Marilsa, 25 anos, com diagnóstico de Hanseníase Tuberculoide, em tratamento com poliquimioterapia única, (PQT-U). Apresenta há 1 semana eritema e endurecimento das lesões pré-existentes e edema em mãos, bem como dor intensa e parestesia em região de inervação ulnar. Diante do quadro atual, qual a conduta mais adequada?
Filomena, 50 anos, vem para consulta em ESF relatando fraqueza e parestesias em membros inferiores. Histórico prévio de DM2 em uso de Metformina 850mg/3x dia e Glibenclamida 5mg/2x dia há 8 anos, em controle da patologia no momento. Exames laboratoriais: Hemoglobina 9g/dL, VCM: 110 fl, HCM: 34g/dL; leucócitos: 5100/mm³ e plaquetas 150.000. Qual é a principal hipótese diagnóstica para essa paciente em relação à anemia?
Joyce, estudante de medicina, 26 anos, é trazida para a consulta pelo esposo. No último mês, segundo ele, a paciente tem ficado mais agitada, com fala acelerada e tem tido vários episódios de insônia. Há 3 dias, passou a dizer que tem super poderes, que descobriu a cura para o câncer e que irá contá-la na televisão para todos. De histórico psiquiátrico prévio apresentou há 6 meses depressão. Diante do quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica para o caso é:
Pedro, 15 anos, foi mordido no rosto por seu cão há 1 hora, após tentar separar uma briga do seu animal com o gato do vizinho. Nega que o cachorro apresente sinais de raiva, sendo possível observar o animal, pois não tem intenções de doá-lo, já que o animal é sempre muito dócil e esse foi um episódio isolado. Qual é a conduta mais adequada, neste momento, para tal caso?