O nascimento do Brasil como Estado Nacional, na primeira metade do século XIX, coincide com o esforço das elites locais para estabelecer uma identidade nacional brasileira. Com o advento da República, em 1889, vê?se a preocupação de buscar no passado elementos que legitimassem a nova ordem. É na Era Vargas (1930?1945), especialmente durante a ditadura do Estado Novo (1937?1945), contudo, que o projeto de afirmação da nacionalidade adquire foros de algo sistemático, conduzido pelo governo central.
Tendo as informações acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema abordado, julgue os itens de 79 a 90.
Refletindo o contexto histórico da época, os anos 1930 viram surgir uma geração de grandes intérpretes do Brasil, como Gilberto Freyre, Caio Prado Júnior e Sérgio Buarque de Hollanda.Nas reflexões éticas em filosofia, há, pelo menos, duas estratégias, abordadas pelos mais diversos autores, que podem ser consideradas como de suma importância. Uma dessas estratégias discursivas tem a ética kantiana como representante, enquanto a outra tem a ética utilitarista.
Quanto às estratégias discursivas da filosofia nas questões éticas e, em particular, à ética kantiana e à ética utilitarista, julgue os itens seguintes.
A felicidade é um princípio heterônomo na ética kantiana.O nascimento do Brasil como Estado Nacional, na primeira metade do século XIX, coincide com o esforço das elites locais para estabelecer uma identidade nacional brasileira. Com o advento da República, em 1889, vê?se a preocupação de buscar no passado elementos que legitimassem a nova ordem. É na Era Vargas (1930?1945), especialmente durante a ditadura do Estado Novo (1937?1945), contudo, que o projeto de afirmação da nacionalidade adquire foros de algo sistemático, conduzido pelo governo central.
Tendo as informações acima como referência inicial e considerando a amplitude do tema abordado, julgue os itens de 79 a 90.
José de Alencar e Gonçalves Dias são, entre outros, autores da literatura brasileira do século XIX que estimularam o nacionalismo, tão típico do Romantismo, idealizando o indígena como representante de uma brasilidade que se procurava construir.