No âmbito das linguagens de programação puramente funcionais, considere:
I. Elas não utilizam variáveis.
II. Construções iterativas não são possíveis sem variáveis.
III. Sem variáveis, a repetição deve ser feita por meio de recursão e não por meio de laços.
Está correto o que se afirma em

A comunicação por meio da comutação de circuitos

Imagem 001.jpg

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:

Considere que o Tribunal de Contas do Estado de Goiás possui um Banco de Dados relacional que tem uma tabela denominada TCG_Info que contém os campos: Nome, CPF e Tipo_Certidao. O comando SQL que permite que seja apresentado o número de diferentes tipos de certidão é:

O conceito de indústria cultural foi criado por Adorno e
Horkheimer, dois dos principais integrantes da Escola de
Frankfurt. Em seu livro de 1947, Dialética do esclarecimento,
eles conceberam o conceito a fim de pensar a questão da
cultura no capitalismo recente. Na época, estavam impactados
pela experiência no país cuja indústria cultural era a mais
avançada, os Estados Unidos, local onde os dois pensadores
alemães refugiaram-se durante a Segunda Guerra.

Segundo os autores, a cultura contemporânea estaria
submetida ao poder do capital, constituindo-se num sistema que
englobaria o rádio, o cinema, as revistas e outros meios - como
a televisão, a novidade daquele momento -, que tenderia a
conferir a todos os produtos culturais um formato semelhante,
padronizado, num mundo em que tudo se transformava em
mercadoria descartável, até mesmo a arte, que assim se desqualificaria
como tal. Surgiria uma cultura de massas que não
precisaria mais se apresentar como arte, pois seria caracterizada
como um negócio de produção em série de mercadorias
culturais de baixa qualidade. Não que a cultura de massa fosse
necessariamente igual para todos os estratos sociais; haveria
tipos diferentes de produtos de massa para cada nível socioeconômico,
conforme indicações de pesquisas de mercado. O controle
sobre os consumidores seria mediado pela diversão, cuja
repetição de fórmulas faria dela um prolongamento do trabalho
no capitalismo tardio.

Muito já se polemizou acerca dessa análise, que tenderia
a estreitar demais o campo de possibilidades de mudança em
sociedades compostas por consumidores supostamente resignados.
O próprio Adorno chegou a matizá-la depois. Mas o
conceito passou a ser muito utilizado, até mesmo por quem diverge
de sua formulação original. Poucos hoje discordariam de
que o mundo todo passa pelo "filtro da indústria cultural", no
sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta
produção de mercadorias culturais por setores especializados
da indústria.

Feita a constatação da amplitude alcançada pela
indústria cultural contemporânea, são várias as possibilidades
de interpretá-la. Há estudos que enfatizam o caráter alienante
das consciências imposto pela lógica capitalista no âmbito da
cultura, a difundir padrões culturais hegemônicos. Outros frisam
o aspecto da recepção do espectador, que poderia interpretar
criativamente - e não de modo resignado - as mensagens que
lhe seriam passadas, ademais, de modo não unívoco, mas com
multiplicidades possíveis de sentido.

(RIDENTI, Marcelo. Indústria cultural: da era do rádio à era
da informática no Brasil
. In: Agenda brasileira. São Paulo: Cia
das Letras, 2011, p. 292 a 301)

... no sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta produção de mercadorias culturais por setores especializados da indústria. Transpondo-se a frase acima para a voz passiva analítica, a forma verbal resultante será:

O conceito de indústria cultural foi criado por Adorno e Horkheimer, dois dos principais integrantes da Escola de Frankfurt. Em seu livro de 1947, Dialética do esclarecimento, eles conceberam o conceito a fim de pensar a questão da cultura no capitalismo recente. Na época, estavam impactados pela experiência no país cuja indústria cultural era a mais avançada, os Estados Unidos, local onde os dois pensadores alemães refugiaram-se durante a Segunda Guerra.
Segundo os autores, a cultura contemporânea estaria submetida ao poder do capital, constituindo-se num sistema que englobaria o rádio, o cinema, as revistas e outros meios - como a televisão, a novidade daquele momento -, que tenderia a conferir a todos os produtos culturais um formato semelhante, padronizado, num mundo em que tudo se transformava em mercadoria descartável, até mesmo a arte, que assim se desqualificaria como tal. Surgiria uma cultura de massas que não precisaria mais se apresentar como arte, pois seria caracterizada como um negócio de produção em série de mercadorias culturais de baixa qualidade. Não que a cultura de massa fosse necessariamente igual para todos os estratos sociais; haveria tipos diferentes de produtos de massa para cada nível socioeconômico, conforme indicações de pesquisas de mercado. O controle sobre os consumidores seria mediado pela diversão, cuja repetição de fórmulas faria dela um prolongamento do trabalho no capitalismo tardio.
Muito já se polemizou acerca dessa análise, que tenderia a estreitar demais o campo de possibilidades de mudança em sociedades compostas por consumidores supostamente resignados.O próprio Adorno chegou a matizá-la depois. Mas o conceito passou a ser muito utilizado, até mesmo por quem diverge de sua formulação original. Poucos hoje discordariam de que o mundo todo passa pelo "filtro da indústria cultural", no sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta produção de mercadorias culturais por setores especializados da indústria.
Feita a constatação da amplitude alcançada pela indústria cultural contemporânea, são várias as possibilidades de interpretá-la. Há estudos que enfatizam o caráter alienante das consciências imposto pela lógica capitalista no âmbito da cultura, a difundir padrões culturais hegemônicos. Outros frisam o aspecto da recepção do espectador, que poderia interpretar criativamente - e não de modo resignado - as mensagens que lhe seriam passadas, ademais, de modo não unívoco, mas com multiplicidades possíveis de sentido.

(RIDENTI, Marcelo. Indústria cultural: da era do rádio à era da informática no Brasil. In: Agenda brasileira. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p. 292 a 301)

Considerando-se o contexto, mantêm-se a correção e o sentido original substituindo-se
Da moderação

Como se tivéssemos infeccioso o tato, ocorre-nos corromper, se as manusearmos em excesso, as coisas que em si são belas e boas. A virtude pode tornar-se vício se ao seu exercício nos dedicarmos com demasiada avidez e violência. E jogam com as palavras os que dizem não haver excesso na virtude porque não há virtude onde há excesso: “Não é sábio o sábio, nem justo o justo, se seu amor à virtude é exagerado”.

Trata-se de uma sutileza filosófica. Pode-se dedicar imoderado amor à virtude e ser excessivo em uma causa justa. Preconiza o apóstolo São Paulo, a esse respeito, um equilíbrio razoável: “Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento”. Vi um dos grandes deste mundo prejudicar a religião por se entregar a práticas religiosas incompatíveis com a sua condição social. Aprecio os caracteres moderados e prudentes: ultrapassar a medida, ainda que no sentido do bem, é coisa que me espanta, se não me incomoda, e a que não sei como chamar. Mais estranha do que justa se me afigura a conduta da mãe de Pausânias, que foi a primeira a denunciá-lo e a contribuir com a primeira pedra para a morte do filho*; nem tampouco aprovo a atitude do ditador Postúmio, mandando matar o filho que, no en- tusiasmo da mocidade, saíra das fileiras para atacar o inimigo, com felicidade, aliás. Não me sinto propenso nem a aconselhar nem a imitar tão bárbara virtude.

Falha o arqueiro que ultrapassa o alvo, da mesma maneira que aquele que não o alcança. Minha vista se perturba se de repente enfrenta uma luz violenta, quando então vejo tão pouco como na mais profunda escuridão.

*Nota: A mãe de Pausânias depositara um tijolo diante do templo de Minerva, onde se refugiara o rei, seu filho. Os lacedemônios, aprovando-lhe o julgamento simbólico, ergueram muros em torno do refúgio e deixaram o prisioneiro morrer de fome.

Da compreensão geral do texto resulta adequada a seguinte conclusão: para Montaigne,
O esquema a seguir ilustra uma estrutura de comunicação VoIP entre um computador e um telefone comum.

                        imagem-002.jpg

No cenário apresentado, um computador equipado com um programa que possibilita as ligações em VoIP está conectado numa rede local (LAN) com o equipamento A. Primeiro, o computador descobre o equipamento A na rede, que envia ao computador seu endereço IP. O computador se registra com o equipamento A que, por sua vez, manda de volta uma mensagem de gerenciamento. Após aceitar a mensagem, o computador pede para o equipamento A largura de banda para iniciar a configuração da chamada, com o estabelecimento de uma conexão. Após a largura de banda ser liberada ao computador, ele envia outra mensagem com o número do telefone a ser chamado para o equipamento A, que confirma a solicitação da chamada e encaminha a informação para o equipamento B. Este, que é metade computador e metade comutador de telefonia, faz a chamada telefônica para o telefone comum. O telefone toca e o computador recebe o sinal indicando que ele está tocando. Quando o telefone é atendido, é enviada uma mensagem ao computador indicando que houve a conexão.

A e B são, respectivamente,

NÃO se trata de uma conformidade normalmente já incluída no arquivo de auditoria, cuja documentação em separado seja desnecessária,

Considere os seguintes atos:

I. aprovar previamente, por voto secreto, após arguição pública, a escolha de Ministros do Tribunal de Contas da União indicados pelo Presidente da República.
II. autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice- Presidente da República e os Ministros de Estado.
III. proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa.
IV. fixar, por proposta do Presidente da República, limites globais para o montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios.

De acordo com a Constituição Federal, compete privativamente à Câmara dos Deputados, os atos indicados APENAS em
Ao tentar entrar em alguns sites de comércio eletrônico para comprar produtos de seu interesse, Maria percebeu que estava sendo redirecionada para sites muito semelhantes aos verdadeiros, mas que não ofereciam conexão segura, nem certificado digital. Pela característica do problema, é mais provável que Maria esteja sendo vítima de
O conceito de indústria cultural foi criado por Adorno e Horkheimer, dois dos principais integrantes da Escola de Frankfurt. Em seu livro de 1947, Dialética do esclarecimento, eles conceberam o conceito a fim de pensar a questão da cultura no capitalismo recente. Na época, estavam impactados pela experiência no país cuja indústria cultural era a mais avançada, os Estados Unidos, local onde os dois pensadores alemães refugiaram-se durante a Segunda Guerra.
Segundo os autores, a cultura contemporânea estaria submetida ao poder do capital, constituindo-se num sistema que englobaria o rádio, o cinema, as revistas e outros meios - como a televisão, a novidade daquele momento -, que tenderia a conferir a todos os produtos culturais um formato semelhante, padronizado, num mundo em que tudo se transformava em mercadoria descartável, até mesmo a arte, que assim se desqualificaria como tal. Surgiria uma cultura de massas que não precisaria mais se apresentar como arte, pois seria caracterizada como um negócio de produção em série de mercadorias culturais de baixa qualidade. Não que a cultura de massa fosse necessariamente igual para todos os estratos sociais; haveria tipos diferentes de produtos de massa para cada nível socioeconômico, conforme indicações de pesquisas de mercado. O controle sobre os consumidores seria mediado pela diversão, cuja repetição de fórmulas faria dela um prolongamento do trabalho no capitalismo tardio.
Muito já se polemizou acerca dessa análise, que tenderia a estreitar demais o campo de possibilidades de mudança em sociedades compostas por consumidores supostamente resignados.O próprio Adorno chegou a matizá-la depois. Mas o conceito passou a ser muito utilizado, até mesmo por quem diverge de sua formulação original. Poucos hoje discordariam de que o mundo todo passa pelo "filtro da indústria cultural", no sentido de que se pode constatar a existência de uma vasta produção de mercadorias culturais por setores especializados da indústria.
Feita a constatação da amplitude alcançada pela indústria cultural contemporânea, são várias as possibilidades de interpretá-la. Há estudos que enfatizam o caráter alienante das consciências imposto pela lógica capitalista no âmbito da cultura, a difundir padrões culturais hegemônicos. Outros frisam o aspecto da recepção do espectador, que poderia interpretar criativamente - e não de modo resignado - as mensagens que lhe seriam passadas, ademais, de modo não unívoco, mas com multiplicidades possíveis de sentido.

(RIDENTI, Marcelo. Indústria cultural: da era do rádio à era da informática no Brasil. In: Agenda brasileira. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p. 292 a 301)

O segmento em que se restringe o sentido do termo imediatamente anterior encontra-se em:

Atenção: As questões de números 11 a 20 referem-se ao texto seguinte.

A respeito do termo etnia

Por etnia entende-se um grupo de pessoas que parti-
lham vários atributos, como espaço geográfico, língua, costu-
mes e valores, e que reivindicam para si o mesmo nome étnico
e a mesma ascendência. Mas sempre há nisso grande dose de
subjetividade. Daí ser difícil estabelecer fronteiras claras entre
as etnias e quantificar os grupos étnicos existentes no planeta.
A língua, por exemplo, que parece um critério objetivo, não é
suficiente para determinar diversas etnias, se tomada isolada-
mente, pois muitos grupos étnicos usam o mesmo idioma.
O moderno conceito de etnia desenvolveu-se no século
XX, em oposição às teorias racistas que evocavam argumentos
de ordem biológica para justificar a dominação de um grupo
humano sobre outros. A ciência considera incorreto falar em
diferentes raças quando se trata de seres humanos. Todos os
homens pertencem ao gênero Homo e à espécie Homo sapiens.
Eventuais variações genéticas são mínimas e insuficientes para
configurar diferenciações raciais.
Os homens agrupam-se socialmente, e as semelhanças
e diferenças que estabelecem entre si decorrem de processos
históricos, sempre culturais, jamais naturais. Fundamentalmen-
te, um indivíduo pertence a determinada etnia porque acredita
nisso, e tal crença é compartilhada pelos demais indivíduos que
compõem o mesmo grupo.
A existência de vários grupos étnicos no interior das
mesmas fronteiras nacionais é uma situação comum, pois as
populações humanas não são homogêneas, em razão das mi-
grações no decorrer da história. Mas as diferenças étnicas, em
diversos casos, são manipuladas para acirrar conflitos de fundo
político ou econômico. O próprio conceito de raça humana, há
muito não admitido pela antropologia moderna, serviu (e por
vezes ainda serve) de pretexto para justificar as mais cruéis
manifestações de preconceito, violência e barbárie.


(Adaptado do Almanaque Abril Cultural 2009, p. 123)

De acordo com o texto, o conceito de etnia diz respeito, fundamentalmente,

Imagem 003.jpg

Não sejais mais comportados do que o necessário; ponde alguma sobriedade no bom comportamento.
A frase acima permanecerá correta com a substituição das formas verbais sublinhadas, respectivamente, por:

A empresa MM Engenharia Ltda., contratada pela Administração Pública para a execução de importante obra pública, executou fielmente o contrato, sendo o objeto recebido definitivamente pela autoridade competente, mediante termo circunstanciado, assinado pelas partes, após o decurso do prazo de vistoria que comprovou a adequação do objeto aos termos contratuais, observados os demais requisitos dispostos na Lei nº 8.666/1993.

O prazo a que alude o enunciado, salvo em casos excepcionais, devidamente justificados e previstos no edital, NÃO poderá ser superior a
A UML especifica um conjunto de diagramas para modelar sistemas orientados a objeto em suas várias perspectivas. Dois destes diagramas podem ser muito úteis para apresentar uma visão de nível mais alto do sistema, como:

I. adequado para captar os requisitos funcionais de um sistema, ajudando no entendimento destes requisitos.
II. suporta e estimula o comportamento paralelo, sendo útil para modelagem de fluxo de trabalho e de processos, principal- mente, processos de negócio.

Os diagramas descritos em I e II são, correta e respectivamente, de

São, conceitualmente, objetivos de alto nível dos domínios COBIT de entrega e suporte e de aquisição e implementação, respectivamente,

Considere:
I. Sujeita a bloqueio, o que dificulta dimensionar a rede corretamente.

II. Requer compatibilidade de assinante (os dispositivos em cada lado do circuito necessitam de com- patibilidade de protocolo e velocidade).

III. Para obter eficiência e flexibilidade, necessita empregar um conjunto complexo de algoritmos de roteamento e controle.
Representa desvantagem da comutação por circuito o que consta APENAS em

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