Em visita realizada por estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental a um museu de Ciências, voltado
para o público juvenil, um dos experimentos realizados por eles, acompanhados pelo monitor do museu,
foi estimar, sensorialmente, com as mãos, a temperatura corporal de duas bonecas e, em seguida, verificar,
por meio das medidas realizadas com diferentes termômetros, qual das bonecas estava febril. O experimento
utilizou quatro tipos diferentes de termômetros: termômetro de mercúrio analógico clínico (34 a 42°C);
termômetro de mercúrio analógico de laboratório (-10 a 110°C); termômetro digital de contato e termômetro
digital infravermelho.
O monitor discutiu com os estudantes sobre: (i) a importância e as limitações da avaliação sensorial da febre;
(ii) as formas de uso, as potencialidades e as limitações de cada termômetro; e (iii) fake news sobre o uso
do termômetro digital infravermelho. Para avaliar a turma, a professora de Ciências solicitou que os estudantes
relatassem o que aprenderam sobre esse experimento e registrou no quadro as seguintes explicações:
Estudante 1: o termômetro de mercúrio de laboratório é o menos eficaz para medir a febre, pois a medida
da temperatura varia rapidamente quando fora de contato com o corpo analisado.
Estudante 2: a avaliação sensorial da temperatura corporal de uma criança é eficaz para uma mãe ou um
médico avaliar se há febre ou não, pois há precisão na medida da temperatura.
Estudante 3: os termômetros de mercúrio, tanto o clínico como o de laboratório, podem medir a febre e precisam
ser “sacodidos” após o uso, pois o mercúrio só retorna ao bulbo de forma mecânica.
Estudante 4: o termômetro digital infravermelho é indicado para ser usado em espaços públicos, porém,
pelo fato de emitir radiação infravermelha, seu uso excessivo pode ser prejudicial.
Nesse caso, a explicação correta a respeito dos experimentos realizados no museu foi a apresentada
pelo estudante