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Questões de Concursos Especialidade Medicina Cardiologia

Resolva questões de Especialidade Medicina Cardiologia comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1Q962309 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um cardiologista, líder de um atendimento de reanimação cardiopulmonar, se encontra diante de um ritmo “chocável” e acaba de realizar a terceira desfibrilação do protocolo.
O próximo passo, segundo o ACLS, é:
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2Q962303 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um paciente de 18 anos tem história de febre reumática recente que evoluiu com cardite, sem deixar sequelas.
Com base nessas informações, o melhor esquema de profilaxia secundária para esse paciente é:
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3Q962301 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um homem de 32 anos, previamente hígido, procura pronto atendimento com queixa de dor retroesternal em caráter de pontada, pior à inspiração profunda e ao decúbito dorsal, com discreto alívio ao se sentar e fletir o tronco, iniciada há 6 dias. Relata febre alta no início do quadro. Refere viagem longa de ônibus há 2 semanas, com pessoas “gripadas”.
À ausculta cardíaca, apresenta som rangente, de alta tonalidade, diastólico e sistólico, pancardíaco. Eletrocardiograma mostra: infradesnivelamento de PR e supradesnivelamento segmento ST em diversas derivações. Exame laboratorial apresenta leucocitose e proteína C reativa aumentada.

A principal hipótese diagnóstica e o tratamento mais adequado são, respectivamente:
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4Q962297 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

São fatores de risco para cardiomiopatia periparto:
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5Q962318 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Sobre o uso da dosagem sérica da troponina no perioperatório, é correto afirmar que:
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6Q962317 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Em alguns casos graves de estenose aórtica, é possível encontrar um sopro de característica “piante”, em foco mitral, que pode simular um sopro de regurgitação mitral, conhecido como fenômeno de Gallavardin.
A manobra semiológica que pode ajudar na diferenciação entre fenômeno de Gallavardin e insuficiência mitral é a:
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7Q962319 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Uma paciente de 60 anos, com quadro de dispneia aos pequenos esforços há mais de 1 mês, apresenta, à ausculta cardíaca, sopro holodiastólico em foco mitral, estalido de abertura e hiperfonese de B2 em foco pulmonar. Um cardiologista teve acesso ao ecocardiograma da paciente e calculou um escore de Wilkins de 12.
A melhor conduta terapêutica para a valvopatia dessa paciente é:
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8Q962293 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um paciente idoso de 82 anos, previamente hipertenso, portador de diabetes mellitus mal controlada e tabagista dá entrada no ambulatório de valvopatias. Apresenta sopro ejetivo, mais audível em região paraesternal esquerda, entre 3º e 4º espaço intercostal, com pico telessistólico, menos intenso com manobra de Valsalva. Refere que, nos últimos meses, apresenta cansaço ao realizar esteira em academia a 4,0 km/h.
A melhor conduta em relação à valvopatia do paciente é:
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9Q962305 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um paciente de 65 anos, com história de tabagismo severo e hipertensão arterial mal controlada, apresenta dor retroesternal, súbita, intensa, tipo facada, irradiando para dorso.
Sinais vitais e ectoscopia: PA 180 x 120 mmHg; FC 92 bpm; pálido; sudoreico. Realiza angiotomografia de aorta, que demonstra “flap” proximal após emergência da artéria subclávia esquerda, com extensão até a linha diafragmática.
Os exames laboratoriais demonstram funções orgânicas normais. Com base no caso descrito, a conduta inicial mais adequada para esse paciente é:
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10Q962306 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

No ambulatório de valvopatias, discute-se o caso de um paciente de 72 anos, assintomático, com história de estenose aórtica e com os seguintes parâmetros ecocardiográficos: área valvar aórtica 0,9 cm²; FE 45%; gradiente médio 35 mmHg. Há dúvidas sobre a próxima etapa nesse caso.
A melhor conduta é:
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11Q962307 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

O cardiologista atende um infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST e, devido às condições em que o paciente se encontra, opta por realizar terapia trombolítica.
contraindicação absoluta à trombólise se o paciente:
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12Q962315 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Uma das cardiopatias congênitas mais conhecidas é a tetralogia de Fallot.
A opção com melhor conduta para a crise de hipóxia dos pacientes com essa cardiopatia é:
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13Q962294 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Uma paciente de 35 anos, com história prévia de valvopatia reumática e lúpus eritematoso sistêmico, está em uso de imunossupressores e corticoide. Procura unidade de emergência por quadro de febre vespertina há 2 semanas e astenia intensa. Ao exame físico, apresenta sopro holossistólico em foco mitral 4+/6+, além de pápulas eritematosas não dolorosas nas palmas das mãos.

Durante internação, apresenta níveis de fator reumatoide elevados, crescimento de Candida em 3 amostras distintas de hemoculturas e ecocardiograma transesofágico com vegetação em valva mitral de 0,3 cm de diâmetro. Evolui clinicamente com dispneia em repouso, pior ao decúbito.

Diante do exposto, a melhor conduta para a paciente, dentre as opções abaixo, é:
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14Q962295 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um médico no ambulatório de hipertensão arterial sistêmica deve classificar e tratar um paciente que apresentou os seguintes níveis pressóricos nas últimas três consultas: 156 x 102 mmHg; 158 x 100 mmHg e 152 x 102 mmHg.
Segundo as diretrizes brasileiras mais recentes, a classificação da hipertensão arterial e melhor terapia medicamentosa indicada para tratar esse paciente são, respectivamente:
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15Q962312 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Uma mulher de 72 anos tem história prévia de diabetes, hipertensão arterial sistêmica, artrite reumatoide e fibromialgia. Encontra-se muito nervosa, com problemas familiares nos “últimos tempos” e vem ao pronto atendimento com dor torácica em “aperto”, de localização retroesternal, iniciada há 20 minutos, após discussão intensa com a filha.
Ao exame físico, encontra-se sudoreica, pálida, com PA de 180 x 92 mmHg, FC de 102 bpm, SpO2 a 97%. As auscultas respiratória e cardíaca estão dentro da normalidade. O eletrocardiograma apresenta taquicardia sinusal e supradesnivelamento de segmento ST de derivações da parede anterior. O ecocardiograma à beira leito mostra hipocinesia de segmentos mediais e apicais do ventrículo esquerdo, com hipercinesia basal. A paciente foi encaminhada para cineangiocoronariografia de emergência, na qual se constatou a ausência de placas obstrutivas.
Dentro do exposto, a hipótese diagnóstica mais provável é:
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16Q962298 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Apesar dos grandes avanços da medicina nos últimos anos, a endocardite infecciosa (E.I.) ainda é uma doença com alta mortalidade.
Em relação à E.I., é correto afirmar que:
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17Q962308 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Uma paciente de 60 anos, com história familiar de doença arterial coronariana precoce, encontra-se 1 ano após episódio de infarto agudo do miocárdio. Apresenta cardiomiopatia dilatada, dispneia aos pequenos esforços, com fração de ejeção de 30%, em uso de terapia clínica otimizada, sem isquemia passível de revascularização. O eletrocardiograma: apresenta ritmo sinusal, sinais sugestivos de inatividade elétrica anterior e QRS estreito.
A conduta imediata mais indicada é:
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18Q962313 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um homem de 24 anos, nascido em área rural, comparece a consulta de “check up cardiológico”. Na anamnese, nega qualquer sintoma. Refere história de morte súbita do pai e do tio, aos 34 e 32 anos, respectivamente.
O exame físico está dentro da normalidade. O paciente traz consigo eletrocardiograma, que evidencia ritmo sinusal, inversão de onda T de V1, V2, V3 e deflexão de baixa amplitude, de longa duração, no final do QRS dessas derivações. Holter 24 horas mostra alta incidência de TV não sustentada, com padrão de BRE e eixo para cima.
Diante do exposto, o paciente tem provável diagnóstico de:
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19Q962314 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Considere um paciente de 28 anos, atleta profissional de triatlo, assintomático, que não apresenta histórico de problema de saúde prévio.
Um possível achado que corresponderia ao chamado “coração de atleta” é:
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20Q962316 | Medicina, Especialidade Medicina Cardiologia, TRF 1ª REGIÃO, FGV, 2024

Um paciente de 15 anos, sem comorbidades prévias conhecidas, dá entrada no pronto atendimento com queixa de cansaço e febre alta há 3 dias. Alega episódios de palpitação nesse período. Ao exame físico, ausculta cardíaca flagra sopro mesossistólico, ejetivo, mais audível em focos de ápice, intensidade 2+/6+.
Com base no quadro clínico, o provável diagnóstico relacionado ao sopro auscultado é:
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