Acolhimento e Classificação de Risco (A&CR) é uma das prioridades de investimento do componente Parto e Nascimento (Portaria nº 1.450 de 24 de junho de 2011, art. 7º, alínea II, inciso “e”). Sobre o tema é correto afirmar que:
O aborto legal, ou seja, interrupção da gravidez nos casos previstos em lei ainda é um tema que causa muita dificuldade de acesso e dúvida nas mulheres, particularmente nas mulheres mais pobres, mais excluídas da sociedade e que tem menos informações. A legislação brasileira estabelece os permissivos legais para a interrupção da gestação nos seguintes casos:
Quando falamos de parto, a primeira coisa que vem à cabeça das pessoas é a dor e o medo da dor. A dor é algo que foi construído na vida das mulheres. As enfermeiras obstétricas que assistem as mulheres no momento do nascimento no dia a dia, utilizam como métodos não farmacológicos de alívio da dor:
São práticas prejudiciais ou ineficazes, que não são recomendadas como rotina de assistência ao parto:
São modificações locais que ocorrem no organismo feminino na gestação:
Na admissão da parturiente, durante o exame obstétrico, a enfermeira deve estar atenta às seguintes intercorrências:
No mundo inteiro, muitas mulheres sofrem abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto nas instituições de saúde. Tal tratamento não apenas viola os direitos das mulheres ao cuidado respeitoso, mas também ameaça o direito à vida, à saúde, à integridade física e à não-discriminação (OMS,2014). São categorias de desrespeito e abuso relacionados à assistência obstétrica:
Em relação à profilaxia da pré-eclâmpsia no pré-natal, as gestantes com maior risco e alvo dessa intervenção são aquelas que apresentam: