No que se refere à biologia do Aedes aegypti, analise as afirmativas a seguir:

I- A fecundação se dá durante a postura e o desenvolvimento do embrião se completa em 48 horas, em condições favoráveis de umidade e temperatura. Uma vez completado o desenvolvimento embrionário, os ovos são capazes de resistir a longos períodos de dessecação, que podem prolongar-se por mais de um ano. Já foi observada a eclosão de ovos com até 450 dias, quando colocados em contato com a água.
II- Na pesquisa das larvas, é preciso que se destampe com cuidado o depósito e, ao incidir o jato de luz, percorrer rapidamente o nível de água junto à parede do depósito. Com a luz, as larvas se deslocam para o fundo. Tendo em vista a maior vulnerabilidade nesta fase, as ações do Plano de Erradicação do Aedes aegypti (PEAa) devem preferencialmente atuar na fase larvária.
III- As pupas não se alimentam. É nesta fase que ocorre a metamorfose do estágio larval para o adulto. Quando inativas, mantêm-se na superfície da água, flutuando, o que facilita a emergência do inseto adulto. O estado pupal dura geralmente de dois a três dias.
IV- O adulto de Aedes aegypti representa a fase reprodutora do inseto. Como ocorre com grande parte dos insetos alados, o adulto representa importante fase de dispersão. Entretanto, com o Aedes aegypti, é provável que haja mais transporte ativo de ovos e larvas em recipientes do que dispersão passiva pelo inseto adulto.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.
Observe o trecho em destaque “Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes”. Sobre ele e seu contexto, é CORRETO afirmar que:
A Política de Educação Popular em Saúde (PNEPS-SUS) - Portaria nº 2.761/2013 - é um referencial para a atuação do Agente Comunitário de Saúde (ACS) e do Agente de Combate a Endemias (ACE). Sobre o PNEPS-SUS, analise as proposições a seguir:

I- Ela reafirma o compromisso com a universalidade, a equidade, a integralidade e a efetiva participação popular no Sistema Único de Saúde (SUS), e propõe uma prática político-pedagógica que perpassa as ações voltadas para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a partir do diálogo entre a diversidade de saberes, valorizando os saberes populares, a ancestralidade, o incentivo à produção individual e coletiva de conhecimentos e a inserção destes no SUS.
II- Ela articula e estimula a transformação das práticas de saúde e de educação na saúde no conjunto do SUS e das instituições de ensino, tendo em vista a implementação das diretrizes curriculares nacionais para o conjunto dos cursos da área da saúde e a transformação de toda a rede de serviços e de gestão em rede-escola.
III- É orientada pelos seguintes princípios: diálogo, amorosidade, problematização, construção compartilhada do conhecimento, emancipação e compromisso com a construção do projeto democrático e popular.
IV- É uma proposta de ação estratégica que visa a contribuir para transformar e qualificar: a atenção à saúde, a organização das ações e dos serviços, os processos formativos, as práticas de saúde e as práticas pedagógicas. A implantação desta Política implica trabalho articulado entre o sistema de saúde (em suas várias esferas de gestão) e as instituições de ensino, colocando em evidência a formação e o desenvolvimento para o Sistema Único de Saúde (SUS).

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.
Observe o trecho “A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia”. A expressão em destaque funciona como:
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.
No último parágrafo, o termo em destaque “Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador.” funciona como elemento de coesão:
Analise as afirmativas a seguir sobre arboviroses:

I- É importante destacar que a dengue é exclusivamente transmitida pelo macho do mosquito Aedes aegypti.
II- Além da dengue, a zika e a chikungunya também são doenças virais transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
III- Os sintomas de dengue, chikungunya ou zika são semelhantes. Eles incluem febre de início abrupto acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira na pele, manchas vermelhas pelo corpo, além de náuseas, vômitos e dores abdominais.
IV- São considerados cuidados com o lixo para evitar proliferação do Aedes aegypti: não jogar lixo em terrenos baldios; manter o lixo tampado e seco até o momento da coleta; tampar as garrafas antes de descartá-las no lixo; separar itens como copos descartáveis, tampas de garrafas, latas, embalagens plásticas, entre outros, que possam acumular água, colocando-os devidamente fechados em sacos plásticos para descarte.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
No que se refere às recomendações quanto ao manuseio de larvicidas/inseticidas e uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), analise as afirmativas a seguir:

I- Em relação ao uso de temephós, é recomendado que seja evitado o contato prolongado direto do larvicida/inseticida com a pele, devendo ser transportado sempre em sacos plásticos, até o momento da aplicação.
II- Tendo em vista que os larvicidas/inseticidas são considerados seguros e incapazes de ultrapassar a barreira transplacentária, mesmo as mulheres gestantes podem trabalhar com a sua aplicação, desde que usem os EPI necessários.
III- Quando utilizar inseticidas ultrabaixo-volume, não se pode fumar ou comer (qualquer alimento) durante a aplicação.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.
Pode-se substituir a palavra “escapismo”, sem prejuízo de sentido, por:
No que tange à territorialização e cadastramento, analise as afirmativas a seguir:

I- É considerada uma atribuição comum do Agente de Combate às Endemias (ACE) e do Agente Comunitário de Saúde (ACS) a realização de diagnóstico demográfico, social, cultural, ambiental, epidemiológico e sanitário do território onde atuam, contribuindo para o processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, que possam servir de apoio para o enfrentamento da dengue.
II- A territorialização compreende a demarcação geográfica do território de atuação das equipes de saúde através do reconhecimento da área, das características populacionais, da dinâmica social, cultural e econômica, e das relações de acesso aos cuidados e serviços de saúde.
III- Os mapas temáticos constituem ferramentas de consolidação, processamento e compreensão do território, elaborados depois que as informações forem coletadas pelo processo de cadastramento e territorialização.
IV- O mapeamento refere-se à técnica de coleta e processamento de dados espaciais e envolve informações coletadas tanto pelo Sensoriamento Remoto e GPS quanto por outras técnicas.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Utilizando método simples para cálculo do volume de depósitos, conforme preconiza o Ministério da Saúde, para que o tratamento focal com larvicida tenha eficácia assegurada, é necessário que o pessoal de operação saiba determinar com precisão a quantidade de inseticida a ser aplicada em relação ao volume de água, a fim de se obter a concentração correta. No caso do temephós, a concentração é de uma parte por milhão, equivalente a um grama de ingrediente ativo em um milhão de mililitros de água (1.000 litros).

Com base nas orientações supramencionadas, calcule o volume de um depósito retangular, com as seguintes medições (Comprimento: 250 cm; Largura: 100 cm; Altura: 80 cm) que precisa receber o larvicida em questão, e, em seguida, marque a resposta CORRETA sobre a dosagem de ingrediente ativo que deve ser utilizada.
O combate ao Aedes aegypti pode ser feito também pela aplicação de produtos químicos ou biológicos. Sobre este tipo de tratamento, analise as alternativas a seguir:

I- O Tratamento Focal consiste na aplicação de um produto larvicida nos depósitos positivos para formas imaturas de mosquitos, que não possam ser eliminados mecanicamente.
II- Durante o tratamento a Ultrabaixo Volume – UBV, são exigidos cuidados no sentido de que o operador esteja protegido e o inseticida não seja posto em contato com pessoas, pássaros, outros animais domésticos e alimentos. Não deve ser aplicado na parte interna de depósitos cuja finalidade é armazenar água destinada ao consumo humano.
III- O uso do tratamento perifocal deve ser restrito a epidemias, como forma complementar para promover a rápida interrupção da transmissão de dengue ou de febre amarela, de preferência associado a mutirão de limpeza e eliminação de depósitos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fortalecer e ampliar o protagonismo popular, por meio do desenvolvimento de ações que envolvam a mobilização pelo direito à saúde e a qualificação da participação na construção das políticas públicas, como, por exemplo, participar de conferências e conselhos de saúde, dizem respeito a que eixo estratégico da Política de Educação Popular em Saúde (PNEPS-SUS)?
A Agente de Combate às Endemias (ACE) Raquel realiza sua rotina de visitas domiciliares em um bairro onde foram registrados casos suspeitos de dengue. Ao chegar a uma residência, ela é recebida pela moradora, Dona Ana, que vive com o marido e dois filhos. Ao realizar a inspeção da residência, são encontradas as seguintes situações:


1. Quintal:


Há vários vasos de plantas com pratinhos acumulando água.

• Um balde deixado ao lado da lavanderia contendo água de chuva.

Pneus usados estão empilhados sem cobertura no fundo do quintal.


2. Interior da casa:


Um filtro de barro apresenta tampa mal ajustada, expondo a água.

Há uma garrafa de refrigerante aberta com água dentro, guardada atrás da geladeira.


3. Área de Serviço:


A caixa d'água não possui tampa adequada, estando apenas coberta por uma tábua.

Ralos do quintal estão sem tela de proteção.
Sobre as condutas do Agente de Combate às Endemias (ACE), analise as seguintes assertivas:

I- Sobre as situações encontradas no quintal: retirar os pratinhos dos vasos de plantas ou colocar areia até a borda; esvaziar o balde, mantê-lo virado ou guardá-lo em local coberto; encaminhar os pneus para descarte adequado ou cobri-los para não acumular água.
II- Sobre as situações encontradas no interior da casa: como se trata de água limpa e em ambiente interno, não há necessidade de preocupação com o Aedes aegypti. Porém, a tampa do filtro deve ficar bem fechada e ser higienizada periodicamente para não juntar impurezas e provocar gastroenterites.
III- Sobre as situações encontradas na área de serviço: instalar tampa adequada e vedada na caixa d'água; colocar telas nos ralos ou mantê-los tampados quando não estiverem em uso.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto I para responder à questão.

Texto I


'A falta do hábito da leitura pode nos levar ao desastre', alerta especialista sobre pesquisa realizada no Brasil

Andréia Roma destaca que brasileiro deve mudar conceito para colher frutos em todas as áreas de desenvolvimento

23/06/2023 14h45 - Atualizado em 23/06/2023 14h47


Durante uma reunião na escola da minha filha de 11 anos, percebi a preocupação dos professores que afirmaram que o maior desafio de hoje é fazer com que essa geração saiba ler e interpretar textos. Com o avanço da era digital, as pessoas se distanciaram do hábito de leitura e isso tem seu preço. Ao me deparar com a história de Andréia Roma, CEO da Editora Leader, que, ao crescer em um cenário humilde recortava revistas para fazer suas próprias cartilhas (na tentativa de já criar livros), percebo como o propósito de vida faz diferença na evolução humana e de todos a seu redor.

Filha de pais analfabetos, a executiva que hoje é também idealizadora do Selo Editorial Série Mulheres e presidente do Instituto Série Mulheres trava uma batalha dia após dia: a de incentivar a leitura em um país repleto de contrastes. De acordo com a 5ª edição do estudo “Retratos da leitura no Brasil” realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Itaú Cultural, cerca de 52% dos brasileiros mantêm o hábito de leitura, porém, o país perdeu cerca de 4,6 milhões de leitores nos últimos anos. Enquanto o brasileiro lê somente quatro livros por ano, o canadense lê doze, ou seja, nosso índice anda abaixo da média. O que isso acarreta? Muitos problemas. “A falta do hábito de leitura pode levar a consequências desastrosas. Como terapeuta comportamental, observo que a leitura é uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento intelectual, emocional e cultural das pessoas. A leitura expande horizontes, estimula a criatividade, a imaginação e a empatia. A ausência desse hábito pode limitar a capacidade de adquirir conhecimento, dificultar a expressão escrita e oral, e diminuir a capacidade de compreensão e análise de informações. Além disso, a leitura também desempenha um papel importante na saúde mental, oferecendo uma forma de escapismo saudável e relaxamento”, ressalta Andréia.

Em resumo, o impacto dessa defasagem de leitura na aprendizagem é devastador. Vale lembrar que, segundo o PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), que analisa estudantes entre 15 e 16 anos de 77 países, 50% dos brasileiros têm resultados nível 1 em leitura, na escala que vai de 1 a 5. “Ou seja, a compreensão média do brasileiro é literal e infelizmente se restringe a frases curtas e isso é alarmante. É claro que o brasileiro lê pouco se comparado a outros países por diversos motivos. Um dos fatores é a falta de incentivo e acesso à leitura desde a infância. Posso afirmar isso por ter crescido em um lugar humilde e com poucos livros. Lembro que eu fazia meus próprios livros com revistas e jornais velhos, além das cartilhas escolares que eram o presente da escola pública para mim. Ainda enfrentamos desafios relacionados à educação e à formação de hábitos de leitura desde cedo. Além disso, existem questões socioeconômicas, falta de tempo e excesso de distrações no mundo atual, que podem dificultar a dedicação ao hábito da leitura”.

Fonte: “A FALTADE LEITURA PODE NOS LEVAR AO DESASTRE”, alerta especialista sobe pesquisa realizada no Brasil. Jovem Pan, 23 jun. 2023. Disponível em: https://jovempan.com.br/opiniao-jovem-pan/comentaristas/renata-rode/a-falta-do-habito-da-leitura-pode-nos-levar -ao-desastre-alerta-especialista-sobre-pesquisarealizada-no-brasil.html. Acesso em: 23 set. 2025. Adaptado.
No que se refere à intencionalidade do texto, a argumentação é construída com a finalidade de:
Um dos principais instrumentos desenvolvido pelo Ministério da Saúde para a prevenção da dengue é o Levantamento Rápido de Índices de Infestação do Aedes aegypti(LIRAa). O resultado deste é apresentado em índices de infestação predial e mede o risco para a ocorrência de epidemias de dengue, de acordo com a quantidade de larvas do vetor encontradas nos locais visitados. Neste sentido, marque a alternativa CORRETA.
Analise as afirmativas abaixo sobre conceitos, princípios e organização da Atenção Primária à Saúde (APS):

I- A Atenção Primária à Saúde é o primeiro nível de atenção em saúde e se caracteriza por um conjunto de ações de saúde, especificamente no âmbito coletivo, que abrange a promoção e a proteção da saúde, a prevenção de agravos, o diagnóstico, o tratamento, a reabilitação, a redução de danos e a manutenção da saúde.
II- Trata-se da principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e do centro de comunicação com toda a Rede de Atenção dos SUS, devendo se orientar pelos princípios da universalidade, da acessibilidade, da continuidade do cuidado, da integralidade da atenção, da responsabilização, da humanização e da equidade.
III- A Estratégia Saúde da Família (ESF) é um modelo inovador que coloca a saúde no centro das necessidades da pessoa, da família e do território. Desempenha um papel crucial na reorganização da APS no Brasil, alinhando-se aos princípios do SUS.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Tendo em vista a importância do papel das Redes de Atenção à Saúde (RAS) no Sistema Único de Saúde (SUS) enquanto mecanismos que qualificam as demandas em níveis de atenção, otimizam e organizam o sistema frente às necessidades de saúde da população, analise as afirmativas a seguir:

I- As RAS são organizações poliárquicas de conjuntos de serviços de saúde, vinculados entre si por uma missão única, por objetivos comuns e por uma ação cooperativa e interdependente, que permitem ofertar uma atenção contínua e integral a determinada população, coordenada pela atenção primária à saúde – prestada no tempo certo, no lugar certo, com o custo certo, com a qualidade certa, de forma humanizada e com equidade – com responsabilidades sanitária e econômica, e gerando valor para a população.
II- O objetivo das RAS se caracteriza pela formação de relações horizontais entre os pontos de atenção com o centro de comunicação na Atenção Primária à Saúde (APS), pela centralidade nas necessidades em saúde de uma população, pela responsabilização na atenção contínua e integral, pelo cuidado multiprofissional, pelo compartilhamento de objetivos e compromissos com os resultados sanitários e econômicos.
III- A clássica figura de uma pirâmide, representando um modelo de saúde, em cuja base estariam as unidades básicas de saúde, cobrindo grupos populacionais definidos (área adstrita); na parte intermediária, a atenção secundária, com as especialidades clínicas e cirúrgicas e o apoio diagnóstico e terapêutico, serviços de urgência e emergência e hospitais gerais; e no topo os hospitais com alta densidade tecnológica, reflete a realidade da organização da assistência à saúde ideal para o Brasil.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Sobre o período de tempo que a dengue começa a se manifestar após um indivíduo sadio ser picado por um mosquito infectado, é CORRETO afirmar que ele ocorre dentro de um tempo que varia:
A Agente de Combate às Endemias (ACE) Raquel realiza sua rotina de visitas domiciliares em um bairro onde foram registrados casos suspeitos de dengue. Ao chegar a uma residência, ela é recebida pela moradora, Dona Ana, que vive com o marido e dois filhos. Ao realizar a inspeção da residência, são encontradas as seguintes situações:


1. Quintal:


Há vários vasos de plantas com pratinhos acumulando água.

• Um balde deixado ao lado da lavanderia contendo água de chuva.

Pneus usados estão empilhados sem cobertura no fundo do quintal.


2. Interior da casa:


Um filtro de barro apresenta tampa mal ajustada, expondo a água.

Há uma garrafa de refrigerante aberta com água dentro, guardada atrás da geladeira.


3. Área de Serviço:


A caixa d'água não possui tampa adequada, estando apenas coberta por uma tábua.

Ralos do quintal estão sem tela de proteção.
Analise as afirmativas a seguir:

I- Raquel deve fazer as orientações de forma clara e educativa, sem julgamentos, explicando os riscos e como corrigi-los.
II- A Agente de Combate às Endemias (ACE) deve reforçar a importância de dedicar ao menos 10 minutos por dia toda semana para eliminar os focos do Aedes, lembrando que O Aedes aegypti leva em média 10 dias para se desenvolver.
III- Após a visita, Raquel deve preencher a ficha CDS de visita domiciliar e territorial com as informações coletadas, incluindo detalhes sobre a visita e as ações realizadas.
IV- O Agente de Combate às Endemias (ACE) não deve questionar se algum dos moradores está apresentando sintomas de dengue, chikungunya ou zika, mesmo que seja relatado voluntariamente pelos moradores, o ACE deve informar que não é da sua competência, e sim do Agente Comunitário de Saúde (ACS).

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Marque a alternativa CORRETA que apresenta o objetivo geral da Política Nacional de Promoção da Saúde.