Em relação ao diagnóstico de otosclerose, julgue os itens a seguir quanto aos achados comumente encontrados na avaliação audiológica.

Sexo feminino, imitanciometria com curva do tipo Ar bilateralmente, audiometria tonal limiar (ATL) com queda nas freqüências graves de grau leve a moderada nas duas orelhas.

Quanto à triagem auditiva neonatal (TAN), julgue os itens que se seguem.

Em 2000, a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia propôs a realização da TAN universal com diferença de critérios para alto e baixo risco de deficiência auditiva. Os neonatos de baixo risco devem submeter-se à TAN até os doze primeiros meses de vida, e os de alto risco, até os oito primeiros meses de vida, com o objetivo de concluir o diagnóstico audiológico até os doze meses de vida.

Quanto à triagem auditiva neonatal (TAN), julgue os itens que se seguem.

Atualmente, no Brasil, cerca de 20 lugares que prestam serviço ao neonato realizam a TAN utilizando-se de emissões otoacústicas evocadas, evitando-se a transitória por não ser a mais indicada para avaliação neonatal.

Uma paciente de 41 anos de idade, secretária, apresenta uma queixa de aperto e dificuldade para falar há cinco anos, de forma progressiva. Duas principais alterações chamam atenção na emissão em questão: o enorme esforço fonatório e o tremor na porção sonora da fala. A respeito desse caso clínico, julgue os itens que se seguem.

O quadro da paciente é compatível com o de portadora de distonia vocal laríngea (disfonia espasmódica), caracterizada por grande esforço à emissão, associada a tremor vocal, em grau de alteração moderado para severo.

As alterações no desenvolvimento de linguagem têm sido objeto de estudo de muitos pesquisadores, que destacam a existência de déficits em vários aspectos. Trata-se de dificuldades específicas relacionadas a aspectos lingüísticos, ou seja, de alterações primárias. Com relação aos critérios utilizados na exclusão da seleção dessas crianças com alterações específicas, julgue os itens subseqüentes.

A presença de perda auditiva superior a 30 dB unilateralmente é critério de exclusão.

Atualmente, várias são as áreas de saúde que se interessam pelo respirador oral, pois é de muita importância à identificação da causa, pois se esta for eliminada ou atenuada precocemente, os resultados poderão ser menores e, assim, o desenvolvimento normal do paciente poderá atuar como auxílio na reabilitação das possíveis alterações. Segundo Marchesan (1995), as causas da respiração oral incluem

postura viciosa, em que o paciente (criança ou adulto) permanece de boca fechada sem muitas vezes ter a percepção, não existindo nenhum empecilho mecânico ou funcional para a respiração nasal.

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