José Dias Sobrinho em Avaliação como instrumento da
formação cidadã e do desenvolvimento da sociedade
democrática: por uma ético-epistemologia da
avaliação, afirma que: “Quanto mais ampla,
qualificada, organizada e intensa for a participação,
maiores as possibilidades de a avaliação ser útil e
produzir os efeitos desejados. Para assegurar a
motivação, é importante que a comunidade educativa
sinta confiança nas lideranças institucionais. Quanto
mais se consolidam os processos avaliativos, mais
possibilidades surgem de fortalecimento dos códigos de
legitimidade técnica e ética, de aprofundamento da
concepção social da instituição e de produção de
acordos a respeito dos objetivos comuns. Asdivergências e contradições só enriquecem o processo,
pois são aspectos essenciais dos processos sociais de
construção dos indivíduos e das comunidades. Dessa
forma, estabelece-se uma interatuação entre agentes
internos e externos, entre avaliação formativa e
regulação. A avaliação assim concebida é
responsabilidade de todos, porém, de forma organizada
e com normas e regras que sejam do conhecimento
geral, respeitando sempre os respectivos papéis, as
competências e os objetivos, bem como as formas e
instrumentos adequados a cada processo.” (Sobrinho,
p.32-33, 2005)
Com base na concepção de avaliação apresentada
por José Dias Sobrinho, em que a avaliação assume
um caráter democrático, participativo e formativo,
assinale a alternativa que melhor interpreta o papel
da avaliação formativa no contexto institucional.
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