A escala ASIA é utilizada para classificar as lesões
medulares com base na função sensorial e motora
abaixo do nível da lesão. Ela divide as lesões em
cinco categorias principais. A categoria A representa
lesões completas, onde não há função motora ou
sensorial abaixo da lesão. Na categoria B, ocorre
preservação da sensação abaixo da lesão, mas sem
função motora voluntária. Já na categoria C, há
preservação de alguma função motora voluntária,
porém a maioria dos músculos principais abaixo da
lesão é avaliada com notas inferiores a 3 na escala de
Oxford. Na categoria D, há preservação significativa
da função motora voluntária, com a maioria dos
músculos principais avaliados com notas de 3 ou mais
na mesma escala. Por fim, a categoria E indica função
sensorial e motora normais. Esta classificação é
fundamental para determinar a extensão da lesão
medular, guiar o tratamento e fornecer previsões mais
precisas sobre a recuperação funcional dos
pacientes. De acordo com a escala ASIA, NÃO é um
requisito para classificação de lesão completa a:
A imersão na água provoca efeitos fisiológicos
significativos em todos os sistemas do corpo,
tornando essa abordagem eficaz no tratamento de
pacientes neurológicos. Devido às suas propriedades
hidrostáticas, hidrodinâmicas e termodinâmicas,
combinadas com os métodos de tratamento, a
fisioterapia aquática facilita a estimulação sensorial,
motora e funcional. Avalie as seguintes afirmativas
sobre os princípios físicos, os efeitos fisiológicos,
métodos e técnicas no meio aquático:
I. A resposta de bradicardia após a imersão ocorre em razão da pressão hidrostática da água, que aumenta o débito cardíaco e, consequentemente, provoca o aumento do volume cardíaco, diminuindo a frequência cardíaca.
II. A viscosidade é uma propriedade importante que afeta o movimento da água, sendo definida como uma força por unidade de área, onde a pressão da água é exercida igualmente sobre toda a superfície de um corpo imerso.
III. Em pacientes hemiplégicos, é comum que o centro de gravidade e centro de flutuação do corpo estejam desalinhados lateralmente, provocando uma rotação não intencional do corpo em flutuação na superfície da água.
IV. Em pacientes neurológicos que nunca tiveram contato, ou familiaridade, com o meio líquido e tem indicação de hidroterapia, o terapeuta pode se utilizar do Programa de 10 pontos do Método Bad Ragaz para adaptação ao ambiente aquático.
Assinale a alternativa CORRETA:
I. A resposta de bradicardia após a imersão ocorre em razão da pressão hidrostática da água, que aumenta o débito cardíaco e, consequentemente, provoca o aumento do volume cardíaco, diminuindo a frequência cardíaca.
II. A viscosidade é uma propriedade importante que afeta o movimento da água, sendo definida como uma força por unidade de área, onde a pressão da água é exercida igualmente sobre toda a superfície de um corpo imerso.
III. Em pacientes hemiplégicos, é comum que o centro de gravidade e centro de flutuação do corpo estejam desalinhados lateralmente, provocando uma rotação não intencional do corpo em flutuação na superfície da água.
IV. Em pacientes neurológicos que nunca tiveram contato, ou familiaridade, com o meio líquido e tem indicação de hidroterapia, o terapeuta pode se utilizar do Programa de 10 pontos do Método Bad Ragaz para adaptação ao ambiente aquático.
Assinale a alternativa CORRETA:
Seja nas posições de decúbito dorsal, decúbito lateral ou sentado com o tronco inclinado anteriormente, ao erguermos o membro inferior com o joelho estendido, acrescentando dorsiflexão ou plantiflexão do tornozelo, com inversão plantar, adução e rotação medial do quadril, associados à flexão passiva do pescoço, estaremos aplicando a técnica de Mobilização Neural para avaliarmos o nervo
A fisioterapia desempenha um papel fundamental no
tratamento de distúrbios neurológicos motores periféricos,
ajudando os pacientes a recuperarem a função motora e a
qualidade de vida, o objetivo principal da fisioterapia nos
distúrbios neurológicos motores periféricos é:
Leia o Caso Clínico 1 para responder à questão.
Caso Clínico 1
A.G., 7 anos, encaminhada ao serviço de fisioterapia para avaliação, apresenta diagnóstico de Paralisia Cerebral (PC). Ela nasceu prematura, aos 5 meses e 3 semanas de idade gestacional, com peso de 1.300g. A paciente é capaz de passar de sentada para em pé com apoio à frente e de permanecer sentada sem apoio por 10 segundos. Ela utiliza cadeira de rodas para locomoção ou marcha com andador, com supervisão ou com o apoio das mãos em uma pessoa. Além disso, usa o engatinhar para sua locomoção no domicílio. No exame físico: na goniometria, limitação para extensão e abdução de quadril e, também, para dorsiflexão dos tornozelos. Verificou-se, ainda, tônus aumentado nos flexores e adutores de quadril, nos flexores de joelho e nos flexores plantares. Em pé, com apoio à frente, observou-se tendência à flexão dos joelhos, principalmente à esquerda, com adução de quadril. Na marcha, com apoio e rotação medial e adução dos MMII. Constatou-se, ainda, leve aumento de tônus em MMSS, principalmente à esquerda, sobretudo nos flexores de cotovelo e punho. O membro superior esquerdo apresentou aumento de tônus durante as atividades gráficas, e o membro superior direito, com rotação medial de ombro. Porém, verificou-se a capacidade de realizar o alcance manual, embora com diminuição de força muscular.
Qual é a classificação da PC em relação ao nível do
GMFCS?
É uma doença inexorável, degenerativa e progressiva, a
Esclerose Lateral Amiotrófica, conhecida como ELA, é uma
doença que causa a depleção do(s):
A técnica de rotação rítmica (RoR) usada com paciente em
decúbito dorsal (DD), ambos os membros inferiores posicionados
sobre uma bola com o quadril e os joelhos flexionados em 90º Fisioterapeuta realizando balanço suave de um lado para o outro,
tem como principal objetivo
Uma paciente de 55 anos, diagnosticada com esclerose
múltipla, apresenta tremores nas mãos, rigidez muscular e
dificuldades motoras progressivas. Ela relata perda de
coordenação motora, dificuldades para caminhar e
espasticidade nos membros inferiores. Qual seria a
intervenção fisioterapêutica mais indicada para melhorar a
funcionalidade e a mobilidade dessa paciente?
Leia o Caso Clínico 1 para responder à questão.
Caso Clínico 1
A.G., 7 anos, encaminhada ao serviço de fisioterapia para avaliação, apresenta diagnóstico de Paralisia Cerebral (PC). Ela nasceu prematura, aos 5 meses e 3 semanas de idade gestacional, com peso de 1.300g. A paciente é capaz de passar de sentada para em pé com apoio à frente e de permanecer sentada sem apoio por 10 segundos. Ela utiliza cadeira de rodas para locomoção ou marcha com andador, com supervisão ou com o apoio das mãos em uma pessoa. Além disso, usa o engatinhar para sua locomoção no domicílio. No exame físico: na goniometria, limitação para extensão e abdução de quadril e, também, para dorsiflexão dos tornozelos. Verificou-se, ainda, tônus aumentado nos flexores e adutores de quadril, nos flexores de joelho e nos flexores plantares. Em pé, com apoio à frente, observou-se tendência à flexão dos joelhos, principalmente à esquerda, com adução de quadril. Na marcha, com apoio e rotação medial e adução dos MMII. Constatou-se, ainda, leve aumento de tônus em MMSS, principalmente à esquerda, sobretudo nos flexores de cotovelo e punho. O membro superior esquerdo apresentou aumento de tônus durante as atividades gráficas, e o membro superior direito, com rotação medial de ombro. Porém, verificou-se a capacidade de realizar o alcance manual, embora com diminuição de força muscular.
Qual é a classificação da PC apresentada pela criança
nesse caso clínico?
A artéria cerebral anterior (ACA) é o primeiro e o menor dos dois
ramos terminais da artéria carótida interna.
Na síndrome da artéria cerebral anterior a característica mais comum é
Na síndrome da artéria cerebral anterior a característica mais comum é
Após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), João,
60 anos, apresenta hemiparesia à direita, dificuldades de
equilíbrio e coordenação prejudicada. Ele tem dificuldades
para realizar atividades cotidianas, como tomar banho e se
alimentar sozinho. Com esse quadro, qual seria a
intervenção fisioterapêutica mais indicada para a
reabilitação deste paciente?
Pacientes pós-AVC frequentemente apresentam déficits
motores e alterações na coordenação, necessitando de
abordagens fisioterapêuticas específicas para promover a
recuperação funcional. A terapia de treinamento em
circuito, que combina atividades motoras funcionais e
práticas repetitivas, é uma técnica eficaz, conforme
descrito por Basso et al. (2006). Qual técnica
fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a coordenação
motora e restaurar as atividades funcionais em pacientes
pós-AVC?
A fisioterapia em pacientes com doenças
neuromusculares, como a esclerose lateral amiotrófica
(ELA), inclui técnicas para melhorar a função motora e
minimizar os sintomas. De acordo com Lima et al. (2021), a
estimulação elétrica funcional é uma abordagem eficaz
para melhorar a força muscular e a qualidade de vida
desses pacientes. Qual intervenção fisioterapêutica é mais
eficaz para melhorar a força muscular em pacientes com
esclerose lateral amiotrófica (ELA)?
Na reabilitação de pacientes neurológicos o treino de habilidades
motoras mais complexas, como subir escadas, deve seguir as
seguintes estratégias:
I. Transferências de peso; II. Treino com olhos abertos e fechados; III. Subir degraus de diferentes alturas; IV. Subir e descer na mesma direção.
Estão corretas as estratégias
I. Transferências de peso; II. Treino com olhos abertos e fechados; III. Subir degraus de diferentes alturas; IV. Subir e descer na mesma direção.
Estão corretas as estratégias
O manejo fisioterapêutico em pacientes com distúrbios
neuromusculares, como a esclerose múltipla, envolve
intervenções que melhoram a qualidade de vida e
minimizam os sintomas. De acordo com Silva et al. (2019),
a fisioterapia pode incluir técnicas de estimulação elétrica
funcional para ajudar na recuperação muscular. Qual
intervenção fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a
força muscular em pacientes com esclerose múltipla?
Uma criança de 6 anos é hemiparética espástica à esquerda com GMFCS II. Para compensar a discrepância
no comprimento dos membros inferiores, utiliza uma palmilha à esquerda. A avaliação do comprimento de membros, nos casos de crianças com paralisia cerebral, é
realizada na seguinte posição:
A fisioterapia em pacientes com acidente vascular
cerebral (AVC) envolve o uso de técnicas para melhorar a
mobilidade e a independência funcional. De acordo com
Silva et al. (2016), a reabilitação neurofuncional é
fundamental para a recuperação neuromuscular pós-AVC.
Qual técnica fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a
mobilidade em pacientes pós-AVC?
O Gross Motor Function, traduzido para o português como
Sistema de Classificação da Função Motora Grossa
(GMFCS), tem se mostrado confiável para classificar a
função motora grossa de crianças com paralisia cerebral
(PC). O GMFCS é usado para
O prognóstico de marcha em crianças com paralisia cerebral pode ser dado a partir da análise de alguns fatores.
Os fatores considerados nessa análise são: