Uma psicóloga infantil atende um menino de 10 anos encaminhado pela escola devido a episódios recorrentes de
agressividade, furtos de pequenos objetos de colegas, mentiras frequentes e destruição de materiais. A mãe relata que o
comportamento piorou após sucessivas separações e reconciliações do casal, períodos em que a criança permaneceu
alternadamente com avós, tios e vizinhos. Durante as
sessões, o menino apresenta postura desafiadora, mexe nos
objetos do consultório sem autorização e, em certos momentos, parece provocar deliberadamente os limites da terapeuta. Apesar disso, demonstra intenso interesse pela continuidade dos atendimentos e frequentemente pergunta se “vai
poder voltar na semana seguinte”.
Com base nas formulações de Winnicott, a conduta psicoterápica adequada, nesse caso, é
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