Segundo Neville (2016), a fenda facial lateral é causada pela falta de fusão dos processos maxilar e mandibular e representa 0,3% de todas as fendas faciais. Tal fenda pode ser unilateral ou bilateral, estendendo-se da comissura labial até a orelha, resultando em macrostomia. A fenda facial lateral pode ocorrer como um defeito isolado, mas geralmente está associada a outras desordens, tal como a
As fossetas labiais paramedianas se apresentam tipicamente como fístulas bilaterais e simétricas em relação à linha média do vermelhão de lábio inferior. A apresentação clínica pode variar de depressões sutis a fossas proeminentes. Essas fístulas cegas podem se estender inferiormente a uma profundidade de 1,5 cm e drenar saliva. Ocasionalmente, uma fosseta única pode estar presente central ou lateralmente à linha média. O maior significado das fossetas labiais paramedianas é que, em geral, elas são herdadas como um traço autossômico dominante em combinação com a fenda labial (FL) e/ou a fenda palatina (FP). Segundo Neville (2016), qual síndrome pode acompanhar as fossetas labiais paramedianas?
Um paciente de 38 anos relata dor difusa nos dentes superiores, acompanhada de congestão nasal e dor frontal. O exame clínico revela ausência de cáries ou sinais de doenças periodontais. Uma tomografia computadorizada evidencia sinusite maxilar bilateral. Qual é o tratamento mais indicado para o manejo dessa condição?
Segundo Miloro et al (2016), as bactérias mais comumente associadas à pericoronarite são:
O crescimento excessivo do tecido pulpar jovem em direção à superfície oclusal, que se dá em consequência de um processo inflamatório crônico, é chamado de
Acerca das doenças das glândulas salivares e das doenças da articulação temporomandibular, julgue o item que se segue.
Dos tumores salivares glandulares, o carcinoma mucoepidermoide é a neoplasia maligna mais comum; aproximadamente mais da metade desses tumores está presente nas glândulas salivares maiores, sendo a glândula submandibular a mais afetada.
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