Na década de 2000, vídeos produzidos por moradores de áreas periféricas da cidade de São Paulo chamaram a atenção de pesquisadores para uma nova expressão do videoativismo. Diferentemente dos chamados vídeos populares dos anos 1970 e 1980, que tinham um direcionamento político afinado com as lutas operárias e os movimentos contra a ditadura, o videoativismo do século XXI aborda reivindicações sociais, expressões culturais e demandas identitárias das populações da periferia.

(http://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado.)

Na atual relação centro-periferia, o videoativismo é promotor

Ao traçarem as origens do conceito de desenvolvimento sustentável, vários autores enfatizam sua utilização, a partir de meados da década de 1980, associando-o a uma mudança de enfoque na definição da problemática ambiental, de visões eminentemente preservacionistas dos anos de 1960 e 1970 para uma visão que relaciona o crescimento econômico à preocupação ambiental.

(Heloísa S. M. Costa. “Meio ambiente e desenvolvimento, um convite à leitura”. In: Cássio Eduardo V. Hissa (org.). Saberes ambientais, 2018.)

Coerente ao novo enfoque sobre a problemática ambiental, o desenvolvimento sustentável

Por questões higiênicas, os antigos cemitérios eram construídos fora das cidades. Contudo, esses espaços foram incorporados às cidades, bem como novos conjuntos foram inaugurados nas periferias. Os cemitérios são um risco potencial para o ambiente. Cada corpo libera em torno de 30 a 40 litros de necrochorume, uma substância que pode contaminar o solo e a água com quantidades elevadas de bactérias e vírus, causadores de doenças.
(Adriano Liziero. “Cemitérios: risco potencial para o ambiente”. https://geografiavisual.com.br, 11.02.2019. Adaptado.)
Embora indesejável por questões ambientais e sanitárias, a incorporação de cemitérios às cidades exemplifica