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Questões de Concursos

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3111Q536 | Técnicas de Vendas e Negociação, Técnico Bancário, Caixa Econômica Federal, CESGRANRIO

Considere as afirmativas a seguir, sobre marketing de segmentos.

I - Qualquer mercado pode ser segmentado de diferentes maneiras, desde que a empresa reconheça uma necessidade substancial não atendida, que possa representar uma oportunidade lucrativa.
II - Ao identificar um conjunto de clientes com necessidades distintas, a empresa pode focalizar num segmento único, para que os clientes identificados recebam uma oferta diferente e apropriada.
III - Empresas que atendem nichos de mercado não correm riscos de verem esses segmentos se esvaziarem, pois seus consumidores raramente alteram os hábitos, e nichos não atraem muitos concorrentes.
IV- Muitas empresas desenvolvem bancos de dados de clientes, que contêm diversas informações, como histórico e preferência de compras, as quais podem ser utilizadas para definir células de mercado.

São corretas as afirmativas
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3112Q6550 | Raciocínio Lógico, Técnico Administrativo, ANVISA, CETRO

Considere a proposição P.

P: “A ou B”

 Onde A e B, por sua vez, são as seguintes proposições:

A: “Suelen é morena”.

B: “Se Cláudia é loira então Noemi é ruiva”.

Ora, sabe- se que a afirmação P é falsa, logo,
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3113Q5916 | Português, Usos do Porquê

Assinale a alternativa que apresenta erro:
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3115Q54159 | História, Antiguidade

(UFPE) Em relação à religião no antigo Egito, pode-se afirmar que:
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3116Q371928 | Direito Empresarial e Comercial, Títulos de Crédito, FGV

Um cliente apresenta a você um cheque nominal à ordem com as assinaturas do emitente no anverso e do endossante no verso. No verso da cártula, também consta uma terceira assinatura, identificada apenas como aval pelo signatário.


Com base nessas informações, assinale a afirmativa correta.

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3117Q697784 | Legislação de Trânsito CTB, CRCI, Detran RJ, 2021

NÃO é um fator que contribui para a redução na concentração do condutor:
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3118Q668805 | Contabilidade Geral, Contabilidade Conceito, Bacharel em Ciências Contábeis, CFC, CONSULPLAN, 2020

A classificação da Contabilidade como ciência se dá como Ciência Social Aplicada tendo o patrimônio como seu objeto de estudo. Sua cientificidade é embasada em teorias que compõem a sua sustentação, provenientes da economia, psicologia, dentre outras áreas do conhecimento. São duas as principais abordagens da Teoria Contábil: a normativa e a positiva. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir. I. A fase positiva foi a base para as primeiras tentativas de regulação do processo contábil e é caracterizada como prescritiva ao buscar estabelecer o que deve ser feito. II. A fase positiva entende como se dá a execução da contabilidade nas organizações e isso, ao longo do tempo, vem preenchendo as lacunas da fase normativa, com o intuito de aclarar essas práticas, antevê-las e, partindo disso, refletir os ímpetos dos usuários da Contabilidade. III. Nenhuma das abordagens é acolhida pela comunidade de pesquisadores, que buscam comprovar hipóteses e relacionar as pesquisas contábeis com outros temas do conhecimento. IV. As abordagens normativa e positiva, unidas aos órgãos reguladores, têm contribuído na definição dos padrões e normativas contábeis nos níveis nacional e internacional. Estão corretas apenas as afirmativas
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3119Q201375 | Engenharia Mecânica, Engenheiro Mecânico, ENADE, INEP

Uma empresa produz eixos de componentes automobilísticos em aço SAE 8620 com dureza de 46 HRC pelo processo de torneamento, utilizando ferramentas de metal duro com revestimento. O cliente exige que a rugosidade máxima dos eixos esteja abaixo de 0,002 micrometros. As ferramentas de torneamento disponíveis na empresa têm raios de ponta (re) de 0,4 mm e 0,8 mm, e os valores de avanço mínimo e máximo (f) que podem ser empregados no processo são 0,1 mm e 0,2 mm.

O valor teórico de rugosidade máxima é definido pela equação RMAX = f2 /8 r?.

Qual deve ser o par de variáveis, avanço/raio de ponta da ferramenta empregado para atender aos requisitos de rugosidade mínima exigidos pelo cliente?

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3120Q30617 | Raciocínio Lógico, Auxiliar Administrativo, CRB MG, QUADRIX

Foi feita uma pesquisa sobre a preferência musical de jovens de uma determinada comunidade e descobriu-se que:

130 preferem forró.
145 preferem pagode.
35 gostam dos dois ritmos igualmente.

Qual a quantidade de entrevistados sabendo que, dos entrevistados, 25 disseram não gostar de nenhum dos dois ritmos?
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3121Q935365 | História, Pré História, ENEM

(Udesc) – O estudo da Pré-História abrange um longo período da história humana. Uma das periodizações mais conhecidas distingue pelo menos dois grandes períodos. Sobre esses períodos e suas distinções, é incorreto afirmar: 

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3122Q360621 | Enfermagem, Sistema Único de Saúde, Auxiliar de Enfermagem, Prefeitura de Nova União MG, FUMARC

A Classificação de Risco é um processo dinâmico de identificação dos pacientes que necessitam de tratamento imediato, de acordo com o potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento. (MS-Cartilha da PNH-Acolhimento com Avaliação e Classificação de Risco).

Com relação aos objetivos da Classificação de Risco, identifique nas afirmativas abaixo a opção INCORRETA.

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3123Q351989 | Artes, Desenho Desenhista, Desenhista Prova 2, CEHAP PB, CESPE CEBRASPE

Em relação ao leiaute e dimensões da folha de desenho, assinale a opção correta.

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3124Q121413 | Português, Pontuação, Analista de Tecnologia da Informação, UFF, UFF

Texto associado.

Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto,no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usualde
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemosmodelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e nãodois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
Imagem 002.jpg

Em relação ao trecho: "Aqui, a idéia de um custeio social - que na verdade é um rateio, porque como contribuintes pagamos aquilo que vamos desfrutar como cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos o custo de operações de câncer, de tratamento de doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo de cada um" (4º parágrafo), a mudança de pontuação que se propõe é INACEITÁVEL, consideradas as normas em vigor, na alternativa:

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3125Q223867 | Direito Constitucional, Constitucionalismo, Procurador, PGE PE, CESPE CEBRASPE

Chega de ação. Queremos promessas. Assim protestava o grafite, ainda em tinta fresca, inscrito no muro de uma cidade, no coração do mundo ocidental. A espirituosa inversão da lógica natural dá conta de uma das marcas dessa geração: a velocidade da transformação, a profusão de ideias, a multiplicação das novidades. Vivemos a perplexidade e a angústia da aceleração da vida. Os tempos não andam propícios para doutrinas, mas para mensagens de consumo rápido. Para jingles, e não para sinfonias. O direito vive uma grave crise existencial. Não consegue entregar os dois produtos que fizeram sua reputação ao longo dos séculos. De fato, a injustiça passeia pelas ruas com passos firmes e a insegurança é a característica da nossa era.
Na aflição dessa hora, imerso nos acontecimentos, não pode o intérprete beneficiar-se do distanciamento crítico em relação ao fenômeno que lhe cabe analisar. Ao contrário, precisa operar em meio à fumaça e à espuma. Talvez esta seja uma boa explicação para o recurso recorrente aos prefixos pós e neo: pós-modernidade, pós-positivismo, neoliberalismo, neoconstitucionalismo. Sabe-se que veio depois e que tem a pretensão de ser novo. Mas ainda não se sabe bem o que é. Tudo é ainda incerto. Pode ser avanço. Pode ser uma volta ao passado. Pode ser apenas um movimento circular, uma dessas guinadas de 360 graus.

L. R. Barroso. Neoconstitucionalismo e constitucionalização do direito. O triunfo tardio do direito constitucional no Brasil. In: Internet: (com adaptações).

Tendo o texto acima como motivação, assinale a opção correta a respeito do constitucionalismo e do neoconstitucionalismo.

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3126Q196868 | Matemática, Conjunto dos números reais, Aluno EsFCEx, EsFCEx, EsFCEx

Se x é racional e y é irracional, então:

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3127Q172335 | Odontologia, Dentista, ENADE, INEP

Um paciente do sexo masculino de 22 anos de idade procurou atendimento em uma clínica odontológica, por apresentar dente superior com sensibilidade a variações térmicas. Após exame clínico, foi verificada, no dente 25, uma lesão cariosa com cavidade (MOD) e inflamação gengival. O exame radiográfico periapical evidenciou extensa área radiolúcida coronária, sugestiva de lesão de cárie próxima à câmara pulpar e limite cervical da cavidade distal a 1,0 mm da crista óssea alveolar.

Na situação descrita, que procedimentos clínicos definitivos devem ser executados, a fim de se reestabelecerem as funções do dente?

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3128Q14514 | Português, Sujeito

O se é pronome apassivador em:
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3129Q319808 | Pedagogia, Currículo e Construção do Conhecimento, Pedagogo, Prefeitura de Teresina PI, CESPE CEBRASPE

Considere que um livro didático mostrasse a figura de uma mulher negra vinculada ao trabalho doméstico em casa de terceiros. Essa situação hipotética exemplificaria, em relação ao currículo, a dimensão

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3130Q137692 | Biblioteconomia, Resumo, Analista Judiciário Biblioteconomia, TRF 4a, FCC

Texto associado.

O livro oferece uma acurada seleção de excertos de julgados
enfocando o atual Código Civil, cujas anotações são feitas
artigo por artigo. Apresenta uma valiosa e recente consolidação
da interpretação dos tribunais brasileiros, inclusive os
Superiores (STJ e STF), no que se refere à aplicação das
disposições do novo Código Civil, proporcionando ao operador
do Direito uma consulta fácil, ágil, completa e precisa de casos
concretos envolvendo a sua aplicação. Oferece uma
extraordinária visão do comportamento atualizado das mais
importantes questões jurídicas que estão a influir diretamente
em nosso cotidiano.

A característica básica desse tipo de resumo é a de

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