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Simone, de 55 anos de idade, foi submetida à amputação no terço médio da perna esquerda por complicações do diabetes melito e realizou fisioterapia dois meses antes e quatro meses após a colocação das próteses.
A respeito de amputação e colocação de próteses, julgue os itens a seguir.
O nível de amputação transtibial é mais comum que a transfemoral e, devido à preservação da articulação do joelho, proporciona menor controle da prótese durante a marcha.Determinado paciente, 76 anos de idade, com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) estável, em prova espirométrica, apresentou capacidade vital forçada (CVF) de 77%, volume espirado forçado no 1o segundo (VEF1) de 29% e relação VEF1/CVF de 31%. Além disso, na gasometria com fração inspirada de oxigênio (FIO2) de 21% detectou-se pH = 7,42, PaO2 = 53 mmHg, PaCO2 = 36 mmHg, HCO3 = 22,7 mmol/L e SaO2 = 87%.
A partir desse caso clínico, julgue os seguintes itens, a respeito de DPOC.
O treinamento físico da musculatura periférica pode aumentar a força muscular respiratória em pacientes com DPOC, independentemente de treinamento específico para os músculos da respiração.Um paciente do gênero masculino, de 35 anos de idade, relatou que, ao fazer um sprint jogando futebol, sentiu uma ?fisgada? muito forte na região posterior da coxa direita, que o impossibilitou de continuar a jogar e limitava a deambulação. Ao exame físico, observou-se equimose em região distal da coxa e atrás do joelho, além de um gap palpável de aproximadamente 2 cm na junção miotendinosa dos isquiotibiais.
A respeito do caso clínico exposto, julgue os itens a seguir.
O retorno à prática da atividade esportiva ocorre após a remissão do quadro sintomatológico agudo e após exame de ultrassonografia que constate a lesão cicatrizada. Isso ocorre em torno de duas a três semanas após a lesão.Um homem de 58 anos de idade, com queixa principal de icterícia, foi internado no setor de clínica médica de um hospital para tratamento de cirrose hepática; ex-tabagista, fumou da adolescência até os 54 anos e faz ingesta de destilados, cerca de três doses por dia, há 40 anos. Ele relatou surgimento de icterícia e fraqueza em membros inferiores há 30 dias; nos dias subsequentes, referiu aumento de volume abdominal e sensação de empachamento pós-prandial; negou sangramentos, vômitos ou náuseas. Relatou, ainda, perda de peso não aferida nesse período e aumento da ingesta alcoólica nos últimos 2 meses. Durante a coleta de dados, o paciente mostrou-se em regular estado geral; apresentou icterícia, abdome distendido, indolor, hepatimetria de 6 cm, baço impalpável e sinais de ascite. Apresentou pressão arterial de 90 mmHg × 60 mmHg, frequência respiratória de 22 movimentos respiratórios por minuto, frequência cardíaca de 86 batimentos por minuto e temperatura de 36,1 ºC. Observou-se, no corpo do paciente, a presença de angiomas aracnoideos, equimoses e púrpuras. Ele relatou também evacuações líquidas, quatro vezes ao dia, diurese colúrica, sono prejudicado e apetite diminuído; queixou-se de cansaço e falta de energia para manter as rotinas habituais e diminuição da qualidade de vida.
Acerca do caso clínico apresentado, julgue os itens de 76 a 85.
A icterícia apresentada pelo paciente resulta diretamente da hipertensão portal e do estado circulatório hiperdinâmico, o que se reflete na hiperbilirrubinemia.Gilberto, com 32 anos de idade, digitador há dois anos, foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia por causa de uma queixa de dor nos ombros. No primeiro momento ao exame físico, foi possível perceber hipercifose torácica e ombros protusos.
Considerando o caso clínico apresentado, os conhecimentos a ele relacionados e os aspectos que devem ser observados na avaliação cinético-funcional do fisioterapeuta para este caso, julgue os itens a seguir.
Devem ser consideradas as amplitudes de movimento passivo e ativo da articulação glenoumeral nos planos de movimento sagital, frontal e transverso.Um paciente do gênero masculino, de 35 anos de idade, relatou que, ao fazer um sprint jogando futebol, sentiu uma ?fisgada? muito forte na região posterior da coxa direita, que o impossibilitou de continuar a jogar e limitava a deambulação. Ao exame físico, observou-se equimose em região distal da coxa e atrás do joelho, além de um gap palpável de aproximadamente 2 cm na junção miotendinosa dos isquiotibiais.
A respeito do caso clínico exposto, julgue os itens a seguir.
A lesão muscular dos isquiotibiais é a mais comum, quando observada a epidemiologia em esportes como o futebol.Determinado usuário, gênero masculino, 46 anos de idade, 1,60 m de altura e 89,6 kg, foi atendido por um médico endocrinologista em uma unidade básica do Sistema Único de Saúde. Durante a consulta médica, o profissional analisou e interpretou os exames laboratoriais, fornecendo o diagnóstico de diabetes mellitus (DM) tipo 2 ao paciente. Nesse momento, o médico solicitou a presença do farmacêutico para discutirem os resultados laboratoriais encontrados nesse usuário.
? Glicemia de jejum: 199 mg/dL (valor de referência - até 100 mg/dL).
? Hemoglobina glicosilada: 12% (valor de referência - até 7%).
? Insulina: 45 ?UI/mL (valor de referência - até 26 ?UI/mL).
Considerando os dados laboratoriais apresentados, julgue os itens a seguir.
A insulinoterapia deve ser também indicada quando não se conseguir atingir e manter o controle glicêmico adequado com a associação de dois ou três medicamentos orais nas respectivas dosagens máximas.Amanda, uma idosa de 65 anos de idade, com história de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, há oito meses apresentou, como sequelas, hemiparesia E, com leve hipertonia no membro superior, diminuição da força e da sensibilidade no hemicorpo E, além de desvio de comissura labial para D. Apresentou, também, deglutição adequada e dificuldade na fala.
Com base neste caso clínico e considerando os conhecimentos a ele relacionados, julgue os itens seguintes.
Orientações de posicionamento adequado do paciente quando deitado incluem o uso de coxins para apoio do membro superior. Além disso, o decúbito lateral não pode ser feito sobre o lado afetado.Considere a análise da evolução fisioterapêutica a seguir.
Paciente com diagnóstico clínico de atropelamento; PO de correção cirúrgica de fratura exposta de fêmur direito e sutura de ferimento em couro cabeludo; e, TCE - fratura com afundamento de seio frontal. Em relação à fratura diafisária do fêmur direito, foi realizado procedimento cirúrgico de fixação interna. O paciente encontra-se sem sedação, em ventilação espontânea sob traqueostomia, sem suplementação de oxigênio. Acamado, restrito ao leito, vem apresentando melhora na mobilidade ativa de membros, principalmente os inferiores. Tem controle cervical bom, mas, em alguns momentos, necessita de comando verbal; o respectivo controle de tronco é precário. Apresenta diagnóstico funcional de hipomobilidade e restrição ao leito; dependência funcional total; fraqueza muscular; e, déficit de controle de tronco.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir:
O tipo de lesão sofrida pelo paciente representa a maior causa de morte na população mundial, sendo os acidentes de trânsito considerados um problema de saúde pública.Um homem de 45 anos de idade encontra-se internado na enfermaria de uma clínica médica para investigação diagnóstica por problemas respiratórios há 30 dias. O paciente refere que há cerca de três meses iniciou quadro de dispneia intensa, dor torácica à direita, ventilatório-dependente, febre diária e tosse produtiva com secreção amarelada. Refere também perda ponderal de 4 kg nos últimos dois meses. Nega hemoptise, náuseas, vômitos ou cefaleia. É ex-tabagista, 27 maços por ano, interrompido há 8 meses, ex-etilista. Após investigações diagnósticas foi confirmado tumor do mediastino. Atualmente está em uso de cateter nasal de oxigênio, referindo dispneia apenas aos esforços, disfagia e dor perimamilar em hemitórax direito. No exame físico encontra-se em regular estado geral, emagrecido, hipocorado, acianótico, lúcido e orientado. Presença de hipocratismo digital. Apresenta linfonodo axilar à direita de cerca de 1 cm de diâmetro, levemente endurecido, móvel e indolor. Presença de massa perimamilar à direita, com cerca de 5 cm de diâmetro, fibroelástica, dolorosa à palpação. A ausculta pulmonar revelou murmúrios vesiculares rudes com presença de sibilos inspiratórios e creptações expiratórias difusas em hemitórax esquerdo e direito. Peso de 52 kg e altura de 1,73 m. Relata dificuldades para dormir há dois dias após a confirmação do diagnóstico, associada à preocupação com os filhos e seu estado de saúde. Diz ter medo de morrer.
Com base nesse quadro clínico, julgue os itens de 26 a 32.
Os diagnósticos de dor aguda e deglutição prejudicada, previstos pela NANDA, podem ser elaborados a partir de evidências de desconforto e disfagia relacionados à possível presença de massa tumoral fazendo compressão (obstrução mecânica).Helena, uma menina com um ano e dois meses de idade, foi encaminhada para a fisioterapia com o diagnóstico clínico de paralisia cerebral (PC). A queixa principal dos pais era a de que a criança não conseguia se sentar, além de não conseguir realizar atividades da vida diária, como comer ou brincar. Na avaliação funcional, foi possível observar que existia o controle da cabeça, mas a criança não conseguia atingir a postura sentada. Além disso, constatou-se que existia leve hipertonia extensora de membros inferiores.
Com base no caso clínico apresentado e nos conhecimentos a ele relacionados, julgue os itens seguintes.
O reflexo tônico cervical assimétrico e o reflexo de Moro são esperados nessa fase do desenvolvimento.Determinado paciente, 76 anos de idade, com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) estável, em prova espirométrica, apresentou capacidade vital forçada (CVF) de 77%, volume espirado forçado no 1o segundo (VEF1) de 29% e relação VEF1/CVF de 31%. Além disso, na gasometria com fração inspirada de oxigênio (FIO2) de 21% detectou-se pH = 7,42, PaO2 = 53 mmHg, PaCO2 = 36 mmHg, HCO3 = 22,7 mmol/L e SaO2 = 87%.
A partir desse caso clínico, julgue os seguintes itens, a respeito de DPOC.
De acordo com a classificação funcional do GOLD (Global Strategy for the Diagnosis, Management, and Prevention of Chronic Obstructive Pulmonary Disease), é correto afirmar que esse paciente tem DPOC de grau moderado, mas os resultados da gasometria indicam necessidade de oxigenoterapia contínua.Determinada paciente de 25 anos de idade iniciou sintomas de dor anterolateral nos joelhos de maneira insidiosa, inchaços esporádicos e crepitação em movimentos de estender o joelho, subir e descer escadas, além de limitação funcional para agachar. Ela relata dor grau 5 pela escala análogo-visual de dor. Tem como atividade física o spinning (bicicleta), mas interrompeu a prática do exercício pela dor. Nega lesões ou cirurgias prévias nos membros inferiores. Ao exame físico, também foram constatados pés planos e tornozelos valgos.
Com relação a esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Uma das causas da disfunção patelofemoral é o aumento do valgismo dinâmico do joelho, causado pela rotação femoral medial e pela rotação lateral da tíbia, podendo estar associado também a um valgismo do tornozelo.