Com base no acento grave indicador de crase, assinale a única alternativa em que o seu emprego é obrigatório:
A partícula “se” destacada a seguir, no contexto em que está inserida, exerce função de: “O diretor e os professores cumprimentaram-se friamente.”
Há erro de concordância nominal na seguinte alternativa:
Assinale a alternativa em que a palavra “como” exerce função de conjunção subordinativa conformativa, ou seja, introduz um adjunto adverbial oracional de conformidade:
Com base na Ortografia Oficial, analise as principais regras para o emprego do hífen:
I. Nas formações em que o segundo elemento começa por “h”, ou seja, não importa o prefixo: se o segundo elemento iniciar-se por “h”, deve-se empregar o hífen. Exemplo: Extrahumano; II. Não se usa, no entanto, o hífen em formações que contêm em geral os prefixos “des-” e “in-”, nas quais o segundo elemento perdeu o “h” inicial. Exemplo: inumano, inábil, etc; III. Não se emprega hífen nas formações em que o prefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento. Exemplo: contralmirante. Dos itens acima:
Além de outros fatores, a próclise é de rigor em todos os casos a seguir, exceto:
“Em nossa língua, muitos vocábulos apresentam mais de um significado, o qual só é apreendido quando se analisa o contexto. Quando isto ocorre, dizemos que o vocábulo é”: (Fonte adaptada: BEZERRA, R. - Nova Gramática da Língua Portuguesa para Concursos, 8ª ed.> Acesso em 10 de novembro de 2020).