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ON–FARM BIOSECURITY: TRAFFIC CONTROL AND

SANITATION.

WHAT IS BIOSECURITY?

In the context of livestock production, biosecurity refers to

those measures taken to keep disease agents out of

populations, herds, or groups of animals where they do not

already exist. Biosecurity measures are implemented on

national, state, and herd levels. Currently, there is heightened

awareness of national biosecurity as the United States attempts

to keep foot–and–mouth disease (FMD) out of its animal

population.

In addition to national concerns, individual states take

measures to prevent the entry/reintroduction of livestock

diseases they have been able to prevent/eliminate from their

herds by setting requirements for arriving animals. Examples

of diseases that are of particular concern to states include

brucellosis, tuberculosis, and pseudorabies.

Herd–level biosecurity usually rests with the herd owner or

management team; they try to exclude any disease that is not

already present in the herd or limit the spread of disease within

the herd. Examples might include Streptococcus agalactiae

mastitis, bovine virus diarrhea, ovine progressive pneumonia,

and swine dysentery. To be successful, biosecurity plans must

address how the group of animals will be isolated away from

other groups, how traffic (movement of people, animals, and

equipment) will be regulated, and how cleaning and disinfection

procedures will be used to reduce pathogen levels.

What are the Greatest Risks of Disease Introduction?

Although infectious disease can be introduced to a farm in

several ways, bringing new animals or animals that have been

commingled with, or exposed to, other animals usually presents

the greatest risk. New herd and flock sires, or replacement

females, are often the way that new genetics are added to the

herd. This seemingly innocent process is a very common way of

introducing new disease–causing organisms. Producers should

attempt to purchase animals from sources with known health

status whenever possible. In addition, they should plan to:

• Isolate for at least two weeks, but preferably a month, all

new arrivals or animals returning to the herd from situations

where they were possibly exposed to other animals such as at

fairs and shows. Isolation should be in a facility completely

separate from the home animals. Outerwear (boots and

coveralls) worn when tending to the quarantined animals should

not be worn while caring for other animals. If complete isolation

is impossible, use a separate pen or pasture that does not

allow nose–to–nose contact or sharing of feed and water

supplies. While the new animals are isolated, testing should

be accomplished for diseases of particular concern; negative

test results should be received before the new animals are

mixed with the resident herd.

• Work with your veterinarian to develop a sound health

program that includes parasite control and vaccination for the

diseases most likely to be encountered in your operation or

management program.

• Isolate animals showing signs of disease to minimize

exposure of the apparently healthy ones. Contact your

veterinarian so that appropriate diagnostic tests and treatment

can be initiated.

(Gary L. Bowman, D.V.M. – Extension Veterinarian, Swine – & William

P. Shulaw, D.V.M. – Extension Veterinarian, Cattle and Sheep, The

Ohio State University. Adapted from http://ohioline.osu.edu/vme–fact/

0006.html – accessed on 23 December 2006)

Choose THE MOST APPROPRIATE ANSWER for the

questions below according to the text above:

In the United States, biosecurity measures are to be taken by:

No Excel 2000, em relação aos tipos de dados, são estabelecidos quatro formatos básicos. Esses formatos básicos são conhecidos como:

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

AMEAÇAS AO AGRONEGÓCIO

A indústria agroquímica instalada no Brasil vem sendo

objeto de uma ação orquestrada por interesses oportunistas

visando somente o acesso facilitado a esse mercado de forma

privilegiada. As ações são desenvolvidas em duas direções:

simplificação do sistema de registro de produtos e abertura

de mercado no âmbito do Mercosul.

A justificativa para tais medidas é a de suposta

concentração de mercado e, como conseqüência, a ocorrência

de prática abusiva de preços. Ambas já foram analisadas em

diferentes documentos que demonstraram o quanto são

falaciosos esses argumentos.

A grande preocupação quanto ao encaminhamento dessas

medidas é que elas possivelmente causariam uma

desorganização do setor, com implicações para a agricultura.

Este é um risco real, particularmente considerando a

complexidade das ações que envolvem o processo de

produção, comercialização, assistência técnica e

desenvolvimento de novos produtos atualmente fornecidos

pelas empresas instaladas em nosso país.

Para se compreender a magnitude das conseqüências

de um possível ato inconseqüente sobre o setor, é necessário

lembrar que a indústria de defensivos agrícolas é, do ponto de

vista técnico, segmento de uma cadeia bem maior – a química

fina – que, por sua vez, pertence ao vasto complexo da indústria

química. Na realidade a evolução da indústria de defensivos

caminha em sintonia com a da indústria química em geral e

de suas principais empresas. Tanto isso é verdade que as

principais empresas químicas são também fabricantes de

defensivos agrícolas. Existem alguns casos de especialização

notória em defensivos, mas são exceções.

O desenvolvimento desse setor industrial encontra–se

intimamente relacionado, também, com a importância

crescente da produção agrícola brasileira. Segundo estudo do

IPEA, os principais elementos técnicos na determinação da

demanda desses insumos são a definição do produto, as

características bioclimáticas e os terrenos. Já a escolha do

produto é influenciada pela especificidade de uso, os

coeficientes técnicos básicos, o grau de eficácia esperado e

o preço relativo – o qual, associado ao coeficiente técnico de

uso, determina o custo por hectare.

Outro estudo do IPEA explicita que o ganho de

competitividade da agricultura observado nas últimas três

décadas esteve fortemente assentado no índice de mudança

técnica (progresso tecnológico) e no índice de mudança de

eficiência técnica. No caso específico dos defensivos agrícolas

é possível observar o seu ganho de produtividade, uma vez

que as doses utilizadas por hectare caíram sensivelmente nos

últimos anos, além da redução do índice de toxicidade

(Produção agrícola no Brasil, FGV, 2005).

Essas análises indicam claramente que o desempenho

da agricultura brasileira é fortemente dependente de uma

cadeia de negócios eficiente, organizada e moderna, antes e

depois da porteira. Fica evidente que mudanças abruptas na

legislação que rege o sistema de registro e na abertura de

mercado irão atender apenas os interesses de poucos, em

detrimento da organização da oferta e com sérias

conseqüências para a competitividade do agronegócio.

Como existe um forte clamor contra a demora na

aprovação de novos registros, é fundamental a rápida

regulamentação do Decreto 4074/2002, bem como a

determinação aos órgãos responsáveis pelas análises dos

pleitos de registros que simplesmente cumpram os prazos

estabelecidos em lei.

(GUEDES, L. C. Auvray. In Jornal do Brasil, 01/01/07, p. A22, com adaptações.)

A palavra em caixa alta no período "Ambas já foram analisadas em diferentes documentos que demonstraram o quanto são FALACIOSOS esses argumentos" (2° §), para que seja mantido o sentido original do texto, NÃO pode ser substituída por:

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

AMEAÇAS AO AGRONEGÓCIO

A indústria agroquímica instalada no Brasil vem sendo

objeto de uma ação orquestrada por interesses oportunistas

visando somente o acesso facilitado a esse mercado de forma

privilegiada. As ações são desenvolvidas em duas direções:

simplificação do sistema de registro de produtos e abertura

de mercado no âmbito do Mercosul.

A justificativa para tais medidas é a de suposta

concentração de mercado e, como conseqüência, a ocorrência

de prática abusiva de preços. Ambas já foram analisadas em

diferentes documentos que demonstraram o quanto são

falaciosos esses argumentos.

A grande preocupação quanto ao encaminhamento dessas

medidas é que elas possivelmente causariam uma

desorganização do setor, com implicações para a agricultura.

Este é um risco real, particularmente considerando a

complexidade das ações que envolvem o processo de

produção, comercialização, assistência técnica e

desenvolvimento de novos produtos atualmente fornecidos

pelas empresas instaladas em nosso país.

Para se compreender a magnitude das conseqüências

de um possível ato inconseqüente sobre o setor, é necessário

lembrar que a indústria de defensivos agrícolas é, do ponto de

vista técnico, segmento de uma cadeia bem maior – a química

fina – que, por sua vez, pertence ao vasto complexo da indústria

química. Na realidade a evolução da indústria de defensivos

caminha em sintonia com a da indústria química em geral e

de suas principais empresas. Tanto isso é verdade que as

principais empresas químicas são também fabricantes de

defensivos agrícolas. Existem alguns casos de especialização

notória em defensivos, mas são exceções.

O desenvolvimento desse setor industrial encontra–se

intimamente relacionado, também, com a importância

crescente da produção agrícola brasileira. Segundo estudo do

IPEA, os principais elementos técnicos na determinação da

demanda desses insumos são a definição do produto, as

características bioclimáticas e os terrenos. Já a escolha do

produto é influenciada pela especificidade de uso, os

coeficientes técnicos básicos, o grau de eficácia esperado e

o preço relativo – o qual, associado ao coeficiente técnico de

uso, determina o custo por hectare.

Outro estudo do IPEA explicita que o ganho de

competitividade da agricultura observado nas últimas três

décadas esteve fortemente assentado no índice de mudança

técnica (progresso tecnológico) e no índice de mudança de

eficiência técnica. No caso específico dos defensivos agrícolas

é possível observar o seu ganho de produtividade, uma vez

que as doses utilizadas por hectare caíram sensivelmente nos

últimos anos, além da redução do índice de toxicidade

(Produção agrícola no Brasil, FGV, 2005).

Essas análises indicam claramente que o desempenho

da agricultura brasileira é fortemente dependente de uma

cadeia de negócios eficiente, organizada e moderna, antes e

depois da porteira. Fica evidente que mudanças abruptas na

legislação que rege o sistema de registro e na abertura de

mercado irão atender apenas os interesses de poucos, em

detrimento da organização da oferta e com sérias

conseqüências para a competitividade do agronegócio.

Como existe um forte clamor contra a demora na

aprovação de novos registros, é fundamental a rápida

regulamentação do Decreto 4074/2002, bem como a

determinação aos órgãos responsáveis pelas análises dos

pleitos de registros que simplesmente cumpram os prazos

estabelecidos em lei.

(GUEDES, L. C. Auvray. In Jornal do Brasil, 01/01/07, p. A22, com adaptações.)

Leia com atenção os dois períodos do trecho abaixo. – "Na realidade a evolução da indústria de defensivos caminha em sintonia com a da indústria química em geral e de suas principais empresas. Tanto isso é verdade que as principais empresas químicas são também fabricantes de defensivos agrícolas." (4° §)
Sobre a relação de sentido entre os dois períodos do trecho acima, pode–se afirmar que o conteúdo do segundo período:

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

AMEAÇAS AO AGRONEGÓCIO

A indústria agroquímica instalada no Brasil vem sendo

objeto de uma ação orquestrada por interesses oportunistas

visando somente o acesso facilitado a esse mercado de forma

privilegiada. As ações são desenvolvidas em duas direções:

simplificação do sistema de registro de produtos e abertura

de mercado no âmbito do Mercosul.

A justificativa para tais medidas é a de suposta

concentração de mercado e, como conseqüência, a ocorrência

de prática abusiva de preços. Ambas já foram analisadas em

diferentes documentos que demonstraram o quanto são

falaciosos esses argumentos.

A grande preocupação quanto ao encaminhamento dessas

medidas é que elas possivelmente causariam uma

desorganização do setor, com implicações para a agricultura.

Este é um risco real, particularmente considerando a

complexidade das ações que envolvem o processo de

produção, comercialização, assistência técnica e

desenvolvimento de novos produtos atualmente fornecidos

pelas empresas instaladas em nosso país.

Para se compreender a magnitude das conseqüências

de um possível ato inconseqüente sobre o setor, é necessário

lembrar que a indústria de defensivos agrícolas é, do ponto de

vista técnico, segmento de uma cadeia bem maior – a química

fina – que, por sua vez, pertence ao vasto complexo da indústria

química. Na realidade a evolução da indústria de defensivos

caminha em sintonia com a da indústria química em geral e

de suas principais empresas. Tanto isso é verdade que as

principais empresas químicas são também fabricantes de

defensivos agrícolas. Existem alguns casos de especialização

notória em defensivos, mas são exceções.

O desenvolvimento desse setor industrial encontra–se

intimamente relacionado, também, com a importância

crescente da produção agrícola brasileira. Segundo estudo do

IPEA, os principais elementos técnicos na determinação da

demanda desses insumos são a definição do produto, as

características bioclimáticas e os terrenos. Já a escolha do

produto é influenciada pela especificidade de uso, os

coeficientes técnicos básicos, o grau de eficácia esperado e

o preço relativo – o qual, associado ao coeficiente técnico de

uso, determina o custo por hectare.

Outro estudo do IPEA explicita que o ganho de

competitividade da agricultura observado nas últimas três

décadas esteve fortemente assentado no índice de mudança

técnica (progresso tecnológico) e no índice de mudança de

eficiência técnica. No caso específico dos defensivos agrícolas

é possível observar o seu ganho de produtividade, uma vez

que as doses utilizadas por hectare caíram sensivelmente nos

últimos anos, além da redução do índice de toxicidade

(Produção agrícola no Brasil, FGV, 2005).

Essas análises indicam claramente que o desempenho

da agricultura brasileira é fortemente dependente de uma

cadeia de negócios eficiente, organizada e moderna, antes e

depois da porteira. Fica evidente que mudanças abruptas na

legislação que rege o sistema de registro e na abertura de

mercado irão atender apenas os interesses de poucos, em

detrimento da organização da oferta e com sérias

conseqüências para a competitividade do agronegócio.

Como existe um forte clamor contra a demora na

aprovação de novos registros, é fundamental a rápida

regulamentação do Decreto 4074/2002, bem como a

determinação aos órgãos responsáveis pelas análises dos

pleitos de registros que simplesmente cumpram os prazos

estabelecidos em lei.

(GUEDES, L. C. Auvray. In Jornal do Brasil, 01/01/07, p. A22, com adaptações.)

Abaixo estão relacionadas palavras extraídas do texto portadoras de sufixos. A relação em que todos os sufixos são formadores de substantivos com o significado de ação ou resultado de ação é:

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