Leia o texto para responder a questão.
Como os Rolling Stones desafiam o tempo e comprovam: há
vida no rock após os 80
Não importa que Jagger tenha 80 anos e Keith Richards
— junto com Mick, o último sócio-fundador ainda restante —
também, e que Ron Wood, o guitarrista “caçula”, já some 77
aniversários.
Na estrada — ou mesmo no estúdio — o núcleo central
dos Stones se mantém ativo com sabedoria de veteranos e
vitalidade impensável para sua idade.
Assim como os Stones, muitos de seus contemporâneos
vêm desafiando a passagem do tempo e suas próprias limitações
físicas e criativas.
O hoje oitentão Roger Daltrey e o The Who estão entre
aqueles que atravessam os anos com shows lotados —
engolindo, curiosamente, as palavras que os consagraram na
juventude: “Espero morrer antes de envelhecer”.
Paul McCartney, com 82 anos bem rodados, cruza
continentes, incansável, lotando estádios — e lá vem ele de
volta ao Brasil, no final do ano.
Todos, juntos, fazem parte de uma geração de artistas
mergulhados num experimento inédito e ainda em andamento:
haverá vida no rock depois dos 80 anos? Melhor que ninguém,
os Rolling Stones demonstram que sim.
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