No ano 2000, a renda familiar média em certo bairro do Recife era de R$ 389,62. Fica abaixo da renda média da cidade, que era de R$ 914,20 no mesmo período. De acordo com esses dados, qual a diferença entre a renda familiar média na cidade do Recife e a renda familiar média nesse bairro?
O governo instalado após o movimento de 1930 foi liderado por Getúlio Vargas. Sobre esse período, analise as afirmativas abaixo
1. Alguns tenentistas foram nomeados como interventores.
2. Foi criado o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio.
3. Estimulou-se a autonomia do movimento sindical.
Está (ão) correta(s)
1. Alguns tenentistas foram nomeados como interventores.
2. Foi criado o Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio.
3. Estimulou-se a autonomia do movimento sindical.
Está (ão) correta(s)
TEXTO 1 - QUESTÕES 1, 2 e 3
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
Identifique o comentário correto quanto ao emprego dos sinais de pontuação, no segundo parágrafo do texto.
TEXTO 1 - QUESTÕES 1, 2 e 3
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
Sobre as relações morfossintáticas do texto, analise as seguintes proposições:
1. Os termos menino e menina (verso 2) representam atributos, respectivamente, de eu e tu.
2. O termo tanto (verso 3) modifica a forma verbal sorrias, estabelecendo, com esta, uma relação semântica de intensidade.
3. O termo Graça de instinto (verso 4) é responsável pela ação verbal de Havia (verso 3), constituindo, assim, o sujeito da oração.
4. A flexão da forma verbal faz (verso 11) justifica-se pela natureza impessoal assumida por esse verbo nesse contexto.
5. Em “És triste até quando sorris”, temos um período formado por oração principal mais oração de sentido conclusivo.
Estão corretas, apenas:
1. Os termos menino e menina (verso 2) representam atributos, respectivamente, de eu e tu.
2. O termo tanto (verso 3) modifica a forma verbal sorrias, estabelecendo, com esta, uma relação semântica de intensidade.
3. O termo Graça de instinto (verso 4) é responsável pela ação verbal de Havia (verso 3), constituindo, assim, o sujeito da oração.
4. A flexão da forma verbal faz (verso 11) justifica-se pela natureza impessoal assumida por esse verbo nesse contexto.
5. Em “És triste até quando sorris”, temos um período formado por oração principal mais oração de sentido conclusivo.
Estão corretas, apenas:
Profissionais treinam em acidente simulado
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
Aponte a alternativa em que todas as palavras apresentam a mesma identidade de significado entre si.
TEXTO 1 - QUESTÕES 1, 2 e 3
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
Assinale os tópicos utilizados pelo poeta para desenvolver o tema.
1. Marcação da passagem do tempo
2. Ponderação sobre as amarguras da velhice
3. Reminiscências da infância e adolescência
4. Reflexão sobre o tempo perdido
5. Elemento de ligação das partes do texto: sorriso
Os tópicos assinalados são os de número:
1. Marcação da passagem do tempo
2. Ponderação sobre as amarguras da velhice
3. Reminiscências da infância e adolescência
4. Reflexão sobre o tempo perdido
5. Elemento de ligação das partes do texto: sorriso
Os tópicos assinalados são os de número:
O regime escravocrata no Brasil foi extinto em 1888. Sobre o processo de abolição da escravidão aqui no Brasil pode-se afirmar que
Profissionais treinam em acidente simulado
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
Um dos empregos dos pronomes em uma língua é substituir termos para evitar a sua repetição. Identifique a alternativa em que o pronome destacado substitui o termo ao seu lado.
A política dos governadores, implementada por Campos Salles, era a base de articulações políticas conhecidas como café-comleite. Sobre este período da história do Brasil, pode-se afirmar que
Estima-se que o Brasil perde 5 % de seu Produto Interno Bruto (PIB) com a corrupção. São 72 bilhões de reais, mais do que é gasto com educação. De acordo com esses dados, qual seria o Produto Interno Bruto do Brasil?
Profissionais treinam em acidente simulado
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
Sobre as relações morfossintáticas do texto, analise as seguintes proposições:
1. O termo “a primeira simulação do ano” (linha 2) funciona como sujeito da forma verbal “realizou” (linha 1).
2. O segmento “Para representar a combustão do álcool” (linhas 3/4) estabelece uma relação de finalidade com a idéia principal do período.
3. Em “Apesar de considerado satisfatório (...), o procedimento das equipes (...) apresentou falhas” (linhas 9 (...) 11), temos um segmento formado por relação de concessão e idéia principal.
4. Não é possível recuperar o sujeito responsável pela ação das formas verbais “explicou” (linha 13) e “resumiu” (linha 15).
5. Em “O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias” (linhas 16/17), a forma verbal destacada deveria estar no plural para atender as regras de concordância verbal.
Estão corretas, apenas:
1. O termo “a primeira simulação do ano” (linha 2) funciona como sujeito da forma verbal “realizou” (linha 1).
2. O segmento “Para representar a combustão do álcool” (linhas 3/4) estabelece uma relação de finalidade com a idéia principal do período.
3. Em “Apesar de considerado satisfatório (...), o procedimento das equipes (...) apresentou falhas” (linhas 9 (...) 11), temos um segmento formado por relação de concessão e idéia principal.
4. Não é possível recuperar o sujeito responsável pela ação das formas verbais “explicou” (linha 13) e “resumiu” (linha 15).
5. Em “O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias” (linhas 16/17), a forma verbal destacada deveria estar no plural para atender as regras de concordância verbal.
Estão corretas, apenas:
O processo de independência do Brasil culminou em 1822 e pode-se dizer que este movimento
TEXTO 1 - QUESTÕES 1, 2 e 3
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
Três idades
A primeira vez que te vi,
Eu era menino e tu menina.
Sorrias tanto... Havia em ti
Graça de instinto, airosa e fina.
Eras pequena, eras franzina...
(...)
Quando te vi segunda vez,
Já eras moça, e com que encanto
A adolescência em ti se fez!
Flor e botão... Sorrias tanto...
E o teu sorriso foi meu pranto...
(...)
Vejo-te agora. Oito anos faz,
Oito anos faz que não te via...
Quanta mudança o tempo traz
Em sua atroz monotonia!
Que é do teu riso de alegria?
Foi bem cruel o teu desgosto.
Essa tristeza é que mo diz...
Ele marcou sobre o teu rosto
A imperecível cicatriz:
És triste até quando sorris...
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 20ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993. pp. 62-63.
TEXTO 2 - QUESTÕES 4, 5, 6 e 7
Um jogo de palavras
Nunca a língua portuguesa esteve tão representada numa Copa do Mundo quanto nesta 18ª edição, na Alemanha. As presenças de Brasil, Angola e Portugal mobilizaram boa parte dos 205 milhões de falantes desses países.
No Brasil, a influência do futebol é sentida na linguagem. Não só porque nosso vocabulário ficou elástico com as expressões do esporte que incorporamos no dia-a-dia. Nem pela movimentação inversa, com termos que tomam outro significado devido ao uso boleiro. O futebol está no léxico, mas também em nossa retórica, no espírito que sustenta a cultura, na música, na literatura, no cinema, enfim, na abordagem que fazemos do mundo.
A relação criativa com as palavras é um dos diferenciais do nosso futebol. A começar pela idéia de que, quando o assunto é de fato importante para o brasileiro, como é a bola, nenhum estrangeirismo nos domina ̛ nós o dominamos. (...) Parte do inventário sociológico e cultural do país, o futebol imprime várias marcas na vida brasileira. A da linguagem não é menos notável.
Revista Língua Portuguesa Especial, Carta ao Leitor, abril 2006.
O tema do texto está melhor explicitado em:
Profissionais treinam em acidente simulado
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
Considerando a tipologia do texto, sua finalidade principal é
Profissionais treinam em acidente simulado
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
O plano de emergência para transporte de produtos perigosos na Região Metropolitana do Recife (Previne) realizou, ontem pela manhã, a primeira simulação do ano. Para isso, um caminhão carregando 10 mil litros de álcool etílico e uma kombi foram colocados em uma das faixas da BR-232, no Curado, em posição que simulava uma colisão traseira. Para representar a combustão do álcool, foi usado um sinalizador que liberava uma fumaça alaranjada. Três bombeiros participaram como vítimas da simulação. Esta foi a etapa final de uma capacitação que envolveu órgãos públicos e privados de Pernambuco com o objetivo de treinar profissionais para atuar nos acidentes envolvendo carregamentos de materiais como álcool, gasolina e diesel. Participaram da capacitação 42 profissionais de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Rodoviária Federal, Estadual, Codecipe, Petrobras, Chesf e empresas privadas. Todos receberão um certificado e poderão repassar o que aprenderam nas empresas ou instituições de origem.
Apesar de considerado satisfatório pela coordenadora do Previne, Suely Ferreira, o procedimento das equipes do Grupamento de Bombeiros de Atendimento Pré-Hospitalar (GBAPH), do Corpo de Bombeiros (CB) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), apresentou falhas. "Tivemos três grandes problemas. O Corpo de Bombeiros não isolou a área antes de começar a atender os feridos e conter o incêndio. O GBAPH demorou 25 minutos para chegar quando o ideal seria 12 minutos e a PRF não informou sobre o acidente à Agência Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (CPRH)", explicou. O Major do CB, Márcio Tenório, afirmou que os resultados da simulação são importantes para o aperfeiçoamento do órgão. "É preciso identificar as falhas para resolvê-las", resumiu.
Dados – Em apenas 15 dias do último mês de agosto, o Previne vistoriou 880 caminhões nas principais BRs e PEs do estado. O programa verificou que a maioria dos caminhões que transporta as substâncias não possui kits de emergência e os motoristas não são devidamente capacitados para enfrentar acidentes ou eventuais vazamentos da carga perigosa.
In: Diario de Pernambuco. Vida urbana. 23 de set. de 2006. p.C5. Adapt.
Indique a alternativa em que todos os vocábulos são acentuados graficamente pela mesma razão que a palavra emergência.
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