O que ficou de mais importante durante a experiência é ter aprendido que a escrita é um processo. É preciso
preparar-se para ela e ter a consciência de que ela não termina na primeira tentativa. É muito difícil convencer
o estudante (adolescente) da importância dessas etapas, principalmente na sociedade imediatista em que
vivemos. No entanto, com paciência e planejamento didático, é possível fazer com que o próprio aluno vá
percebendo sua evolução na escrita. Também aprendi que nunca haverá as condições ideais de produção,
mas é preciso resistir e persistir até alcançar o objetivo, respeitando o tempo e as características pessoais
de cada aprendiz.
MELO, S. H. D. A reescrita como prática de uma avaliação formativa.
Encontros de Vista, v. 22, n. 2, p. 68-80, jul./dez. 2018 (adaptado).
O relato acima é de um estudante do curso de licenciatura em Letras, participante do Programa Institucional
de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), que realizou, em uma escola pública, atividades de imersão, como
ambientação, observação e regência de aulas.
A partir do relato desse futuro professor acerca do ensino e da avalição da produção escrita, pode-se
afirmar que