Uma mulher de 37 anos de idade iniciou quadro de fraqueza e parestesia ascendente nas pernas. Ela relatou infecção viral respiratória poucas semanas antes dos sintomas, que, em duas semanas, evoluíram, com intensificação da parestesia, dor, diminuição dos reflexos tendinosos e dificuldades de locomoção. Foi diagnosticada polineuropatia desmielinizante inflamatória aguda e indicada internação clínica para acompanhamento. Testes da função pulmonar mostraram prejuízos na capacidade vital e na força inspiratória da paciente, mas ainda sem indicação de suporte ventilatório. Os sinais vitais da paciente mostraram-se estáveis, seu peso é 60 kg, ela apresenta dificuldade para a tosse e é capaz de deglutir os alimentos; não houve comprometimento da sua função cognitiva nem do seu nível de consciência. A paciente relatou preocupação em razão das mudanças tão rápidas em seu estado de saúde.
Com relação a características do caso clínico descrito e à adequada assistência de enfermagem à referida paciente, julgue os itens de 91 a 95.
Manter a paciente com os membros em posição funcional, realizar exercícios ativos por, pelo menos, duas vezes na semana e prevenir as complicações venosas com uso de meias elásticas até os joelhos são medidas importantes no que se refere à mobilidade física.Determinada paciente de 25 anos de idade iniciou sintomas de dor anterolateral nos joelhos de maneira insidiosa, inchaços esporádicos e crepitação em movimentos de estender o joelho, subir e descer escadas, além de limitação funcional para agachar. Ela relata dor grau 5 pela escala análogo-visual de dor. Tem como atividade física o spinning (bicicleta), mas interrompeu a prática do exercício pela dor. Nega lesões ou cirurgias prévias nos membros inferiores. Ao exame físico, também foram constatados pés planos e tornozelos valgos.
Com relação a esse caso clínico hipotético, julgue os itens a seguir.
Existe evidência científica que suporte o uso da técnica de bandagem funcional, também conhecido como McConnell taping, a fim de estabilizar mecanicamente a articulação patelofemoral.Amanda, uma idosa de 65 anos de idade, com história de acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico, há oito meses apresentou, como sequelas, hemiparesia E, com leve hipertonia no membro superior, diminuição da força e da sensibilidade no hemicorpo E, além de desvio de comissura labial para D. Apresentou, também, deglutição adequada e dificuldade na fala.
Com base neste caso clínico e considerando os conhecimentos a ele relacionados, julgue os itens seguintes.
A terapia de contenção induzida é eficaz na recuperação funcional do membro superior hemiparético.Gilberto, com 32 anos de idade, digitador há dois anos, foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia por causa de uma queixa de dor nos ombros. No primeiro momento ao exame físico, foi possível perceber hipercifose torácica e ombros protusos.
Considerando o caso clínico apresentado, os conhecimentos a ele relacionados e os aspectos que devem ser observados na avaliação cinético-funcional do fisioterapeuta para este caso, julgue os itens a seguir.
Quando há um exame complementar de imagem, como a ressonância nuclear magnética, disponível para análise, não é necessária a realização de testes clínicos na região para determinar o plano de tratamento fisioterapêutico do paciente.Considere hipoteticamente que certa paciente de 45 anos de idade, médica, cirurgiã plástica, praticante de esportes de aventura, sofreu uma queda em um treino de bicicleta e fraturou a tuberosidade maior do úmero esquerdo. No exame de imagem de ressonância magnética, ficou constatada uma fratura por avulsão. A paciente foi submetida a tratamento cirúrgico para fixação da fratura e encaminhada para fisioterapia. Durante a entrevista da fisioterapia, relatou que também era praticante de tênis de maneira recreacional e que sentia dor no ombro direito no momento do saque e no cotovelo direito no momento de backhand.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens a seguir.
No tratamento da epicondilite lateral, são utilizados métodos de terapia manual, que realizam liberação miofascial e organização das fibras de colágeno. Estes são conhecidos, respectivamente, como Mulligan e Crochetagem. HUB•
Gilberto, com 32 anos de idade, digitador há dois anos, foi encaminhado a uma clínica de fisioterapia por causa de uma queixa de dor nos ombros. No primeiro momento ao exame físico, foi possível perceber hipercifose torácica e ombros protusos.
Considerando o caso clínico apresentado, os conhecimentos a ele relacionados e os aspectos que devem ser observados na avaliação cinético-funcional do fisioterapeuta para este caso, julgue os itens a seguir.
A atividade dos músculos do manguito rotador (supraespinhoso, subescapular, infraespinhoso e redondo maior) deve ser analisada. HUB•
Considere a análise da evolução fisioterapêutica a seguir.
Paciente com diagnóstico clínico de atropelamento; PO de correção cirúrgica de fratura exposta de fêmur direito e sutura de ferimento em couro cabeludo; e, TCE - fratura com afundamento de seio frontal. Em relação à fratura diafisária do fêmur direito, foi realizado procedimento cirúrgico de fixação interna. O paciente encontra-se sem sedação, em ventilação espontânea sob traqueostomia, sem suplementação de oxigênio. Acamado, restrito ao leito, vem apresentando melhora na mobilidade ativa de membros, principalmente os inferiores. Tem controle cervical bom, mas, em alguns momentos, necessita de comando verbal; o respectivo controle de tronco é precário. Apresenta diagnóstico funcional de hipomobilidade e restrição ao leito; dependência funcional total; fraqueza muscular; e, déficit de controle de tronco.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir:
O paciente apresenta lesões nas porções axial e apendicular do esqueleto.Considere a análise da evolução fisioterapêutica a seguir.
Paciente com diagnóstico clínico de atropelamento; PO de correção cirúrgica de fratura exposta de fêmur direito e sutura de ferimento em couro cabeludo; e, TCE - fratura com afundamento de seio frontal. Em relação à fratura diafisária do fêmur direito, foi realizado procedimento cirúrgico de fixação interna. O paciente encontra-se sem sedação, em ventilação espontânea sob traqueostomia, sem suplementação de oxigênio. Acamado, restrito ao leito, vem apresentando melhora na mobilidade ativa de membros, principalmente os inferiores. Tem controle cervical bom, mas, em alguns momentos, necessita de comando verbal; o respectivo controle de tronco é precário. Apresenta diagnóstico funcional de hipomobilidade e restrição ao leito; dependência funcional total; fraqueza muscular; e, déficit de controle de tronco.
Com base nesse caso clínico, julgue os itens a seguir:
Ao profissional que está responsável pelo paciente caberia a opção de atender ou negar a assistência, mesmo em caso de indubitável urgência.