Desde meados do século XX, o debate sobre
preservação e cuidado com o meio ambiente natural
veio se consolidando como urgente para as
sociedades contemporâneas. No Brasil, por volta dos
anos 1990, as questões ambientais começaram a
fazer mais parte do debate midiático e público, de
estratégias políticas, de legislações específicas e de
medidas empresariais e particulares. Contudo,
nestes primeiros anos do século XXI, no Brasil, o
debate em favor do meio ambiente tem sido
contestado e, até, desconsiderado por
posicionamentos político-ideológicos que acusam,
por exemplo, o “radicalismo dos ambientalistas” de
impedir o desenvolvimento da indústria e da
agricultura. A luta, então, dos “verdes” – um dos
nomes dados com tom pejorativo aos promotores
das causas ambientais hoje –, em defesa do meio
ambiente ocorre, agora, ao lado da luta pela
legitimidade e reconhecimento da contínua
importância das questões ambientais.
Sobre a questão ambiental no Brasil, é correto
concluir que
“A destruição do meio ambiente, causada pelo
homem, pode ser impedida pelo próprio homem,
desde que se modifique radicalmente o modelo
econômico que vem sendo imposto à sociedade
nestes últimos dois séculos. A lógica que está
presente na destruição da natureza é a mesma
lógica baseada na acumulação sem freios do capital.
São irmãos siameses.”
Fonte: OLIVEIRA, L. F. de.; COSTA, R. C. R. da.
Sociologia para jovens no século XXI. 3.ed.
Rio de Janeiro: Imperial Novo Milênio, 2013, p. 187.
No que diz respeito à destruição do meio ambiente e
sua relação com o aquecimento global, é correto
afirmar que