Uma mulher de 43 anos, fumante, diabética e com hipertensão arterial procura o serviço de planejamento familiar para ser ajudada na escolha do método anti-concepcional. Nesta situação clínica, contra-indica-se
O DIU de cobre pode ser inserido até 48 h após o parto ou após a quarta semana pós-parto. Segundo o disposto nas resoluções do Conselho Federal de Enfermagem, o enfermeiro, após treinamento específico, estará apto a realizar a consulta clínica, prescrever e inserir o DIU.
O termo planejamento reprodutivo pode ser substituído pela expressão controle de natalidade, uma vez que ambos preveem o respeito e a garantia dos direitos sexuais e reprodutivos das mulheres.
Uma recomendação para o acolhimento da usuária e de seus familiares na porta de entrada de um hospital geral dotado de maternidade é que se construa um fluxo de entrada dirigido especificamente para a maternidade.
Uma mulher que utiliza o anticoncepcional oral como método de contracepção deve ser orientada, caso se esqueça de tomar uma pílula, a tomá-la assim que se lembrar de fazê-lo e a continuar o uso do anticoncepcional como de costume.
O anticoncepcional oral combinado não deve ser indicado para mulheres infectadas com o HIV que tenham AIDS ou estejam em terapia antirretroviral.
A reprodução assistida não se inclui na programação de planejamento familiar proposta pelo Ministério da Saúde.
O uso de anticoncepcional injetável trimestral pode ser iniciado a qualquer momento no pós-parto, desde que a mulher não esteja grávida e esteja amamentando de forma exclusiva ou parcialmente e que a menstruação não tenha retornado. No caso da opção por essa forma de contracepção, é recomendado o uso de algum método contraceptivo de apoio por sete dias.
Inclui-se na estratégia Rede Cegonha do SUS a atenção a crianças de até vinte e quatro meses de idade.
Planejamento familiar é o direito que toda pessoa tem à informação, à assistência especializada e ao acesso aos recursos que permitam optar livre e conscientemente por ter ou não ter filhos. O número, o espaçamento entre eles e a escolha do método anticoncepcional mais adequado são opções que toda mulher deve ter, na escolha de forma livre e por meio da informação, sem discriminação, coerção ou violência. (MS)
Os métodos anticoncepcionais recomendados pelo Ministério da Saúde, nas ações de educação em saúde e orientações no planejamento familiar são
A resposta correta do enfermeiro deverá ser:
Entre os efeitos colaterais da injeção hormonal como método contraceptivo, incluem-se: enjoo, vômitos, sangramento ou marca de sangue entre menstruações, ausência de menstruação, aumento de peso, dor de cabeça leve, dor nas mamas, tonteira e mudança de humor.
A amamentação contribui para o aumento do intervalo entre partos, previne a osteoporose nas mulheres e diminui a incidência de icterícia e alergias nas crianças.
Durante uma consulta de enfermagem com uma adolescente, a enfermeira identifica sinais de comportamentos sexuais de risco. Ao abordar o tema, a adolescente revela que não utiliza métodos contraceptivos e possui múltiplos parceiros sexuais. Diante dessa situação, qual é a intervenção mais apropriada por parte da enfermeira?
I. O uso de contraceptivos hormonais orais requer prescrição médica e acompanhamento periódico.
II. O dispositivo intrauterino (DIU) é um método de barreira que previne a fecundação.
III. A laqueadura tubária é um método contraceptivo irreversível.
IV. Os preservativos masculinos e femininos protegem contra DST e gravidez indesejada.
Está correto o que se afirma em:
A Assistência em Anticoncepção pressupõe a oferta de todas as alternativas de métodos anticoncepcionais aprovadas pelo Ministério da Saúde, bem como o conhecimento de suas indicações, contraindicações e implicações de uso. Na decisão sobre o método anticoncepcional a ser usado devem ser levados em consideração: