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André, servidor público aposentado, com 70 anos de idade,
procurou o serviço de pronto-socorro de um hospital relatando que
há 2 horas estava apresentando dispneia, naúseas, vômitos e
agitação psicomotora. Seus familiares acompanhantes informaram
que, desde os 20 anos de idade, André era etilista e fumante
inveterado. Exames laboratoriais de emergência foram realizados.
A gasometria arterial (realizada em ar ambiente) mostrou os
seguintes valores: pH = 7,2; pressão parcial de oxigênio (PaO2) =
53 mmHg; pressão parcial de gás carbônico (PaCO2) = 11 mmHg;
bicarbonato = 10 mEq/L; excesso de bases (BE) = 20 mEq/L;
saturação de O2
= 80%. Dosagens séricas de sódio = 138 mEq/L; de
potássio = 6,1 mEq/L e de cloretos = 111 mEq/L.

Com base nesses exames laboratoriais, julgue os itens que se
seguem.

Indica-se imediata reposição de bicarbonato de sódio via parental.

João, um paciente assintomático, de 56 anos de idade,
sedentário e hipertenso, foi ao ambulatório para consulta de rotina.
Na consulta, não apresentou cardiopatia estrutural e relatou o uso
de clortalidona, 25mg ao dia. Ao exame físico, referiu índice de
massa corporal (IMC) = 36 kg/m2, pressão arterial (PA) de
158 mmHg × 96 mmHg (média de três medidas consecutivas),
frequência cardíaca (FC) de 84 bpm e circunferência abdominal de
116 cm. Apresentou o resultado de exames realizados recentemente
com os seguintes resultados: triglicerídios de 303 mg/dL, colesterol
total de 285 mg/dL, HDL colesterol de 30 mg/dL, LDL colesterol
de 195 mg/dL e glicemia de jejum de 142 mg/dL. Apresentou,
ainda, resultado de exames realizados havia 6 meses, relativos à
glicemia de jejum, com valor de 139 mg/dL. Realizou
eletrocardiograma e outros exames laboratoriais de rotina, que
referiram resultados normais.

Considerando o caso clínico apresentado acima, julgue ositens
de 5 a 10.

Em regra, pacientes com a condição clínica de João apresentam aumento de ácidos graxos circulantes derivados do tecido adiposo visceral, elevação dos níveis séricos da lipoproteína de baixa densidade (LDL) principalmente a partícula pequena e densa e aumento da produção de interleucinas (IL), de fatores de crescimento e de outras citocinas pelo tecido adiposo. Esse processo fisiopatológico como um todo se relaciona ao desenvolvimento dos estados pro-inflamatório, pro-trombótico e de disfunção endotelial.

João, um paciente assintomático, de 56 anos de idade,
sedentário e hipertenso, foi ao ambulatório para consulta de rotina.
Na consulta, não apresentou cardiopatia estrutural e relatou o uso
de clortalidona, 25mg ao dia. Ao exame físico, referiu índice de
massa corporal (IMC) = 36 kg/m2, pressão arterial (PA) de
158 mmHg × 96 mmHg (média de três medidas consecutivas),
frequência cardíaca (FC) de 84 bpm e circunferência abdominal de
116 cm. Apresentou o resultado de exames realizados recentemente
com os seguintes resultados: triglicerídios de 303 mg/dL, colesterol
total de 285 mg/dL, HDL colesterol de 30 mg/dL, LDL colesterol
de 195 mg/dL e glicemia de jejum de 142 mg/dL. Apresentou,
ainda, resultado de exames realizados havia 6 meses, relativos à
glicemia de jejum, com valor de 139 mg/dL. Realizou
eletrocardiograma e outros exames laboratoriais de rotina, que
referiram resultados normais.

Considerando o caso clínico apresentado acima, julgue ositens
de 5 a 10.

De acordo com estudos recentes, para que seja reduzido o risco de complicações macro e microvasculares e neuropáticas, recomenda-se que João seja submetido a controle intensivo da glicemia, tendo como meta a obtenção de níveis séricos inferiores a 6%, no que concerne à hemoglobina glicada (A1C).

Acerca do tratamento da hepatite B, julgue os seguintes itens.

O uso de interferons é indicado em situações em que a replicação viral caracteriza-se por títulos de HBV-DNA iguais ou maiores que 20.000 UI/mL (105 cópias/mL), nos pacientes HBeA g negativos, mutantes pré-core.

Antônio, com 52 anos de idade, foi levado ao pronto-
socorro por sua acompanhante, que informou que, há 30 dias, ele
recebeu alta hospitalar, em decorrência de tratamento com
antibiótico, por ter apresentado febre e dor abdominal, e que, há
3 dias, apresentou quadro de confusão mental, aumento do volume
abdominal e diminuição do volume urinário. Relatou, ainda, que,
nas últimas 24 horas, ele apresentou sonolência excessiva. A
acompanhante negou que Antônio tenha apresentado evidências
clínicas de hemorragia digestiva ou que tenha usado medicamentos
nefrotóxicos, ela informou que Antônio foi diagnosticado com
cirrose hepática, devido ao uso de álcool. Ao exame físico, Antônio
apresentou-se torporoso, hipocorado (++/+4), taquipneico, afebril,
ictérico (+2/+4), acianótico e com ginecomastia. Apresentou, ainda,
PA de 90 mmHg × 60mmHg; FC de 92 bpm; abdome globoso,
distendido, doloroso a palpação superficial e sem sinais de irritação
peritoneal; sinal do piparotepresente; presença de macicez móvel;
fígado e baço não palpados e não percutíveis; e membros inferiores
com hipotrofia muscular e ausência de pilificação. Os resultados
dos exames laboratoriais de Antônio, cujas amostras foram colhidas
na emergência, referiram níveis séricos de creatinina = 2,9 mg/dL,
de uréia = 154 mg/dL, de potássio = 6,1 mEq/L e de sódio =
119 mEq/L. Os resultados dos últimos exames realizados quando da
última internação apresentaram função renal e ultrassonografia
renal normais e sem proteinúria. Durante a internação de Antônio
na enfermaria do pronto-socorro, não se observou melhora de sua
função renal após instalação de terapêutica de expansão volêmica
mediante infusão de 1,5 L de solução fisiológica isotônica.

Com base no caso clínico apresentado acima, julgue os itens
subsecutivos.

Antônio apresenta distúrbio hemodinâmico com intensa ativação neuro-humoral, sobretudo do sistema renina- angiotensina-aldosterona e do sistema nervoso simpático, o que levará ao aumento da resistência vascular renal.

Julgue os próximos itens, relativos à artrite gotosa (AG).

Os anti-inflamatórios não hormonais constituem a terapêutica padrão para a AG aguda.

Roberto, um funcionário público com 35 anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar, há 15 dias, dor em pontada, diária, localizada em região lombar direita, que quantifica em um valor de 5 em uma escala entre 0 a 10 pontos, precipitada pelo ato de se levantar, sem irradiação para outros sítios anatômicos. Roberto trabalha na função de digitador por 40 horas semanais. Seu exame físico mostrou os seguintes dados de relevância: dor com o movimento de extensão da coluna lombar e à palpação das apófises das vértebras lombares e da musculatura lombar à direita; deambulação normal e ausência de sinais de atrofia, de fraqueza muscular e de assimetrias na coluna vertebral.

De acordo com o caso clínico descrito acima, julgue os itens a
seguir.

O fato de a marcha ser normal indica que há preservação da força muscular dos membros inferiores.

Lindalva, com 45 anos de idade, recepcionista de uma
firma de advocacia, sem antecedentes mórbidos, procurou
atendimento médico no pronto-socorro de um hospital de nível
secundário por apresentar, há 2 horas, intensa cefaleia occipital
associada a escotomas cintilantes, naúseas e vômitos. Seu exame
físico mostrou os seguintes dados: PA de 220 mmHg × 130 mmHg;
exame do aparelho cardiovascular sem alterações e exame
neurológico, incluindo a avaliação do fundo de olho, normais.


Considerando esse caso clínico, julgue os itens seguintes.

O objetivo terapêutico principal nesse caso é instituir medidas para gerar alívio dos sintomas e simultaneamente reduzir os níveis da pressão arterial.

João, com 62 anos de idade, hipertenso há mais de 5 anos
e que não realizava tratamento regular, procurou atendimento
médico referindo que, há 5 anos, apresentava dispneia aos esforços
maiores que habituais, tais como subir escadas ou andar
ligeiramente em subidas, e que, há 6 meses, apresentava dispneia
aos médios e pequenos esforços, como em caminhadas curtas em
superfícies planas, de modo que, desde então, reiniciou a
terapêutica anti-hipertensiva com nifedipina, obtendo melhora
discreta do quadro. Relatou, ainda, que há 3 meses, foi atendido em
uma unidade básica de saúde, onde a nifedipina foi substituída pelo
captopril, em razão de edema nos membros inferiores, imputado ao
uso da nifedipina. Relatou, por fim, que, há um mês, suspendeu o
uso do inibidor da enzima conversora de angiontensina (IECA), em
razão de tosse, substituindo-o por hidroclorotiazida, e que, nos
últimos dias, apresentou ortopnéia e edema bilateral de membros
inferiores. Negou dorprecordial. Ao exame físico, apresentou-se
normocorado, com FC de 108 bpm, PA de 160 mmHg ×
100 mmHg, turgência jugular com cabeceira do leito elevada a 45º,
ictus cordis propulsivo no sexto espaço intercostal esquerdo na
linha axilar anterior esquerda , ritmo cardíaco irregular em três
tempos (à custa de B3), sopro holossistólico em foco mitral com
irradiação para axila esquerda, grau 3 de Levine (3+/6+), edema de
membros inferiores 3+/6+, extremidades quentes e ausculta
pulmonar com estertores creptantes bibasais. No exame de
eletrocardiograma, revelou-se ritmo de fibrilação atrial e bloqueio
completo pelo ramo esquerdo do feixe de His.


Com base no quadro clínico acima, julgue os itens que se seguem.

A evolução de quadros clínicos para uma situação como a de João tem diminuído progressivamente no Brasil, em razão da prática de terapia de reperfusão no infarto do miocárdio, de tratamento de revascularização miocárdica na doença arterial coronária e de estratégias de prevenção primária.

Com relação à hipertensão arterial pulmonar secundária (HAPS),
julgue os itens subsequentes.

A esquistossomose mansônica, uma das causas de hipertensão pulmonar, deve ser considerada em pacientes provenientes de áreas endêmicas. Do ponto de vista fisiopatológico, admite-se que as lesões causadas por esse tipo de esquistossomose sejam consequência da embolização de ovos dos vermes que vivem nas veias mesentéricas, que ocorre por meio de um curto- circuito (veias mesentéricas e veias sistêmicas) que se estabelece pela presença de hipertensão portal e leva à oclusão das artérias pulmonares periféricas, com surgimento, nesse local, de reação granulomatosa local, característica dessa doença.

Marco, de 56 anos de idade, tabagista e obeso, foi atendido
no pronto-socorro, onde relatou que, há cerca de 3 horas, logo após
o almoço, iniciou quadro de náuseas e epigastralgia em queimação
de forte intensidade, sem irradiação e sem alívio com medicação
antiácida, nem ao repouso. Esse quadro persistiu por quase 2 horas
e, no momento do atendimento, Marco relatou moderado
desconforto epigástrico. Informou, ainda, que, na semana anterior,
apresentou quadro semelhante, porém, de intensidade e duração
menores. Ao exame físico, apresentou-se eupneico e acianótico,
com PA de 140 mmHg × 80 mmHg, FC de 70 bpm, saturação de
oxigênio em 94% e ausculta cardíaca com ritmo cardíaco regular
em dois tempos, sem sopros. Os demais resultados do exame físico
foram considerados normais, bem como os marcadores de necrose
miocárdica (CK-MB e Troponina). Na admissão, realizou o
eletrocardiograma (ECG) apresentado abaixo.

De posse desses resultados, o médico deve encaminhar Marco, imediatamente, para a realização de teste ergométrico, com o objetivo de estimar o prognóstico e de decidir sobre a terapêutica definitiva.

Acerca do tratamento da hepatite B, julgue os seguintes itens.

A lamivudina, medicação considerada de primeira linha para tratamentos por longo prazo de pacientes com diagnóstico de hepatite B, provoca a lenta inibição da replicação viral e a baixa indução de resistência viral, de modo que, em tratamento com essa medicação, a existência de resposta histológica mostrando redução da atividade inflamatória e da fibrose hepáticas consiste no principal parâmetro para se definir a continuidade ou a suspensão desse tratamento.

Joana, com 26 anos de idade, trabalha no serviço de
higienização de um hospital público do Distrito Federal. Ela
procurou o serviço médico de sua empresa para fazer uma
atualização de sua carteira de vacinação. Nessa ocasião, o médico
verificou que não havia comprovação de vacinação anterior, salvo
há 16 anos, quando lhe foi aplicada a vacina contra a febre amarela.


Considerando o caso clínico apresentado e o calendário básico de
vacinação proposto pelo Ministério da Saúde do Brasil, o médico
deve prescrever

vacina contra a febre amarela, com a orientação de fazer uso dessa vacina a cada 10 anos, por toda a vida.

André, servidor público aposentado, com 70 anos de idade,
procurou o serviço de pronto-socorro de um hospital relatando que
há 2 horas estava apresentando dispneia, naúseas, vômitos e
agitação psicomotora. Seus familiares acompanhantes informaram
que, desde os 20 anos de idade, André era etilista e fumante
inveterado. Exames laboratoriais de emergência foram realizados.
A gasometria arterial (realizada em ar ambiente) mostrou os
seguintes valores: pH = 7,2; pressão parcial de oxigênio (PaO2) =
53 mmHg; pressão parcial de gás carbônico (PaCO2) = 11 mmHg;
bicarbonato = 10 mEq/L; excesso de bases (BE) = 20 mEq/L;
saturação de O2
= 80%. Dosagens séricas de sódio = 138 mEq/L; de
potássio = 6,1 mEq/L e de cloretos = 111 mEq/L.

Com base nesses exames laboratoriais, julgue os itens que se
seguem.

Os níveis de saturação de O2 e da PaO2 indicam a necessidade do emprego de oxigênio suplementar.

Joana, com 26 anos de idade, trabalha no serviço de
higienização de um hospital público do Distrito Federal. Ela
procurou o serviço médico de sua empresa para fazer uma
atualização de sua carteira de vacinação. Nessa ocasião, o médico
verificou que não havia comprovação de vacinação anterior, salvo
há 16 anos, quando lhe foi aplicada a vacina contra a febre amarela.


Considerando o caso clínico apresentado e o calendário básico de
vacinação proposto pelo Ministério da Saúde do Brasil, o médico
deve prescrever

dose de reforço da vacina contra a hepatite B.

Joana, com 26 anos de idade, trabalha no serviço de
higienização de um hospital público do Distrito Federal. Ela
procurou o serviço médico de sua empresa para fazer uma
atualização de sua carteira de vacinação. Nessa ocasião, o médico
verificou que não havia comprovação de vacinação anterior, salvo
há 16 anos, quando lhe foi aplicada a vacina contra a febre amarela.


Considerando o caso clínico apresentado e o calendário básico de
vacinação proposto pelo Ministério da Saúde do Brasil, o médico
deve prescrever

dose de reforço da vacina contra a coqueluche.

Roberto, um funcionário público com 35 anos de idade, procurou atendimento médico por apresentar, há 15 dias, dor em pontada, diária, localizada em região lombar direita, que quantifica em um valor de 5 em uma escala entre 0 a 10 pontos, precipitada pelo ato de se levantar, sem irradiação para outros sítios anatômicos. Roberto trabalha na função de digitador por 40 horas semanais. Seu exame físico mostrou os seguintes dados de relevância: dor com o movimento de extensão da coluna lombar e à palpação das apófises das vértebras lombares e da musculatura lombar à direita; deambulação normal e ausência de sinais de atrofia, de fraqueza muscular e de assimetrias na coluna vertebral.

De acordo com o caso clínico descrito acima, julgue os itens a seguir.

A indicação de repouso no leito é uma medida prioritária para o tratamento do paciente.

Joana, com 26 anos de idade, trabalha no serviço de
higienização de um hospital público do Distrito Federal. Ela
procurou o serviço médico de sua empresa para fazer uma
atualização de sua carteira de vacinação. Nessa ocasião, o médico
verificou que não havia comprovação de vacinação anterior, salvo
há 16 anos, quando lhe foi aplicada a vacina contra a febre amarela.


Considerando o caso clínico apresentado e o calendário básico de
vacinação proposto pelo Ministério da Saúde do Brasil, o médico
deve prescrever

vacina contra difteria e tétano, com a orientação de fazer uso dessas vacinas a cada 10 anos, por toda a vida.

João, um paciente assintomático, de 56 anos de idade,
sedentário e hipertenso, foi ao ambulatório para consulta de rotina.
Na consulta, não apresentou cardiopatia estrutural e relatou o uso
de clortalidona, 25mg ao dia. Ao exame físico, referiu índice de
massa corporal (IMC) = 36 kg/m2, pressão arterial (PA) de
158 mmHg × 96 mmHg (média de três medidas consecutivas),
frequência cardíaca (FC) de 84 bpm e circunferência abdominal de
116 cm. Apresentou o resultado de exames realizados recentemente
com os seguintes resultados: triglicerídios de 303 mg/dL, colesterol
total de 285 mg/dL, HDL colesterol de 30 mg/dL, LDL colesterol
de 195 mg/dL e glicemia de jejum de 142 mg/dL. Apresentou,
ainda, resultado de exames realizados havia 6 meses, relativos à
glicemia de jejum, com valor de 139 mg/dL. Realizou
eletrocardiograma e outros exames laboratoriais de rotina, que
referiram resultados normais.

Considerando o caso clínico apresentado acima, julgue ositens
de 5 a 10.

Para a prevenção da aterosclerose e de futuros eventos cardiovasculares, a primeira medida terapêutica que deve ser tomada é a prescrição de um fibrato, com o objetivo de reduzir ambos os lípides: colesterol e triglicérides.

A respeito da prescrição de antibióticos, julgue os próximos itens.

O efeito imunomodulador dos macrolídeos é baixo, o que os torna de pouca eficácia no tratamento das infecções respiratórias crônicas.

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