Questões de Concursos

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Com relação a elementos de interconexão de redes em situações
normais de uso, julgue os itens a seguir.

Um roteador pode ter várias interfaces de rede. Se uma das interfaces fizer parte de determinada VLAN, o endereço IP dessa interface pode ser idêntico ao endereço IP de outra interface, desde que esta esteja em uma VLAN diferente. Nesse caso, o processo de roteamento entre as duas VLANS funciona um único roteador.

Acerca de endereçamento de rede em TCP/IP, julgue os itens que
se seguem.

Se uma estação com o endereço IP 192.168.10.1/30 tiver que enviar dados a outra estação com endereço IP 192.168.10.5, em situações normais, será necessário roteamento.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

Wiring centers, patch panels e fitas sensoras são exemplos de elementos que aparecem com frequência em ferramentas de gerência de patches.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

RADIUS, TACACS+ e Diameter são protocolos que oferecem suporte a ferramentas pertinentes à área A do modelo FCAPS.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

O centro de comando e controle de uma solução de gerenciamento de redes pode realizar a coleta e o processamento de dados recebidos via protocolo SNMP, bem como pode delegar tais atividades para outras estações de coleta.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

Ferramentas de gerenciamento de redes que realizam ações de descoberta e mapeamento enquadram-se na área C do modelo FCAPS (fault, configuration, accounting, performance, security) da ITU-T. As informações por elas geradas incluem: conectividade em nível de rede, segmentos, nós e interfaces MAC.

Nas áreas de redes de computadores e redes de telecomunicações
chaveadas por pacotes, o termo qualidade de serviço (QoS) referese
a mecanismos de controle de reserva de recursos. Julgue os itens
seguintes, acerca de QoS e ferramentas que a suportam.

Banda passante, latência, jitter e perda de pacotes são conceitos distintos que podem estar presentes na interface de ferramentas de gerência de QoS.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

No ciclo de vida da gerência de identidade, o gerenciamento de políticas de direitos de acesso é uma atividade que deve ocorrer antes do provisionamento do usuário.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

No contexto de ferramentas de gerência de redes heterogêneas, a instalação de mediadores é feita apenas nos casos de se usar protocolos de comunicação síncrona entre o mediador e a estação central.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

A atividade de monitoramento é enquadrada como pertinente à área F do modelo FCAPS, e vários eventos em uma rede podem sujeitar um sistema de monitoramento a ter de lidar com um volume excessivo de notificações, o qual pode ser caracterizado como uma "tempestade".

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

Ferramentas que usam a linguagem SAML (security assertion markup language) apresentam potencial de uso na gerência de identidade, pois essa linguagem permite a troca de dados de autenticação e autorização entre domínios de segurança, inclusive dentro da tecnologia active directory.

A gerência de infraestrutura de tecnologia da informação (TI)
envolve a articulação de diversas ações especializadas de gerência,
como as de aplicações, de ativos, de identidade, de redes de
computadores, de patches, de sistemas e outras. Devido à crescente
complexidade dos ambientes de TI, essas ações necessitam, em
maior extensão possível, ser automatizadas por meio de
ferramentas. Uma ampla gama de ferramentas apresenta-se no
mercado, e várias delas aplicam-se a uma ou mais das gerências
especializadas acima citadas. Com foco mais específico na gerência
de redes, existe ainda um conjunto de esforços de padronização em
modelos de interoperabilidade de dados para permitir que diversas
ferramentas de fabricantes distintos possam ser integradas em um
ambiente distribuído e heterogêneo. Acerca de ferramentas
automatizadas de gestão de infraestrutura, tecnologias e protocolos
pertinentes às referidas ações especializadas, julgue os itens de
106 a117.

O funcionamento das ferramentas para monitoramento de desempenho de serviços em redes fim a fim depende do controle de configuração de dispositivos, e essas ferramentas enquadram-se melhor como pertinentes à área P do modelo FCAPS.

Quanto a MPLS, julgue os itens subsequentes.

O suporte a multicast é nativo e amplamente difundido no MPLS. Para tanto, o cabeçalho MPLS possui um campo para tratar exclusivamente de fluxos multicast. Dessa forma, um fluxo de dados em multicast funciona como um fluxo ponto a ponto em uma nuvem MPLS.

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