Um adolescente de 16 anos é atendido por uma psicóloga em psicoterapia individual, com consentimento dos
responsáveis. Após algumas sessões, o paciente revela
episódios de uso ocasional de álcool em festas, sem indícios de dependência ou risco iminente, e solicita que
essa informação não seja compartilhada com seus pais.
Dias depois, os pais entram em contato com a psicóloga,
solicitando informações detalhadas sobre o conteúdo das
sessões, alegando que, como responsáveis legais, têm
direito de saber o que ocorre no atendimento.
Considerando o Código de Ética Profissional do Psicólogo, a psicóloga deve
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