A rotina no dia a dia de trabalho é geralmente
muito intensa na sede da SEDUCE, localizada
no município de Petrolina-PE. Para que o ano
letivo ocorra sem sobressaltos, a Secretária de
Educação municipal precisa: Planejar as metas
de ensino; Organizar a distribuição dos
professores e recursos didáticos; Dirigir as
equipes pedagógicas, motivando-as; e, por fim,
controlar os resultados.
O controle é, muitas vezes, a função mais
negligenciada, mas é a que garante que os
impostos do cidadão petrolinense estão
gerando o impacto esperado. Sem controle, o
planejamento é apenas um desejo (Bateman;
Snell, 2021).
Quando um gestor da SEDUCE olha para os
dados do programa "Escola em Tempo Integral"
— um marco para o desenvolvimento das
crianças do Vale do São Francisco -- ele não
está apenas lendo números; ele está exercendo
o poder-dever de fiscalizar e garantir que o
padrão de excelência municipal seja mantido
em cada bairro e distrito.
Ao analisar os relatórios de frequência dos
alunos no programa "Escola em Tempo
Integral", o gestor da SEDUCE identifica que
uma unidade escolar está com índices
significativamente abaixo da meta. Ele não
apenas detecta o desvio do objetivo daquilo que
foi acordado, mas também convoca o diretor da
escola para entender as causas e propor um
Plano de Ação (PA) para melhorias sistemáticas
no processo em questão.
Considerando a natureza do processo de
controle administrativo, a ação do gestor ao
propor um “PA” representa a etapa conhecida
como: