A execução do Plano de Metas do governo Juscelino Kubitschek caracterizou, economicamente, a segunda metade da década de 1950 no Brasil.
Essa execução foi exitosa em inúmeros aspectos, tais como a(o)

A resposta da política econômica brasileira à crise mundial de 2008, com seus subsequentes desdobramentos na área do euro, tem sido a de

Um dos planos econômicos implementados no Brasil, durante a década de 1980, foi o Plano Bresser em 1987.
Esse Plano visava a

O BNDES tem apoiado o crescimento de longo prazo da economia brasileira, financiando investimentos na área industrial e de infraestrutura.
A curto prazo, ao longo dos ciclos econômicos, como na década de 2000 a 2010, o BNDES tem

Em meados da década de 1960, foi implementado no Brasil o Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG).
O conjunto de medidas adotadas nesse Plano

A respeito do fracasso dos diversos programas de estabilização heterodoxos adotados no Brasil na segunda metade da década de 1980, o economista Ricardo Carneiro comenta que

quaisquer que tenham sido os méritos e deméritos desses programas de estabilização, o principal requisito para obter êxito era conseguir estabilizar o valor externo da moeda, objetivo que se encontrava fora do alcance das autoridades econômicas locais. Ou seja, a ruptura do financiamento externo e a transferência de recursos reais para o exterior estão na raiz da incerteza quanto à evolução da taxa de câmbio, cujo efeito sobre as outras esferas da economia dá ensejo ao desenvolvimento de um processo hiperinflacionário.

CARNEIRO, R. Desenvolvimento em crise: a economia brasileira no último quartel do século XX. São Paulo: Unesp. p. 206. Adaptado.

No trecho mencionado, o autor salienta que o ambiente macroeconômico prevalecente na década de 1980, caracterizado por diversas restrições, criou dificuldades adicionais para o sucesso da estabilização monetária no Brasil naquele período. Tal situação era bastante distinta do ambiente econômico no qual foi implementado o Plano Real (1994), programa bem-sucedido de estabilização monetária, que se beneficiou do(a)

Após o retorno de Getúlio Vargas ao poder, eleito, democraticamente, pelo antigo PTB, em 1950, com cerca de 48,7% dos votos, já não se podia afirmar, categoricamente, que o projeto de desenvolvimento econômico no Brasil fosse completamente espontâneo, induzido apenas pelas crises do setor externo, já que, em seu governo, foram adotadas diversas medidas em prol do crescimento e da promoção de mudanças estruturais.

São evidências do projeto desenvolvimentista do Segundo Governo Vargas (1951-1954) a

Na história do dinheiro, diferentes elementos foram utilizados para representar o valor das coisas. Bois, sementes, conchas e outros elementos naturais foram utilizados como moeda em distintas civilizações. No Ocidente, os metais preciosos passam a ser utilizados para a produção de moedas no século VI a.C., quando são cunhadas as primeiras moedas. Durante mais de dois milênios, o meio circulante no Ocidente foi composto fundamentalmente por moedas de ouro, prata e outros metais preciosos, modelo chamado de “padrão ouro”, baseado em moedas de valor intrínseco. Durante o século XX, a quebra do padrão ouro transforma o meio circulante mundial, promovendo a circulação de moedas de valor fiduciário, aceito socialmente por confiança nos agentes emissores.

Os dois atos determinantes para o final do padrão ouro no meio circulante mundial foram as(os)
A Casa da Moeda do Brasil foi criada por Lei, de 8 de março de 1694, pelo Rei D. Pedro II, de Portugal. Sediada inicialmente na Bahia, possui instalações localizadas no Distrito Industrial, bairro de Santa Cruz, no Rio de Janeiro (RJ), desde 1983. Apesar de a empresa existir há mais de 3 séculos, a produção de cédulas pela Casa da Moeda do Brasil somente é iniciada na segunda metade do século XX.

Qual foi a primeira emissão de cédula(s) do governo brasileiro com projeto concebido por brasileiros e produzida integralmente pela empresa?

Depois de serem relegados a papel secundário nas décadas de 1980 e 1990, a adoção de programas de política industrial, em prol do desenvolvimento econômico e social, recrudesceu no Brasil, a partir da década de 2000. Desde então, foram adotados ou anunciados os seguintes programas: a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE), em 2003; a Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), em 2008; o Plano Brasil Maior (PBM), em 2011; e a Nova Indústria Brasil (NIB), em 2024.

Com exceção da NIB, que se encontra em fase de implementação, a PITCE, a PDP e o PBM continham os seguintes aspectos comuns, EXCETO a adoção de