Matemática, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Em uma empresa, tem-se o custo fixo de produção orçado em R$ 100.000,00 por ciclo produtivo. A cada 100 unidades produzidas necessita-se de custo adicional de R$ 15.000,00 em insumos. Qual é o custo de produção, por unidade, para produzir 1.000 unidades num ciclo produtivo?
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689Q949944 | Matemática, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Estudando probabilidade, Vicente se deparou com uma relação de quatro exercícios já resolvidos. Após conferência dos cálculos, descobriu um erro no exercício citado na alternativa:
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690Q949979 | Português, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.
Acabar com a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável. O Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da agenda 2030 da Organização das Nações Unidas traz um grande desafio aos países.
Os programas realizados nos últimos anos permitiram avanços significativos, contudo a situação global ainda é alarmante: 1 em cada 9 pessoas é subnutrida.
Especialistas do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas preveem que as variações nos próximos anos impactarão a agricultura e a produção de alimentos em todo o mundo, agravando substancialmente o problema. Com uma perspectiva tão complexa e restrita, como garantir a sobrevivência das futuras gerações?
A chamada agropecuária tradicional tem dado passos importantes para se adaptar a essa nova realidade, mas não há dúvida de que a escolha pela produção agroecológica de alimentos pode trazer a resposta mais adequada a esse cenário.
A agroecologia integra conhecimentos científicos e saberes tradicionais na construção de sistemas agrícolas de baixo impacto ambiental e alta capacidade de resiliência.
Essa abordagem propõe uma dinâmica de produção de acordo com as características dos ecossistemas, com o uso e a conservação dos recursos naturais. As estratégias de cultivo são fundamentadas a partir do equilíbrio dos componentes do solo, com a recuperação da fertilidade e sem a necessidade de agrotóxicos.
É importante destacar que a produção agroecológica não se restringe à área rural e também influencia hábitos na cidade. A crescente demanda por uma vida saudável nos centros urbanos estimula, por exemplo, a criação de hortas comunitárias com produção de verduras e hortaliças sem uso de agrotóxicos.
No Brasil, as grandes proporções territoriais e a diversidade de biomas tornam-se uma oportunidade e um desafio para a implantação de políticas orientadas à produção agroecológica. Existem no país diversas redes que aderiram a práticas sustentáveis e integradas na produção e comercialização de alimentos.
Para o fortalecimento e ampliação dessas redes, a sociedade civil organizada requisitou a elaboração de um programa que aumentasse a escala de produção e a oferta de alimentos saudáveis. Em 2013, atendendo a esse desejo, foi criado o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Planapo).
Também nesse sentido, surgiu o Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica (Ecoforte), com o qual se buscou integrar o investimento social privado às políticas públicas com foco territorial, associando ações de pesquisa, extensão, produção, comercialização, consumo e certificação orgânica.
Ações articuladas da sociedade civil, somadas ao incentivo de políticas públicas por meio de programas e linhas de crédito, fortalecem às organizações agroecológicas, geram renda no campo e nas cidades, promovem segurança alimentar e hídrica e dinamizam os territórios.
Contribuem, também, para que um número maior de agricultores familiares, assentados da reforma agrária, extrativistas e suas organizações se interessem por conhecer e participar desse ciclo virtuoso de desenvolvimento sustentável, proporcionando uma alimentação mais saudável aos brasileiros e ao mundo.

Folha de São Paulo, ASCLEPIUS RAMATIZ é presidente da Fundação Banco do Brasil. Graduado em direito, possui
MBA em negócios internacionais, 12 set. 2017, com adaptações).
Assinale o que for incorreto sobre o regime militar no Brasil.
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691Q679394 | História, Medievalidade Europeia, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

As vilas e as cidades cresceram tão rapidamente, que, por volta do século XIV, em algumas regiões, metade da população havia sido deslocada para as atividades comerciais e artesanais. Muitos centros urbanos tomaram impulso a partir das antigas vilas e cidades, enquanto outros surgiram espontaneamente nos locais mais bem situados. (VICENTINO, 2019).
Em relação ao texto e tendo como referência os conhecimentos sobre a transição do feudalimo para o capitalismo, marque V ou F, conforme as afirmativas sejam verdadeiras ou falsas.
( ) As atividades comerciais e artesanais, intensificadas nos centros urbanos, representavam práticas ameaçadoras à continuidade da economia feudal. ( ) Os senhores feudais reivindicavam o direito de cobrança de pesados tributos aos mercadores das cidades localizadas nos seus territórios, resultando na eclosão de conflitos e de resistência armada. ( ) A sociedade de ordens teve suas bases progressivamente enfraquecidas a partir do processo de crescimento da população urbana e do fortalecimento dos mercadores com a expansão das transações comerciais. ( ) Servos e camponeses atacaram as áreas urbanas, por entenderem que as atividades ali desenvolvidas ameaçavam seu direito de propriedade sobre as terras cultiváveis. ( ) As corporações de mercadores, ou guildas, admitiam a livre concorrência e a liberação de preços dos produtos comercializados em cidades e feiras locais.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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692Q679400 | Geografia, História, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

No final do século XX, a economia globalizada da Nova Ordem Mundial apresenta como características principais
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693Q950000 | Biologia, A herança dos grupos sanguíneos, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Na espécie humana, mecha branca nos cabelos e sardas são manifestações associadas a genes dominantes. Um indivíduo com mecha branca e sardento, cujo pai não tinha mecha branca ,nem sardas, casou-se com uma mulher de fenótipo igual ao do sogro, originando F1 em proporções genotípica e fenotípica iguais a de experimentos mendelianos.
Considerando-se essas informações, é correto afirmar, em relação à herança de sardas e de mecha branca nos cabelos,que
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694Q949489 | Inglês, Inglês, UNICENTRO, UNICENTRO

Texto associado.

Re-Planting a Forest, One Drone at a Time


That funny little buzz you hear in the forest may not just be the hum of summer insects. In the near future it could be a small fleet of drones, coming to replant and restore forests that have been stripped of trees by industrial-scale deforestation. It’s all part of an ambitious plan by BioCarbon Engineering, a U.K.-based startup on a global mission to battle widespread clear-cutting, which strips more than 26 billion trees off the planet each year. CEO Lauren Fletcher, who spent 20 years as an engineer with NASA, says the only way to fight industrial-scale deforestation is with industrial-scale reforestation. Their idea: plant 1 billion trees a year. The first targets are in South Africa and the Amazonian jungles, both of which have suffered from widespread forest eradication.

BioCarbon’s reforestation scheme is simple and efficient. Here’s a quick look at how it plans to deploy its drone fleet:


1 Do a 3-D aerial survey. First, drones are sent to fly over a potential planting zone, snapping photos that create 3-D maps of the area to be reforested. The number of drones will vary depending up on the size of the seeding.

2 Create a seeding plan. Once all that terrain data has been analyzed, it then generates a seeding pattern that best suits the terrain.

3 Load the seed pods. The drones, which are equipped with guidance and control software, carry pressurized canisters of seed pods with germinated seeds immersed in a nutrient-rich gel.

4 Hover and plant. Flying at a height of 1 or 2 meters, the drones follow the planting patterns, firing the biodegradable seed pods down to the ground. The pods break open upon impact, allowing the germinated seed a chance to take root.

5 Monitor growth. After planting, the drones do low-level flights to assess the health of the sprouts and saplings.


Such “precision forestry,” as BioCarbon calls it, is extremely efficient. A farmer might hand plant as many as 3,000 seeds a day; Fletcher says his drones can drop up to 36,000 seed pods daily, often in areas where a human can’t reach. Working with local ecologists, BioCarbon will use the drones to spread a variety of tree species, as well as microorganisms and fungi designed to improve the soil quality. “The central focus is ecosystem restoration,” Fletcher says.

On a planetary climatological scale, Morton notes that “tropical deforestation plays a big role in global climate cycles,” claiming the accelerated pace of cutting and burning of forests accounted for 20 percent of greenhouse gas emissions in the 1990s. Fletcher and his team want to help reverse that trend. “By planting at the scale we’re looking at,” he says, “we can make a real longterm impact. We hope to do a lot of good in the world.”


(Adapted from https://www.wired.com/brandlab/2015/07/re-planting-forest-one-drone-time/. Access on 22/8/2017)

Considering the text, fill the parenthesis with T (true) or F (false):
( ) The drones can drop seeds in places which are hard to access. ( ) The drones will make a lot of noise, which can pose a risk to nature. ( ) Fletcher and his team expect that the drones will have a positive impact in the long run ( ) The drones can only help spread tree species. ( ) Despite being simple, BioCarbon’s reforestation scheme is efficient.
The correct sequence, from top to bottom is:
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695Q950021 | Matemática, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Sabendo-se que as medidas, em metros, dos lados de um triângulo estão em progressão geométrica, nessa ordem, e são expressas por x + 1, 2x e x2, pode-se concluir que a medida do perímetro, desse triângulo, é
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696Q950022 | Matemática, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2018

Sabendo-se que é zero a parte real do número complexo z = (2 + ki).(4 3i)1 para k R,é correto afirmar que k é igual a
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697Q942892 | Biologia, Biologia, UNICENTRO, UNICENTRO

As glândulas endócrinas lançam os seus hormônios diretamente na corrente sanguínea para regular as funções do organismo. Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, as glândulas responsáveis pela secreção dos hormônios que regulam as funções: metabolismo geral e basal do organismo; concentração de cálcio e fósforo; reabsorção de sais.
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698Q679475 | Filosofia, Terceira Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

Considerando-se que o método tenha sido sempre objeto de discussão na Filosofia, pode-se conceituar a hipótese como
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699Q679491 | Biologia, Vírus e bactérias, Segunda Etapa, UNICENTRO, UNICENTRO, 2019

A associação da tuberculose e da infecção pelo HIV, o vírus da imunodeficiência humana, é um sério problema de saúde pública em todo o mundo. A interação que se estabelece entre o Mycobacterium tuberculosis, bacilo causador da tuberculose, e o vírus da AIDS resulta em progressão mais rápida tanto da doença bacteriana quanto da infecção viral.


Enquanto o HIV aumenta a frequência e acelera o desenvolvimento de formas graves de tuberculose, em decorrência da imunodeficiência que resulta do ataque do vírus às células de defesa do organismo, o M. tuberculosis intensifica essa perda imunológica, devido ao aumento da replicação do vírus. A presença do HIV pode favorecer a reativação de infecção latente por tuberculose ou facilitar novas infecções por esse micro-organismo. (A ASSOCIAÇÃO, 2019).



Analisando-se o texto e com base nos conhecimentos a respeito dos agentes biológicos citados e suas consequências no ser humano, é correto afirmar:

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700Q942935 | Biologia, Uma visão geral da célula, Primeiro dia, UNICENTRO, UNICENTRO

Entre os orgânulos, a seguir, aquele encontrado em grande quantidade nos hepatócitos e com função oxidante e desintoxicante é
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