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Questões de Concursos

Resolva questões de concursos públicos comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo.


4401Q54638 | Matemática, Retas

(Vunesp) A equação da circunferência com centro no ponto C = (2, 1) e que passa pelo ponto P = (0, 3) é dada por:
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4402Q54045 | Matemática, Regra de Três

Uma gráfica tem capacidade operacional para imprimir 12.500 livros de 120 páginas cada em 15 dias, utilizando 4 máquinas impressoras iguais e trabalhando 8 horas diárias. Tendo recebido uma encomenda de 18.000 livros de 150 páginas cada, que deverão ser entregues em 24 dias, o proprietário resolveu comprar mais máquinas impressoras iguais às já existentes na gráfica. Trabalhando 6 horas diárias para o cumprimento da encomenda, o número de máquinas impressoras que proprietário deverá comprar é:
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4403Q933790 | Artes, Arte Contemporânea

O que a arte performática, um movimento dentro da arte contemporânea, envolve principalmente?

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4404Q791173 | Engenharia Química, Perito Criminal, Polícia Científica de Pernambuco PE, CESPE CEBRASPE

A respeito da teoria do orbital molecular (TOM) e suas aplicações, assinale a opção correta.
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4405Q472586 | Educação Física, Professor, Prefeitura de Garanhuns PE, UPE UPENET IAUPE

No atletismo, existem quatro tipos de salto. Faça as relações com os exercícios de corrida, abaixo descritos, utilizando: SD para saldo em distância, SA para salto em altura, ST para salto triplo, SV para salto com vara e SS para todos os saltos.

( ) Corrida em curva.

( ) Corrida com vara, incluindo o skipping baixo, o calcanhar atrás e o skipping alto.

( ) Corridas de aceleração.

( ) Corrida em "J" com 1ª. para a direita e a 2ª. para a direita ou esquerda.

Assinale a alternativa que apresenta a seqüência correta.

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4406Q136286 | Arquitetura, Analista Judiciário Arquitetura, TRT 6ª Região, FCC

Os elementos do REVIT utilizados para modelagem e representação do modelo podem ser divididos da seguinte forma: Model Elements (Elementos de Modelo), View Elements (Elementos de Vista) e Annotations Elements (Elementos de Anotação). Os Components Elements são uma subdivisão dos Model Elements. A respeito desta organização, corresponde a Component Elements:

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4407Q481 | Português, Analista Judiciário, TRT, ESAF

Assinale a opção que não constitui uma articulação coesa e coerente para as duas partes do texto.

Tendo em vista que 50% da população brasileira vivem com renda igual ou inferior a dois salários mínimos e que 10% se encontram no nível da miséria absoluta, é aspiração nacional que se desenvolvam políticas compatíveis com as necessidades desses segmentos._________________________ demandas de emprego e renda por meio da “economia solidária” e de formas associativas, tais como cooperativas, por exemplo, ou de políticas habitacionais de titulação da propriedade em situação irregular, facilitando ao seu titular o acesso ao crédito e às condições mínimas de cidadania.

(Aspásia Camargo, “Um novo paradigma de desenvolvimento”)
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4408Q329025 | Pedagogia, Teorias do Ensino e da Aprendizagem, Técnico em Gestão Cultural, FCPTN PA, CESPE CEBRASPE

Em uma escola de ensino fundamental foi implantada uma ação para propiciar a melhoria do rendimento escolar. Essa ação estava centrada na distribuição de objetos escolares como prêmios para todos os alunos que obtivessem nota superior a sete pontos.

Nessa situação, é correto afirmar que essa ação está baseada na teoria de aprendizagem denominada

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4409Q114603 | Biblioteconomia, Padrões e Normas ABNT, Analista de Planejamento, IBGE, CESGRANRIO

O resumo na língua do texto é elemento obrigatório em artigo de publicação periódica científica impressa, e suas características estão especificadas na NBR 6022, da ABNT. A norma determina, por exemplo, que esse resumo

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4410Q29216 | Raciocínio Lógico, Apoio Administrativo, CODEBA, FGV

As letras da sigla CODEBA foram embaralhadas e a nova sequência dessas mesmas letras possui as seguintes propriedades:

• nenhuma das 6 letras ocupa a sua posição inicial.
• as vogais aparecem juntas, na mesma ordem que estavam: O, E, A.
• a 5ª letra não é D.
• a letra B aparece antes da letra C.

É correto concluir que, na nova sequência
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4411Q42449 | Noções de Saúde, Legislação em Saúde, Enfermeiro, FMS, NUCEPE

A Organização Mundial da Saúde define Sistema de Informação em Saúde - SIS como um mecanismo de coleta, processamento, análise e transmissão da informação necessária para se planejar, organizar, operar e avaliar os serviços de saúde. Assinale a alternativa CORRETA:
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4412Q260980 | Enfermagem, Administração de medicamentos, Técnico Judiciário Enfermagem, TRF 4a, FCC

Previamente à administração de medicação no paciente, por via parenteral, é necessário que o técnico de enfermagem realize

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4413Q260642 | Informática, Microsoft Excel, Técnico Judiciário Área Administrativa, TRE CE, FCC

Uma célula de planilha Excel pode ocupar várias colunas e/ou linhas utilizando-se o tipo de formatação

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4414Q243660 | Matemática, Conjuntos numéricos, Técnico Administrativo, ANEEL, ESAF

X e Y são dois conjuntos não vazios. O conjunto X possui 64 subconjuntos. O conjunto Y, por sua vez, possui 256 subconjuntos. Sabe-se, também, que o conjunto Z = X ? Y possui 2 elementos. Desse modo, conclui-se que o número de elementos do conjunto P = Y - X é igual a:

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4415Q55513 | Português, Uso dos Porques

Preencha as lacunas das frases abaixo com “por que”, “porque”, “por quê” ou “porquê”. Depois, assinale a alternativa que apresenta a ordem correta, de cima para baixo, de classificação.

– ____________ o céu é azul?
– Meus pais chegaram atrasados, ____________ pegaram trânsito pelo caminho.
– Gostaria muito de saber o ____________ de você ter faltado ao nosso encontro.
– A Alemanha é considerada uma das grandes potências mundiais. ____________?
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4416Q52702 | Matemática, Sargento da Aeronáutica, EEAR, FAB, 2018

Um pedaço de queijo, em forma de prisma triangular regular, tem 6 cm de altura e possui como base um triângulo de 10 cm de lado. O volume desse pedaço de queijo é ____ √3 cm3 .
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4417Q18491 | Português, Engenheiro da Computação, CIAAR, FAB

Texto associado.
Restos do carnaval

Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas-feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Até que viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate.Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
     No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
      E as máscaras? Eu tinha medo mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados, pois, era essencial para mim.
        Não me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma das minhas irmãs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam tanto desgosto e tinha então a vaidade de possuir cabelos frisados pelo menos durante três dias por ano. Nesses três dias, ainda, minha irmã acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça – eu mal podia esperar pela saída de uma infância vulnerável – e pintava minha boca de batom bem forte, passando também ruge nas minhas faces. Então eu me sentia bonita e feminina, eu escapava da meninice.
      Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha e o nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira.
    Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga – talvez atendendo a meu mudo apelo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade, já que sobrara papel – resolveu fazer para mim também uma fantasia de rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma.
      Até os preparativos já me deixavam tonta de felicidade. Nunca me sentira tão ocupada: minuciosamente, minha amiga e eu calculávamos tudo, embaixo da fantasia usaríamos combinação, pois se chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estaríamos de algum modo vestidas – à ideia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morríamos previamente de vergonha – mas ah! Deus nos ajudaria! Não choveria! Quanto ao fato de minha fantasia só existir por causa das sobras de outra, engoli com alguma dor meu orgulho que sempre fora feroz, e aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.
     Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa.
       Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e ainda sem batom e ruge – minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa – mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vida infantil – fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava.
      Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias que eu havia lido sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria.
    Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos já lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa.

(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)
No trecho “… economizava-as com avareza para durarem…" (2º§), o pronome destacado retoma o termo
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4418Q4809 | Contabilidade Geral, Agente Fiscal de Rendas, SEFAZ SP, FCC

A empresa Girobaixo S.A. tinha um contas a receber de R$ 500.000,00 de seu cliente Oportunia Ltda., que estava com dificuldades financeiras. Sabendo das dificuldades de seu cliente e com receio de inadimplência, concedeu desconto de 5% para que o cliente liquidasse a dívida no prazo. A Oportunia aceitou e quitou a dívida. O registro do evento na empresa Girobaixo S.A. representa um fato
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4419Q710624 | Português, Ortografia Convenções de Escrita, Técnico em Tecnologia da Informação, UNIRIO, CESGRANRIO, 2019

Texto associado.
Texto III
                                            Beira-mar
             Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
        no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
        frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
        meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5      sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
        caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
        vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
        cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
        toscas sandálias de dedo.
10         Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
        de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
        tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
        fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
        Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15    A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
        mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
        pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
        Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
        pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20    preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
            A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
        intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
        Entre vários rolos de linha, selecionou os de espes-
        sura entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25   ainda fiel à boa técnica.
            — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
        pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
        das cotações, situação financeira de cada país mun-
        do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30    pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
        gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
        dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
Assim como ocorre com a palavra quebra-mar (?. 5 do Texto III), emprega-se obrigatoriamente o hífen, de acordo com o sistema ortográfico vigente, em
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4420Q522123 | Auditoria, Fraude e Erro

Sobre fraude e erro, marque a alternativa INCORRETA:
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