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Questões de Concursos USP

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481Q1024771 | Inglês, Palavras Conectivas Connective Words, Tecnico de Laboratorio, USP, FUVEST, 2025

Texto associado.

Scientists have found that generally the world feels brighter when you wake up.

People start the day in the best frame of mind in the morning, but end in the worst, at about midnight, the findings suggest, with the day of the week and the season also playing a part.


Mental health also tends to be more varied at weekends but steadier during the week, according to the study led by University College London.


“Generally, things do seem better in the morning,” the researchers concluded.


Mental health and wellbeing are dynamic in nature, and subject to change over short and long periods. However, few studies have looked at how they might change over the course of the day.


Scientists wanted to explore whether time of day was associated with variations in mental health, happiness, life satisfaction, sense of life being worthwhile and loneliness.


People in the study answered questionnaires, with questions such as: “In the past week, how happy did you feel?”, “How satisfied have you been with your life?”, and “To what extent have you felt the things you are doing in your life are worthwhile?”


Factors such as age, health conditions and whether people worked were taken into account.


The results showed that happiness, life satisfaction, and worthwhile ratings were all higher on Mondays and Fridays than on Sundays, while happiness was also higher on Tuesdays. There was no evidence that loneliness differed across days of the week.


There was clear evidence of a seasonal influence on mood. Compared with winter, people tended to have lower levels of depressive and anxiety symptoms and loneliness, and higher levels of happiness, and feeling that life was worthwhile in the three other seasons.


Mental health was best in the summer across all outcomes. But the season didn’t affect the associations observed across the day, however.


This was an observational study, so it cannot establish cause.


The Guardian.com. February 5, 2025. Adaptado.

No trecho “Factors such as age, health conditions and whether people worked were taken into account” (8º parágrafo), o termo "whether" indica
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482Q951104 | Português, Interpretação de Textos, Primeira Fase OAB, USP, FUVEST, 2018

I. Surge então a pergunta: se a fantasia funciona como realidade; se não conseguimos agir senão mutilando o nosso eu; se o que há de mais profundo em nós é no fim de contas a opinião dos outros; se estamos condenados a não atingir o que nos parece realmente valioso –, qual a diferença entre o bem e o mal, o justo e o injusto, o certo e o errado? O autor passou a vida a ilustrar esta pergunta, que é modulada de maneira exemplar no primeiro e mais conhecido dos seus grandes romances de maturidade.

II. É preciso todavia lembrar que essa ligação com o problema geográfico e social só adquire significado pleno, isto é, só atua sobre o leitor, graças à elevada qualidade artística do livro. O seu autor soube transpor o ritmo mesológico para a própria estrutura da narrativa, mobilizando recursos que a fazem parecer movida pela mesma fatalidade sem saída. (...) Da consciência mortiça da personagem podem emergir ostranses periódicos em que se estorce o homem esmagado pela paisagem e pelos outros homens.

Nos fragmentosI e II, aqui adaptados, o crítico Antonio Candido avalia duas obras literárias, que são, respectivamente,

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483Q1020079 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Edital n 48, USP, FUVEST, 2025

Texto associado.
Texto para a questão


Extraterrestrial tongues


The challenge of imagining alien communication is highlighted in the film Arrival (2016), where linguists confront a language strikingly different from any on Earth. While fictional alien languages like Klingon (Star Trek) often resemble human languages with variations in sound or syntax, the possibilities for extraterrestrial tongues are far more diverse. To truly grasp the potential for alien linguistic systems, we must consider the fundamental components of language itself: signs, structure, semantics, and pragmatics.

The first level, signs, encompasses the means of expression, which could extend beyond spoken words and written symbols to include gestures, smells (as in animal communication), or even electrical impulses. Structure, the second level, involves the organization of language, including grammar and syntax. While we might initially assume alien languages would share structural similarities with our own, they could radically differ, potentially lacking familiar elements like nouns or verbs, or employing entirely novel grammatical categories, perhaps akin to the way maps convey information.

Semantics, the third level, deals with meaning. Here, the problem of untranslatability arises. While some differences in meaning between human languages exist (e.g., the German word "Fernweh"), alien languages might present more fundamental challenges. If aliens perceive and categorize the world in fundamentally different ways, their language might express concepts we struggle to even grasp.

Despite these obstacles, communication may still be possible. Shared needs, such as describing the world or giving commands, could provide a basis for finding points of connection between alien and human languages. Pragmatics, the fourth level, concerns how language is used in context, including metaphors and social conventions. Differences at this level, particularly when combined with semantic differences, as illustrated by the Tamarian language in Star Trek: The Next Generation, can further complicate understanding.

Ultimately, contemplating the possibilities of alien communication pushes us to expand our understanding of language itself. It encourages us to move beyond our "anthropocentric bubble" and consider that alien languages might possess levels or structures we haven't yet imagined, potentially transforming our perspectives on consciousness, intelligence, and what it means to communicate.


Aeon, April 9th, 2025,(Adaptado)
A metáfora “anthropocentric bubble” (5º parágrafo) produz o efeito de:
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484Q943429 | História, República Oligárquica, Edital 2022, USP, FUVEST, 2021

Antônio Vicente Mendes Maciel, Conselheiro de alcunha, (...) era cearense e nasceu (...) a 13 de março de 1830. (...) Aprendeu a ler, escrever e contar. (...) Andou estudando latim, enxertando frases da língua de Horácio nos seus longos "conselhos", geralmente baseados na Bíblia sagrada, que conhecia razoavelmente. (...) Era apenas um peregrino, acompanhado de numeroso séquito; pequenos agricultores, negros 13 de Maio, caboclos de aldeamentos, gente sem recursos, doentes. (...)

Em 1893 (...) Antônio Vicente se estabeleceu em Canudos (...). Rebatizou a localidade, dando-lhe o nome de Belo Monte. Criou um clima de tranquilidade local. Respeitavam-no. Seu monarquismo era utopia.

De vários pontos do sertão apareciam os conselheiristas (...). Caminhavam para lá movidos pela fé. Queriam morar ali, sem pensar em conquistar novas terras. Nem restaurar a monarquia. Cá de fora, não entenderam assim. Interesses políticos e patrimoniais deram novos rumos e destino sangrento ao sertão do Conselheiro. (...)

José Calazans. “O Bom Jesus do sertão”. Caderno Mais, Folha de S. Paulo. São Paulo, 21/09/1997.


O texto sugere que Antonio Conselheiro

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485Q951102 | Português, Interpretação de Textos, Primeira Fase OAB, USP, FUVEST, 2018

Seria difícil encontrar hoje um crítico literário respeitável que gostasse de ser apanhado defendendo como uma ideia a velha antítese estilo e conteúdo. A esse respeito prevalece um religioso consenso. Todos estão prontos a reconhecer que estilo e conteúdo são indissolúveis, que o estilo fortemente individual de cada escritor importante é um elemento orgânico de sua obra e jamais algo meramente “decorativo”. Na prática da crítica, entretanto, a velha antítese persiste praticamente inexpugnada.

Susan Sontag. “Do estilo”. Contra a interpretação.

Consideradas no contexto, as expressões “religioso consenso”, “orgânico” e “inexpugnada”, sublinhadas no texto, podem ser substituídas, sem alteração de sentido, respectivamente, por:

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486Q945824 | Atualidades, Política, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

Dois eventos marcaram a diplomacia brasileira em relação ao Oriente Médio no início de 2019. Um deles foi o voto contra a resolução da ONU que pedia a desocupação militar das Colinas de Golã e sua devolução à Síria. Outro evento foi o anúncio de transferência da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém, mesmo não tendo sido levada adiante até setembro de 2019. Em relação a esses eventos, é correto afirmar que eles representam
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487Q943428 | História, Revolução Industrial, Edital 2022, USP, FUVEST, 2021

Ao opor operários sob vigilância e operários a domicílio, a fábrica reduziu os seus custos sem se ver necessariamente obrigada a adotar uma tecnologia mais eficaz. O argumento da superioridade tecnológica não é, portanto, nem necessário nem suficiente para explicar o advento e o êxito da fábrica.

Stephen Marglin. “Origens e funções do parcelamento das tarefas”. Revista de Administração de Empresas, v.18, nº4. Rio de Janeiro, 1978, p.14. Adaptado.

De acordo com o economista norte-americano, o triunfo da organização econômica fabril deve ser compreendido

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488Q951115 | História, Brasil Monárquico Segundo Reinado 1831 1889, Primeira Fase OAB, USP, FUVEST, 2018

Em junho de 1995, a seleção de rugby da África do Sul conquistou a Copa do Mundo dessa modalidade esportiva ao vencer a equipe da Nova Zelândia por 15 a 12, na cidade de Johannesburgo. O capitão sul‐africano, François Pienaar, recebeu a taça destinada à seleção campeã das mãos de Nelson Mandela.

Esse acontecimento esportivo

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490Q945804 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

A certa personagem desvanecida
Um soneto começo em vosso gabo*: Contemos esta regra por primeira, Já lá vão duas, e esta é a terceira, Já este quartetinho está no cabo.
Na quinta torce agora a porca o rabo; A sexta vá também desta maneira: Na sétima entro já com grã** canseira, E saio dos quartetos muito brabo.
Agora nos tercetos que direi? Direi que vós, Senhor, a mim me honrais Gabando‐vos a vós, e eu fico um rei.
Nesta vida um soneto já ditei; Se desta agora escapo, nunca mais: Louvado seja Deus, que o acabei. Gregório de Matos
*louvor **grande
Tipo zero
Você é um tipo que não tem tipo Com todo tipo você se parece E sendo um tipo que assimila tanto tipo Passou a ser um tipo que ninguém esquece
Quando você penetra num salão E se mistura com a multidão Você se torna um tipo destacado Desconfiado todo mundo fica Que o seu tipo não se classifica Você passa a ser um tipo desclassificado
Eu até hoje nunca vi nenhum Tipo vulgar tão fora do comum Que fosse um tipo tão observado Você ficou agora convencido Que o seu tipo já está batido Mas o seu tipo é o tipo do tipo esgotado Noel Rosa
O soneto de Gregório de Matos e o samba de Noel Rosa, embora distantes na forma e no tempo, aproximam‐se por ironizarem
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491Q1020082 | Inglês, Interpretação de Texto Reading Comprehension, Edital n 48, USP, FUVEST, 2025

Texto associado.
Texto para a questão


Thirty-six is the new 60


A recent Finnish study, published in the Annals of Medicine, has drawn attention to the detrimental effects of unhealthy habits, revealing that heavy drinking, smoking, and lack of exercise are associated with declines in health in individuals as young as 36. This research tracked the health of children born in Jyväskylä, Finland, from 1959 onwards, indicating that these habits can cause cumulative damage to physical and mental health. While acknowledging the study's limitations, including its focus on a specific demographic and the exclusion of dietary factors, the core message emphasizes the importance of early intervention to address risky health behaviors. This prompts a broader reflection on personal health practices and the seeming paradox of facing agerelated health concerns at an age that once felt youthful.

This reflection is juxtaposed with the observation of a rising health consciousness among younger generations, particularly Gen Z, who are demonstrating a decline in traditional vices like smoking and embracing unique wellness trends often popularized through social media. It's considered whether this increased focus on hygiene and health is partly a consequence of pandemic culture, and questions arise about the implications for older individuals who may not have adopted these evolving health priorities. The conflicting messages surrounding healthy living contribute to uncertainty about the most effective path forward.

The conflicting information is particularly evident in discussions around alcohol consumption. While NHS guidance offers clear benefits for quitting smoking, such as reduced risks of heart attack and lung cancer, advice on alcohol is less definitive. A study in the Canadian Journal of Cardiology even suggests potential cardioprotective effects from white wine, champagne, and fruit, especially for individuals who are wealthy, well-educated, and active. This paradox adds to the uncertainty of navigating health recommendations and lifestyle choices.

Ultimately, many find themselves at a crossroads, weighing the potential risks and benefits of various lifestyle decisions and grappling with the complexities of conflicting health information. Nuanced perspectives on habits like alcohol consumption, which challenge traditional assumptions, further complicate the decision-making process. The ongoing debate underscores the broader challenge of making informed health decisions in an environment of evolving scientific understanding and contradictory advice.


Financial Times, May 3rd, 2025 (adaptado)
O texto sugere que existe uma tendência entre as gerações mais jovens (particularmente a Geração Z) em relação à saúde. Assinale a alternativa que apresenta essa tendência.
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492Q943431 | História e Geografia de Estados e Municípios, Edital 2022, USP, FUVEST, 2021

A revolta dos Malês, ocorrida em Salvador em 1835,
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493Q951112 | História, República Autoritária 1964 1984, Primeira Fase OAB, USP, FUVEST, 2018

Sobre a revolução cultural ocorrida na China, a partir de 1966, é correto afirmar que se tratou de
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494Q945797 | Português, Interpretação de Textos, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

Texto associado.
TEXTOS PARA A QUESTÃO

Os textos literários são obras de discurso, a que falta a imediata referencialidade da linguagem corrente; poéticos, abolem, “destroem” o mundo circundante, cotidiano, graças à função irrealizante da imaginação que os constrói. E prendem‐nos na teia de sua linguagem, a que devemo poder de apelo estético que nos enleia; seduz‐nos o mundo outro, irreal, neles configurado (...). No entanto, da adesão a esse “mundo de papel”, quando retornamos ao real, nossa experiência, ampliada e renovada pela experiência da obra, à luz do que nos revelou, possibilita redescobri‐lo, sentindo‐o e pensando‐o de maneira diferente e nova. A ilusão, a mentira, o fingimento da ficção, aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o; e aclara‐o já pelo insight que em nós provocou.
Benedito Nunes, “Ética e leitura”, de Crivo de Papel.

O que eu precisava era ler um romance fantástico, um romance besta, em que os homens e as mulheres fossem criações absurdas, não andassem magoando‐se, traindo‐se. Histórias fáceis, sem almas complicadas. Infelizmente essas leituras já não me comovem.
Graciliano Ramos, Angústia.

Romance desagradável, abafado, ambiente sujo, povoado de ratos, cheio de podridões, de lixo. Nenhuma concessão ao gosto do público. Solilóquio doido, enervante.
Graciliano Ramos, Memórias do Cárcere, em nota a respeito de seu livro Angústia.
Se o discurso literário “aclara o real ao desligar‐se dele, transfigurando‐o”, pode‐se dizer que Luís da Silva, o narrador‐ protagonista de Angústia, já não se comove com a leitura de “histórias fáceis, sem almas complicadas” porque
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495Q945812 | História, Período Colonial produção de riqueza e escravismo, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

As tentativas holandesas de conquista dos territórios portugueses na América tinham por objetivo central
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496Q945819 | Física, Fundamentos da Cinemática, Vestibular, USP, FUVEST, 2019

Um estímulo nervoso em um dos dedos do pé de um indivíduo demora cerca de 30 ms para chegar ao cérebro. Nos membros inferiores, o pulso elétrico, que conduz a informação do estímulo, é transmitido pelo nervo ciático, chegando à base do tronco em 20 ms. Da base do tronco ao cérebro, o pulso é conduzido na medula espinhal. Considerando que a altura média do brasileiro é de 1,70 m e supondo uma razão média de 0,6 entre o comprimento dos membros inferiores e a altura de uma pessoa, pode‐se concluir que as velocidades médias de propagação do pulso nervoso desde os dedos do pé até o cérebro e da base do tronco até o cérebro são, respectivamente:
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497Q1023774 | Inglês, Tradução Translation, Técnico Administrativo, USP, FUVEST, 2023

Texto associado.
TEXTO PARA A QUESTÃO


We' ve been given no shortage of digital tools that should, in theory, help us work better, with more focus and efficiency, and connect us more easily with our colleagues. Instead, email, instant messaging, remote-meeting apps, work-flow and project-management software can feel like buckets with holes in the bottom, maddeningly inadequate to the task of keeping us from drowning in work. It' s clear that something in the great digital-workplace experiment has gone wrong. Or maybe it' s more accurate to say that it' s still too early to expect that we would have figured out how to make things go right. "We' re working now with new technologies that only emerged in the "90s," says Cal Newport, a Georgetown computer-science professor. "The idea that we immediately figured out the best way to use them is ahistorical. Of course we haven' t gotten it right yet."

Disponível em http://www.nytimes.com (adaptado).
No trecho "Or maybe it' s more accurate to say that it' s still too early to expect that we would have figured out how to make things go right", o termo sublinhado equivale, em português, a
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498Q943400 | Português, Interpretação de Textos, Edital 2022, USP, FUVEST, 2021

Nun´Álvares Pereira

Que auréola te cerca?

É a espada que, volteando,

Faz que o ar alto perca

Seu azul negro e brando.

Mas que espada é que, erguida,

Faz esse halo no céu?

É Excalibur, a ungida,

Que o Rei Artur te deu.

´Sperança consumada, S

. Portugal em ser,

Ergue a luz da tua espada

Para a estrada se ver!

Fernando Pessoa. In: “A Coroa”, Parte I, Mensagem.

A primeira parte de Mensagem, organizada como um correlativo poético do Brasão das Armas de Portugal, perfila uma série de figuras míticas e históricas que teriam sido responsáveis pela formação nacional portuguesa. A seleção de Nun´Álvares Pereira para ocupar o lugar da Coroa

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499Q943417 | Física, Dinâmica, Edital 2022, USP, FUVEST, 2021

Uma criança deixa cair de uma mesma altura duas maçãs, uma delas duas vezes mais pesada do que a outra. Ignorando a resistência do ar e desprezando as dimensões das maçãs frente à altura inicial, o que é correto afirmar a respeito das energias cinéticas das duas maçãs na iminência de atingirem o solo?
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500Q951105 | Português, Interpretação de Textos, Primeira Fase OAB, USP, FUVEST, 2018

Texto associado.

O povo que chupa o caju, a manga, o cambucá e a jabuticaba, pode falar uma língua com igual pronúncia e o mesmo espírito do povo que sorve o figo, a pera, o damasco e a nêspera?

José de Alencar. Bênção Paterna. Prefácio a Sonhos d’ouro.


A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome, outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda e as tintas de que matiza o algodão.

José de Alencar. Iracema.


Glossário:

“ará”: periquito; “uru”: cesto; “crautá”: espécie de bromélia; “juçara”: tipo de palmeira espinhosa.

Atente para as seguintes afirmações relativas ao desfecho do romance A Relíquia, de Eça de Queirós:

I. O autor revela, por meio de Teodorico, sua descrença num Jesus divinizado, imagem que é substituída pela ideia de Consciência.

II. Ao ser sincero com Crispim, Teodorico conquista a vida de burguês que sempre almejou.

III. Teodorico dá ouvidos à mensagem de Cristo, arrepende‐se de sua hipocrisia beata e abraça a fé católica.

Está correto o que se afirma apenas em

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