Indicação, Contraindicação, Técnicas e
Efeitos Fisiológicos da Fisioterapia Aquática
Um paciente com paralisia cerebral é encaminhado
para fisioterapia aquática em Queimadas, PB. O
fisioterapeuta precisa planejar o tratamento
considerando as condições específicas do paciente.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A fisioterapia aquática é indicada para pacientes com
paralisia cerebral porque o ambiente aquático facilita o
movimento, reduzindo o efeito da gravidade e
melhorando a função motora.
2. Técnicas como a flutuação assistida e a resistência
progressiva na água podem ser usadas para melhorar a
força muscular e o controle postural em pacientes com
paralisia cerebral.
3. A temperatura da água deve ser mantida entre 26°C
e 28°C para garantir o conforto e evitar a fadiga
muscular em pacientes com paralisia cerebral.
4. A fisioterapia aquática é contraindicada em pacientes
com epilepsia não controlada, devido ao risco de
convulsões na água.
5. O efeito da hidrostática no ambiente aquático pode
ajudar a melhorar o retorno venoso e a reduzir o edema
em pacientes com paralisia cerebral.
Exercícios Terapêuticos e Treinamento
Funcional
Um paciente em reabilitação pós-cirurgia de ligamento
cruzado anterior (LCA) em Queimadas, PB, precisa de
um programa de exercícios terapêuticos e treinamento
funcional para recuperar a função do joelho.
Considere as afirmativas abaixo:
1. O fortalecimento do quadríceps e dos músculos
isquiotibiais é essencial para a estabilização do joelho e
a prevenção de futuras lesões.
2. Os exercícios de cadeia cinética fechada, como
agachamentos, são preferíveis aos de cadeia cinética
aberta nas fases iniciais da reabilitação pós-LCA, devido
à menor carga sobre o enxerto.
3. O treinamento funcional deve incluir atividades que
simulem os movimentos específicos do esporte ou das
atividades diárias do paciente, para garantir uma
recuperação funcional completa.
4. A propriocepção é um componente crucial do
treinamento funcional, ajudando a restaurar a
coordenação neuromuscular e a prevenir novas lesões.
5. O retorno ao esporte deve ser liberado assim que o
paciente alcançar 70% da força muscular comparada
ao lado não operado.
Provas de Função Muscular
Um atleta de alto desempenho em Queimadas, PB,
apresenta queixas de fraqueza na musculatura dos
membros inferiores, após um treinamento intensivo. O
fisioterapeuta decide realizar provas de função
muscular para identificar possíveis deficiências.
Considere as afirmativas abaixo:
1. A prova de função muscular deve incluir a avaliação
de grupos musculares específicos, como o quadríceps
e o gastrocnêmio, utilizando a escala de Oxford para
determinar o grau de força.
2. Em atletas, a resistência muscular também deve ser
avaliada, especialmente para músculos de grande
demanda funcional, como o sóleo e o tibial anterior.
3. O dinamômetro manual é um instrumento útil para
quantificar a força muscular de forma mais precisa do
que a resistência manual aplicada pelo fisioterapeuta.
4. A reabilitação do atleta deve ser baseada nos
resultados da prova de função muscular, com foco no
fortalecimento dos músculos que apresentam déficits e
no equilíbrio muscular. 5. A prova de função muscular deve ser realizada
apenas após o atleta ter sido afastado do treinamento
por pelo menos uma semana, para evitar interferências
nos resultados.
Exercícios Terapêuticos e Treinamento
Funcional
Um idoso com osteoartrite de quadril em Queimadas,
PB, está em tratamento fisioterapêutico para melhorar
sua mobilidade e reduzir a dor. O fisioterapeuta deve
elaborar um plano de exercícios terapêuticos que seja
seguro e eficaz.
Considere as afirmativas abaixo:
1. Os exercícios terapêuticos devem incluir
alongamentos suaves dos músculos ao redor do
quadril, como o iliopsoas e o glúteo médio, para
aumentar a amplitude de movimento.
2. O fortalecimento dos músculos abdutores do quadril
é crucial para a estabilidade da articulação e para
reduzir a carga sobre a articulação afetada.
3. Exercícios de baixo impacto, como caminhar em uma
piscina (hidroterapia), não são recomendados em casos
como o apresentado. 4. A mobilização articular é contraindicada em casos de
osteoartrite, pois pode exacerbar os sintomas e acelerar
o desgaste da articulação.
5. O treinamento funcional deve incluir atividades que
melhorem o equilíbrio e a coordenação, visando
prevenir quedas e melhorar a qualidade de vida do
paciente.