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Questões de Concursos Pastor Evangélico

Resolva questões de Pastor Evangélico comentadas com gabarito, online ou em PDF, revisando rapidamente e fixando o conteúdo de forma prática.


1Q1068892 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

De acordo com Sathler-Rosa, o cuidado pastoral não se reduz à ação individual do ministro religioso, mas deve ser entendido como
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2Q1058437 | Português, Funções Morfossintáticas da Palavra se, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Texto associado.
Leia o texto, para responder a questão.

“Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

“Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

“O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.

(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br. Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
A alternativa contendo a passagem em que o pronome “se” pode ser colocado depois do verbo em destaque é:
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3Q1068893 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

De acordo com Sathler-Rosa, o sofrimento humano, diante das novas formas de exclusão e desamparo, exige da teologia pastoral uma postura que
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4Q1068883 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

A obra Introdução ao Novo Testamento, de D. A. Carson, Douglas J. Moo e Leon Morris, é uma referência consolidada para o estudo acadêmico das origens, da autoria, da datação, do contexto histórico e do propósito teológico dos livros do Novo Testamento. Os autores combinam análise exegética, crítica textual e interpretação teológica, sempre atentos às evidências internas e externas. Um dos objetivos centrais da obra é auxiliar o leitor a compreender como os primeiros cristãos produziram, preservaram e interpretaram os textos que hoje compõem o cânon neotestamentário.
Considerando essa abordagem, assinale a alternativa correta conforme o argumento dos autores.
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5Q1057862 | Português, Morfologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2023

Texto associado.
A alegria da música

Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavraalienaçãovem do latimalienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressãoalienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como naRêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como noConcerto nº 3de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves,Na morada das palavras.Adaptado)

A alternativa que substitui, nos parênteses, a expressão destacada, de acordo com a norma-padrão de colocação do pronome, é:
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6Q1068894 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Segundo Zabatiero, a Teologia Prática não deve ser vista apenas como uma aplicação de doutrinas previamente estabelecidas, mas sim como um campo teológico com dinâmica própria.
Isso significa que
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7Q1068882 | Teologia, Processo Administrativo, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

De acordo como estudioso britânico F. F. Bruce,
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8Q1068887 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Grant Osborne propôs a espiral hermenêutica como uma alternativa metodológica às abordagens fundamentalistas e relativistas. Essa perspectiva considera que, embora nenhum intérprete seja plenamente neutro, é possível uma aproximação progressiva do sentido pretendido.
Para tanto, o autor considera que
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9Q1068881 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Considerando a proposta de Walter Brueggemann na obra Teologia do Antigo Testamento: testemunho, disputa e defesa, assinale a alternativa correta sobre sua abordagem teológica.
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10Q1068884 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

A relação literária entre os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas é conhecida como o problema sinótico, tema amplamente discutido por estudiosos do Novo Testamento. Carson, Moo e Morris apresentam as principais hipóteses acadêmicas sobre a origem, a interdependência e o desenvolvimento desses três evangelhos, destacando especialmente a teoria das duas fontes.
Essa teoria propõe que
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11Q1068886 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Na obra Paulo: uma biografia, o teólogo e historiador N. T. Wright propõe uma leitura que interpreta a vida e o pensamento do apóstolo Paulo a partir de seu contexto histórico, social e religioso.
Com base nessa perspectiva, é correto afirmar que, para N. T. Wright,
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12Q1068891 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Na contemporaneidade e sua conjuntura diante dos impactos que levam à fragmentação social e à crise de sentido, Sathler-Rosa afirma que o cuidado pastoral deve assumir um caráter hermenêutico e contextual.
Com base nessa perspectiva, é correto afirmar que
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13Q1068380 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

A centralidade da Teologia da Libertação encontra-se na “opção preferencial pelos pobres”, posicionamento este, que prossegue das temáticas oriundas a partir do Concílio Vaticano II, e, definido nas assembleias
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14Q1068896 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

No que diz respeito ao método teológico, Zabatiero destaca a importância da reflexão circular, conceito que articula
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15Q1058438 | Português, Ortografia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

A alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial é:
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16Q1068378 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

Zabatiero defende uma teologia cujo produto final seja uma “axiologia da ação cristã”.
Para o autor,
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17Q1068888 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

No exercício da capelania, conforme os princípios apresentados por Gisleno Gomes de Faria Alves, o capelão deve assumir um posicionamento que articule atribuições profissionais, competências relacionais e aspectos espirituais.
Nesse sentido, é correto afirmar que
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18Q1068367 | Português, Crase, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão.

Os corpos dos porcos

Os caminhos da biomedicina não cessam de surpreender. Quem diria, décadas atrás, que partes dos animais mais identificados com sujidades viriam a salvar milhares de pessoas? Pois agora se convive com a era dos transplantes com órgãos de porcos, com notável avanço anunciado.
O Hospital Geral de Massachusetts em Boston divulgou operação bem-sucedida, comandada por um médico brasileiro, em que um homem de 62 anos com insuficiência renal grave recebeu um rim suíno geneticamente modificado. O paciente se recuperava bem.
Dá-se o nome de xenotransplante ao procedimento em que o doente recebe órgão de outra espécie, para contornar a escassez de doações humanas. A fila de brasileiros à espera de um rim, por exemplo, conta cerca de 39 mil pessoas.
Embora pouco se pareçam com humanos, suínos têm a parte central do corpo e os órgãos vitais nela contidos de tamanhos comparáveis. A desvantagem está no potencial aumentado para rejeição, dado o parentesco distante com a espécie Sus scrofa domesticus.
Recorreu-se a dezenas de manipulações de DNA para diminuir a rejeição, com a retirada de genes porcinos e inserção de genes humanos. Também se inativaram sequências genéticas correspondentes a vírus adormecidos, por assim dizer, no genoma de porcos.
Vida longa aos xenotransplantes. De uma perspectiva pragmática, é finalidade nobre destinar corpos de animais para salvar pessoas condenadas pela relutância de parentes, esta sim injustificável, a doar órgãos de entes queridos.

(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo da crase está em conformidade com a norma-padrão.
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19Q1058208 | Português, Sintaxe, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2024

Texto associado.
Leia o texto para responder à questão.

O descobridor das coisas

A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.

(José Mauro de Vasconcelos.O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
A concordância atende à norma-padrão em:
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20Q1068879 | Teologia, Pastor Evangélico, EsFCEx, VUNESP, 2025

Entre os teólogos do século 20 que buscaram um diálogo rigoroso entre teologia cristã e filosofia existencialista, destaca-se Paul Tillich, cuja obra é marcada pelo esforço de construir uma teologia sistemática baseada no que ele denominou de método da correlação. Tillich propôs que a teologia deve responder às questões profundas da existência humana, como culpa, ansiedade, finitude e sentido, utilizando categorias simbólicas que comuniquem a verdade da fé cristã ao indivíduo contemporâneo. Um dos conceitos centrais de sua teologia é a noção de Deus como o fundamento do ser, o que implica rejeitar compreensões de Deus como ente entre outros entes, ou como objeto empírico. Segundo Tillich, essa compreensão evita tanto o teísmo antropomórfico quanto o ateísmo literalista, ao afirmar que Deus é aquilo que torna possível o próprio ser e a experiência da realidade última.
Com base nessa concepção, assinale a alternativa correta.
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