O planejamento participativo pressupõe distribuição de poder e a possibilidade de decidir na construção não apenas ?como? ou ?com quê? fazer, mas também ?o quê? fazer e o ?para quê? fazer. Busca interferir na realidade social, para transformá-la e para construí-la em uma direção estabelecida em conjunto por todos os que participam da instituição, grupo ou movimento. Incorpora três ideias que são fundamentais no planejamento com visão estratégica e situacional, sendo elas
                                                  Sem ódio 

      Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia,descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO. 
      — Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo? 
      Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão,cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta: 
      — Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”,a gente procurava maneirar. Assim não dá. 
      Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos.Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente.Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto,se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta,inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ. 
      Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO. 
      O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível,odeie sem ódio, tá? 

ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”. 
In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record, 2008 (Adaptado).
Considerando o texto como um todo, assinale a alternativa correta.
Sobre a dispensa de licitação, assinale a alternativa incorreta.
Paulo Freire afirma: ?Ninguém educa ninguém, nem ninguém aprende sozinho, nós homens (mulheres) aprendemos através do mundo?. A Andragogia significa ?ensino para adultos?. Busca promover o aprendizado através da experiência, fazendo com que a vivência estimule e transforme o conteúdo, impulsionando a assimilação. Quanto aos princípios da Educação da Andragogia, assinale a alternativa incorreta.
Quanto à segurança de redes sem fio, assinale a alternativa correta.

Cada uma das colegas – Rose, Marta e Patrícia – tem um único irmão: Jonas, Daniel e Vítor, não necessariamente nessa ordem. Questionadas sobre os nomes de seus irmãos, as três fizeram as seguintes afirmações:

1. Patrícia: “Marta é irmã de Jonas”.

2. Rose: “Patrícia não está falando a verdade, pois o irmão de Marta é Vítor”.

3. Marta: “Patrícia e Rose mentiram, pois meu irmão é o Daniel”.

Sabe-se que a irmã de Vítor mentiu e que a irmã de Jonas falou a verdade. Portanto os irmãos de Rose, Marta e Patrícia são, respectivamente:

Com relação aos paradigmas de projetos de algoritmos, leia o trecho abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna. ___________________ são tipicamente usados(as) para resolver problemas de otimização.
                                                  Sem ódio 

      Ao término de laboriosas pesquisas, mesas-redondas, simpósios, inquéritos e análises em laboratórios de psicologia,descobriu-se que os motoristas guiavam com ódio. Agora que isto ficou esclarecido, a solução, fácil e independente do Código Nacional de Trânsito, que por ser código não costuma ser cumprido, está na frase: GUIE SEM ÓDIO. 
      — Como é que eu vou fazer daqui por diante — bramia aquele agraciado com a grã-cruz da Ordem do Mérito dos Atropeladores da Guanabara e do Grande Rio —, se não sei guiar com outro aditivo? 
      Diversos motoristas, aspiran+tes ao mesmo galardão,cogitam de substituir o ódio, que está proibido, por sucedâneos mais ou menos eficazes, e verificam as propriedades estimulantes do rancor (esse ódio de segunda categoria), da aversão, da raiva, da antipatia generalizada. Mas a impressão comum é esta: 
      — Se ao menos recomendassem “Guie com pouco ódio”,a gente procurava maneirar. Assim não dá. 
      Todo resultado científico pode ser contestado. Por isso, começam a aparecer os que negam validade aos estudos feitos.Garantem não nutrir ódio algum ao pedestre. Se acabam com este, não é por detestarem a espécie, que lhes é indiferente.Como também não odeiam os muros, paredes, árvores e postes que derrubam. É porque eles atravessam o caminho. Portanto,se alguma recomendação deve ser feita, a melhor seria esta,inclusive aos postes: FOGE QUE ELE VEM LÁ. 
      Ouvi dizer que a Companhia Telefônica pensa em lançar uma variante, dirigida aos usuários que tiveram suas contas aumentadas com impulsos fantasmas: PAGUE SEM ÓDIO. 
      O filme não presta? Assista sem ódio. Bife de pedra no restaurante? Coma sem ódio. O livro é chatíssimo? Leia sem ódio. O conferencista dá sono? Durma sem ódio. Se tiver de brigar, brigue sem ódio. Se possível. Se de todo for impossível,odeie sem ódio, tá? 

ANDRADE, Carlos Drummond de. “Sem ódio”. 
In: Os dias lindos. Rio de Janeiro: Record, 2008 (Adaptado).
Levando em consideração o 4º e o 5º parágrafos e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre o texto.
Para cumprir a Lei nº 6.404/1976 e suas alterações, o contador da Portão Ltda., empresa do ramo varejista com capital social de R$5.000.000,00, procedeu à avaliação de seus ativos. Essa empresa possuía direitos classificados no ativo intangível, que foram avaliados pelo
O Ciclo Orçamentário constitui-se de etapas que devem ser seguidas. Assinale a alternativa que apresentatodas as suas etapas na ordem correta.
Cada uma das colegas – Rose, Marta e Patrícia – tem um único irmão: Jonas, Daniel e Vítor, não necessariamente nessa ordem. Questionadas sobre os nomes de seus irmãos, as três fizeram as seguintes afirmações: 

1. Patrícia: “Marta é irmã de Jonas”. 
2. Rose: “Patrícia não está falando a verdade, pois o irmão de Marta é Vítor”. 
3. Marta: “Patrícia e Rose mentiram, pois meu irmão é o Daniel”. 

Sabe-se que a irmã de Vítor mentiu e que a irmã de Jonas falou a verdade. Portanto os irmãos de Rose, Marta e Patrícia são, respectivamente:
Ao avaliar um acervo, procura-se determinar o que a biblioteca deveria possuir e não possui, e o que possui, mas não deveria possuir, tendo em vista a adequação da literatura publicada, políticas de formação de coleção, determinações institucionais e espaço para acondicionamento. Assinale a alternativa que apresenta os principais métodos de avaliação de acervos, historicamente.
Uma das diretrizes do Estatuto da Cidade é a da usucapião espacial de imóvel urbano, que visa a regulamentar o direito dos cidadãos à posse de imóveis urbanos em decorrência de seu uso durante um determinado tempo. É correto afirmar que o cidadão terá este direito
Sobre as vantagens dos servidores públicos, assinale a alternativa incorreta.
Segundo a Constituição Federal, são alguns dos princípios que regem a República Federativa do Brasil nas suas relações internacionais:
                                     Autoritarismo benigno 

      SÃO PAULO – O título não esconde as intenções da autora: “Contra a Autonomia – Justificando o Paternalismo Coercitivo”. A obra da filósofa Sarah Conly, disponível só em inglês, bate de frente com o virtual consenso de que as escolhas das pessoas devem ser respeitadas. Mas, ao contrário do que se poderia imaginar, não é um texto irremediavelmente autoritário. Embora Conly defenda a proibição do fumo, ela é simpática à legalização da maconha. 
      O ponto central da autora, que pretende refutar os argumentos libertários de John Stuart Mill, é o de que a psicologia reuniu uma catarata de evidências que provam que o ser humano é “intratavelmente irracional” e que isso não pode ser consertado por campanhas educativas. 
      Não é tanto que não saibamos o que queremos. A maioria de nós não tem dúvida de que deseja manter a saúde, guardar dinheiro para a aposentadoria etc.. A questão é que, devido a uma série de vieses cognitivos, fracassamos miseravelmente em seguir uma estratégia para chegar a esses fins. É só sob essas circunstâncias, diz Conly, que o paternalismo deve entrar para dar uma mãozinha. 
      Até aqui eu acompanho os raciocínios da autora. Ela não me convenceu, entretanto, de que o paternalismo coercitivo, isto é, imposto por meio de normas restritivas, é superior ao paternalismo libertário proposto por Richard Thaler e Cass Sunstein, em que o poder público tenta induzir o cidadão a fazer as melhores escolhas, sem, contudo, obrigá-lo a elas. 
      Minha impressão é que Conly não considerou como deveria o problema da informação incompleta que, em alguma medida, afeta todas as éticas consequencialistas. Nós simplesmente não temos como calcular o valor subjetivo que o fumante atribui a suas baforadas para proclamar que elas valem menos que a sua saúde. 
      O livro de Conly é bom e nos faz pensar, mas continuo com Mill: “Sobre si mesmo, o seu corpo e sua mente, o indivíduo é soberano”. 
  
 
SCHWARTSMAN, H. Folha de S. Paulo, São Paulo, p. A2, 17 mar. 2013.
Considerando o texto como um todo, assinale a alternativa correta.
                                     Autoritarismo benigno 

      SÃO PAULO – O título não esconde as intenções da autora: “Contra a Autonomia – Justificando o Paternalismo Coercitivo”. A obra da filósofa Sarah Conly, disponível só em inglês, bate de frente com o virtual consenso de que as escolhas das pessoas devem ser respeitadas. Mas, ao contrário do que se poderia imaginar, não é um texto irremediavelmente autoritário. Embora Conly defenda a proibição do fumo, ela é simpática à legalização da maconha. 
      O ponto central da autora, que pretende refutar os argumentos libertários de John Stuart Mill, é o de que a psicologia reuniu uma catarata de evidências que provam que o ser humano é “intratavelmente irracional” e que isso não pode ser consertado por campanhas educativas. 
      Não é tanto que não saibamos o que queremos. A maioria de nós não tem dúvida de que deseja manter a saúde, guardar dinheiro para a aposentadoria etc.. A questão é que, devido a uma série de vieses cognitivos, fracassamos miseravelmente em seguir uma estratégia para chegar a esses fins. É só sob essas circunstâncias, diz Conly, que o paternalismo deve entrar para dar uma mãozinha. 
      Até aqui eu acompanho os raciocínios da autora. Ela não me convenceu, entretanto, de que o paternalismo coercitivo, isto é, imposto por meio de normas restritivas, é superior ao paternalismo libertário proposto por Richard Thaler e Cass Sunstein, em que o poder público tenta induzir o cidadão a fazer as melhores escolhas, sem, contudo, obrigá-lo a elas. 
      Minha impressão é que Conly não considerou como deveria o problema da informação incompleta que, em alguma medida, afeta todas as éticas consequencialistas. Nós simplesmente não temos como calcular o valor subjetivo que o fumante atribui a suas baforadas para proclamar que elas valem menos que a sua saúde. 
      O livro de Conly é bom e nos faz pensar, mas continuo com Mill: “Sobre si mesmo, o seu corpo e sua mente, o indivíduo é soberano”. 
  
 
SCHWARTSMAN, H. Folha de S. Paulo, São Paulo, p. A2, 17 mar. 2013.
Considerando os três últimos parágrafos do texto e as orientações da prescrição gramatical no que se refere a textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre o texto.
Herculano, Raimundo e Eduardo são irmãos e compraram uma propriedade no valor de R$800.000,00. Herculano entrou com R$400.000,00, Raimundo com R$300.000,00 e Eduardo com R$100.000,00. Algum tempo depois, venderam a propriedade por R$1.200.000,00. Portanto é correto afirmar que cabe a Raimundo a quantia de

Na balança comercial de 2011 e 2012, houve um(a)

I. redução no saldo comercial em 2012 em relação ao ano anterior.

II. redução nas exportações de bens em 2012 em relação a 2011.

III. aumento no valor das importações em 2012 em relação a 2011.

É correto o que está contido em

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