Um homem com cinquenta e dois anos de idade, pedreiro de construção civil, chega ao hospital queixando-se de muita dor no braço direito. Ele conta que, há seis meses, sofreu queda de um andaime, que estava a três metros do solo, e contundiu o braço direito. Logo depois, desenvolveu, no braço e antebraço direito, uma dor que perdura até o momento. Na época da queda, o paciente foi avaliado em um pronto atendimento, onde fez uma radiografia do braço, a qual não apresentou anormalidades e, por isso, ele não foi tratado. Desde a lesão, a dor e o inchaço persistem. O exame físico revela que o braço direito é mais úmido e peludo que o esquerdo; não há fraqueza específica ou mudança sensorial, e a dor não melhora ao elevar o braço, no entanto, o braço direito é claramente mais edemaciado que o esquerdo, e a pele parece brilhante e fria.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
A lesão do plexo braquial é a provável causa da dor do paciente.Um homem de setenta anos de idade, ex-fumante havia cinco anos (fumava, desde os dezoito anos de idade, cerca de quarenta cigarros por dia), foi internado com exacerbação do quadro. No exame físico, apresentava-se consciente, cianótico, taquipneico, em uso de musculatura acessória, com distensão das veias jugulares e edema de MMII. A ausculta pulmonar mostrou: murmúrio vesicular diminuído globalmente e sibilos esparsos. A gasometria arterial indicou: pH = 7,20, PaCO2 = 58 mmH2O, PaO2 = 50 mmHg, HCO3 = 32 mEq/L e SaO2 = 87% em ar ambiente.
Considerando esse caso clínico, julgue os próximos itens.
A gasometria arterial indica a presença de acidose metabólica com hipoxemia e hipóxia.Há mais ou menos dois anos, paciente do sexo masculino, com quarenta e um anos de idade, teve um acidente vascular encefálico (AVE) hemorrágico na região parietal. Sua pressão chegou a 235 mmHg × 110 mmHg, ficou em coma por três semanas e, quando acordou, relatou fraqueza generalizada no hemicorpo D, indicando uma sequela do AVE. Após sete meses da lesão, sua hipotonia foi substituída por uma forte espasticidade em membro superior direito (bíceps braquial e flexores do punho) e membro inferior direito (flexores plantares e quadríceps). Atualmente, sua principal queixa é dificuldade de deambulação e incapacidade de realizar atividades funcionais com o membro superior direito.
A respeito desse caso clínico, julgue os itens subsecutivos.
Nesse caso, é possível utilizar técnicas de modulação e controle da espasticidade nos músculos flexores de cotovelo e punho, por meio de crioterapia e estimulação elétrica neuromuscular aplicadas diretamente nesses grupos musculares.Um homem com cinquenta e dois anos de idade, pedreiro de construção civil, chega ao hospital queixando-se de muita dor no braço direito. Ele conta que, há seis meses, sofreu queda de um andaime, que estava a três metros do solo, e contundiu o braço direito. Logo depois, desenvolveu, no braço e antebraço direito, uma dor que perdura até o momento. Na época da queda, o paciente foi avaliado em um pronto atendimento, onde fez uma radiografia do braço, a qual não apresentou anormalidades e, por isso, ele não foi tratado. Desde a lesão, a dor e o inchaço persistem. O exame físico revela que o braço direito é mais úmido e peludo que o esquerdo; não há fraqueza específica ou mudança sensorial, e a dor não melhora ao elevar o braço, no entanto, o braço direito é claramente mais edemaciado que o esquerdo, e a pele parece brilhante e fria.
Considerando esse caso clínico, julgue os itens subsequentes.
A trombose da veia subclávia é a causa da dor do paciente.