A respeito da educação de jovens e adultos (EJA),
Miguel Arroyo nos convida a centralizar o olhar sobre
os sujeitos, pois, normalmente, a visão dos envolvidos
na educação centraliza-se no currículo, na organização, no tempo e nos espaços e, raramente, pensa-se
nos sujeitos, homens e mulheres, seres humanos.
Desse modo, sobre a identidade dos sujeitos da EJA, é
correto afirmar:
✂️ a) A identidade pessoal do público da EJA é fixa,
sendo sua pluralidade, imensa. ✂️ b) Os sujeitos da EJA não têm a consciência do
seu lugar social espacial em suas identidades
de trabalhadores/as de modo mais amplo. ✂️ c) O sujeito da EJA é mero objeto da sociedade,
porque traz histórias com seus marcadores
sociais. ✂️ d) As realidades dos sujeitos da EJA não podem
funcionar como eixo norteador para a organização da escola que atenda a essa modalidade
de ensino. ✂️ e) Os sujeitos da EJA têm uma identidade comum,
o fato de serem trabalhadores (a maioria) ou de
recuperarem algo (leitura e escrita) tolhido em
tempos remotos.