A Linguagem, a filosofia já o sabe, tem valor ontológico. A palavra “ontológico” é, no mais, estranha a muita gente, mas no contexto da frase quer dizer apenas o seguinte: o ser é linguagem. Qualquer ser humano, todo ser humano. Afirmar isso significa dizer que a palavra não seria só uma ferramenta da comunicação, ela sustentaria o próprio ser. Ao rotular os fenômenos e os objetos, ao esquadrinhar formas expressivas, cada língua impõe uma maneira de compreender a realidade, de comportar perspectivas e aversões contra outros ângulos possíveis.
Meu gerente me disse que meu defeito é querer trabalhar pelos outros. Eu concordo com ele. Quando vejo que alguma coisa vai atrasar, ou não vai sair bem-feita, vou lá e faço. Só não entendo por que meu gerente chama essa atitude de “defeito”. - Luly
Digamos que essa seja uma virtude perigosa, Luly. O trabalho pode sair bem-feito, mas sua atitude desperta alguns sentimentos em seus colegas. Na melhor hipótese, de agradecimento por sua preocupação. Na pior, de raiva incontida por sua intromissão. Seu gerente precisa administrar um departamento inteiro, e cabe a ele equilibrar a parte técnica (o trabalho bem-feito) com a parte humana (o bom ambiente de trabalho). Se sua atitude, Luly, colocar todos os seus colegas contra você, gerando um clima de insatisfação, seu gerente terá um problema. E ele lhe deu o primeiro aviso, ao chamar de “defeito” a sua proatividade invasiva. Para que isso se transforme em virtude, você só precisa trocar “vou lá e faço” por “vou lá e ofereço ajuda”.
Marque o par de palavras que pode resumir a condução do comentarista a respeito da consulta de Luly.
Josefina Pestana Pereira foi aprovada em concurso público promovido pela Prefeitura Municipal de São Luís/MA, para o cargo de Agente Administrativo. Tomou posse e entrou em exercício em 17/01/2008 e trabalha nos turnos matutino e vespertino. Em 25/01/2008 Josefina tomou conhecimento de que também fora aprovada no concurso público promovido pela Prefeitura Municipal de Paço do Lumiar/MA e foi chamada para assumir o cargo de Agente Administrativo em uma escola que só funciona à noite. Para obedecer ao princípio da legalidade, Josefina:
Meu gerente me disse que meu defeito é querer trabalhar pelos outros. Eu concordo com ele. Quando vejo que alguma coisa vai atrasar, ou não vai sair bem-feita, vou lá e faço. Só não entendo por que meu gerente chama essa atitude de “defeito”. - Luly
Digamos que essa seja uma virtude perigosa, Luly. O trabalho pode sair bem-feito, mas sua atitude desperta alguns sentimentos em seus colegas. Na melhor hipótese, de agradecimento por sua preocupação. Na pior, de raiva incontida por sua intromissão. Seu gerente precisa administrar um departamento inteiro, e cabe a ele equilibrar a parte técnica (o trabalho bem-feito) com a parte humana (o bom ambiente de trabalho). Se sua atitude, Luly, colocar todos os seus colegas contra você, gerando um clima de insatisfação, seu gerente terá um problema. E ele lhe deu o primeiro aviso, ao chamar de “defeito” a sua proatividade invasiva. Para que isso se transforme em virtude, você só precisa trocar “vou lá e faço” por “vou lá e ofereço ajuda”.
Leia o fragmento abaixo, considerando o contexto em que ele se insere, e responda às questões 05 e 06.
“Digamos que essa seja uma virtude perigosa, Luly. O trabalho pode sair bem-feito, mas sua atitude desperta alguns sentimentos em seus colegas. Na melhor hipótese, de agradecimento por sua preocupação. Na pior, de raiva incontida por sua intromissão.”
Considerando o contexto, é CORRETO afirmar que no fragmento acima.
Meu gerente me disse que meu defeito é querer trabalhar pelos outros. Eu concordo com ele. Quando vejo que alguma coisa vai atrasar, ou não vai sair bem-feita, vou lá e faço. Só não entendo por que meu gerente chama essa atitude de “defeito”. - Luly
Digamos que essa seja uma virtude perigosa, Luly. O trabalho pode sair bem-feito, mas sua atitude desperta alguns sentimentos em seus colegas. Na melhor hipótese, de agradecimento por sua preocupação. Na pior, de raiva incontida por sua intromissão. Seu gerente precisa administrar um departamento inteiro, e cabe a ele equilibrar a parte técnica (o trabalho bem-feito) com a parte humana (o bom ambiente de trabalho). Se sua atitude, Luly, colocar todos os seus colegas contra você, gerando um clima de insatisfação, seu gerente terá um problema. E ele lhe deu o primeiro aviso, ao chamar de “defeito” a sua proatividade invasiva. Para que isso se transforme em virtude, você só precisa trocar “vou lá e faço” por “vou lá e ofereço ajuda”.
Leia o fragmento abaixo, considerando o contexto em que ele se insere, e responda às questões 05 e 06.
“Digamos que essa seja uma virtude perigosa, Luly. O trabalho pode sair bem-feito, mas sua atitude desperta alguns sentimentos em seus colegas. Na melhor hipótese, de agradecimento por sua preocupação. Na pior, de raiva incontida por sua intromissão.”
O comentarista Max Gehringer, a respeito da atitude de Luly, expressa dois sentimentos,
Embora não seja a regra, a Administração Pública pode dispensar a licitação e efetuar a compra de materiais, bens e serviços e a contratação de obras diretamente, junto a determinado fornecedor. Contudo, a dispensa de licitação só pode ocorrer dentro dos limites fixados na Lei de Licitações e Contratos.
Dentre as alternativas abaixo, apenas uma NÃO está contemplada na Lei para dispensar a licitação, assinale-a.
Considerando as ações associadas à organização, avalie os enunciados a seguir e, ao final, marque a opção VERDADEIRA.
I. A divisão do trabalho, alicerce da organização, consiste em relacionar, na ordem lógica em que devem ser implementadas, as tarefas globais que precisam ser desempenhadas para alcançar os objetivos institucionais.
II. A divisão do trabalho conduz ao aumento da produtividade, pois leva à generalização, ou seja, os trabalhadores serão mais produtivos à medida que estiverem capacitados para atuar em todas as etapas do processo produtivo.
III. A departamentalização corresponde ao agrupamento de tarefas segundo um critério determinado, criando unidades específicas e definindo o desenho organizacional mais adequado ao alcance dos objetivos institucionais.
IV. O estabelecimento da cadeia de comando em uma instituição, por meio da qual se estabelecem as relações de subordinação entre os vários setores organizacionais, deve estar baseado no princípio da hierarquia.
A Linguagem, a filosofia já o sabe, tem valor ontológico. A palavra “ontológico” é, no mais, estranha a muita gente, mas no contexto da frase quer dizer apenas o seguinte: o ser é linguagem. Qualquer ser humano, todo ser humano. Afirmar isso significa dizer que a palavra não seria só uma ferramenta da comunicação, ela sustentaria o próprio ser. Ao rotular os fenômenos e os objetos, ao esquadrinhar formas expressivas, cada língua impõe uma maneira de compreender a realidade, de comportar perspectivas e aversões contra outros ângulos possíveis.
O trecho entre vírgulas no primeiro período do texto indica .
A Linguagem, a filosofia já o sabe, tem valor ontológico. A palavra “ontológico” é, no mais, estranha a muita gente, mas no contexto da frase quer dizer apenas o seguinte: o ser é linguagem. Qualquer ser humano, todo ser humano. Afirmar isso significa dizer que a palavra não seria só uma ferramenta da comunicação, ela sustentaria o próprio ser. Ao rotular os fenômenos e os objetos, ao esquadrinhar formas expressivas, cada língua impõe uma maneira de compreender a realidade, de comportar perspectivas e aversões contra outros ângulos possíveis.
Sobre a compreensão do primeiro parágrafo do texto, pode-se afirmar que o autor:
I. explica, apenas, o valor semântico de “ontológico”.
II. justifica o emprego da palavra “ontológico” no texto.
III. mostra uma oposição entre “ontológico” e “linguagem”.
IV. ironiza a filosofia por utilizar a palavra “ontológico” em relação à linguagem.
A Linguagem, a filosofia já o sabe, tem valor ontológico. A palavra “ontológico” é, no mais, estranha a muita gente, mas no contexto da frase quer dizer apenas o seguinte: o ser é linguagem. Qualquer ser humano, todo ser humano. Afirmar isso significa dizer que a palavra não seria só uma ferramenta da comunicação, ela sustentaria o próprio ser. Ao rotular os fenômenos e os objetos, ao esquadrinhar formas expressivas, cada língua impõe uma maneira de compreender a realidade, de comportar perspectivas e aversões contra outros ângulos possíveis.
O pronome ela, no primeiro parágrafo do texto, retoma, adequadamente.