Questões de Concursos

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Homem de 28 anos é trazido a uma emergência de hospital de grande porte com relato de febre alta (até 39 oC), de início súbito, acompanhada de calafrios, há 5 dias. Relata ainda vômitos não relacionados à alimentação, mialgia generalizada, mais intensa em abdome e membros inferiores, impedindo a deambulação. Na anamnese dirigida, refere tosse não produtiva, taquicardia, diminuição do débito urinário, eliminação de urina “cor de cocacola”. É estivador do cais do porto de Paranaguá (PR) e relata a presença de ratos no local de trabalho. Nega viagens recentes. Cartão de vacinação atualizado para as vacinas recomendadas para adultos no PNI. Ao exame físico, icterícia rubínica, sufusão hemorrágica em conjuntiva ocular à direita, ritmo cardíaco irregular (FC 115 bpm), sem sopros à ausculta cardíaca, pulmões com murmúrio vesicular rude, sem estertoração, dor à palpação de panturrilhas, abdome com dor à palpação superficial, sem visceromegalias ou descompressão abrupta dolorosa.
O resultado de exame laboratorial que fala contra a hipótese principal é:
Três pacientes estão internados em uma enfermaria masculina de um hospital geral. O primeiro, adulto de 35 anos, portador de leucemia mieloide aguda, que no 11º de indução de remissão com quimioterapia sistêmica, desenvolveu febre de 39 ºC, registrada em mais de uma ocasião, acompanhada de calafrios e taquipneia. Hemograma revela: hemoglobina: 8g %, plaquetas: 11.000 / mm3, leucócitos: 100 /mm3 com 100 % de linfócitos. O segundo, adolescente de 19 anos, portador de anemia falciforme, que foi internado com quadro de osteomielite em tíbia, cuja biópsia óssea revelou crescimento em cultura de Salmonella enteritidis. O terceiro, adulto de 42 anos, infectado pelo HIV, internado por quadro de diarreia por Isospora belli, após abandono de terapia antirretroviral, que no 7º dia de internação abre um quadro de herpes zoster torácico.
Em relação aos colegas de enfermaria e suas respectivas morbidades, é correto afirmar que os três pacientes
Mulher de 66 anos, sabidamente infectada pelo HIV há 25 anos, em terapia antirretroviral estável, CD4 superior a 500 cél/mm3 e carga viral indetectável nos últimos 8 anos, quando trocas dos medicamentos foram eventualmente realizadas por toxicidade, comodidade posológica ou para minimizar interações medicamentosas com drogas prescritas para comorbidades. Antes desse período, porém, a paciente tem história de má adesão, falhas terapêuticas, infecções oportunistas e uso de várias classes de antirretrovirais.
Quando seu médico assistente decidiu fazer cada mudança de esquema antirretroviral dessa paciente, ele certamente
Um estudo realizado entre trabalhadores que vivenciaram exposições a material biológico na cidade de Araraquara (SP), em 2007, avaliou as características dos acidentes em 149 profissionais de saúde. Exposição percutânea (85%) com sangue (70%) foi o tipo de acidente mais comum, e o momento do descarte do material biológico, a circunstância mais prevalente (23%). Entre os trabalhadores avaliados, 77% referiram imunização com três doses da vacina contra hepatite B, 5% com mais de três doses, 14% com uma ou duas doses, 3% negaram vacinação e 1% não souberam referir. Entre os trabalhadores com três doses da vacina, 71% apresentaram imunidade pós-vacinal e 17% não. Todos os trabalhadores com mais de três doses da vacina desenvolveram imunidade. Encontrou-se 2% de carreadores crônicos do vírus B entre os indivíduos acidentados. Muitos trabalhadores não completaram o seguimento de seis meses pós-acidente. (Brazilian Journal of Infectious Diseases, Vol 5, Supl 1, 2011)
A única medida adequada a ser tomada pelos autores do estudo na população de trabalhadores de saúde estudada é
Um estudo piloto foi desenvolvido em comunidades rurais de Angola (África). Pacientes gestantes foram submetidas a tratamento preventivo intermitente (TPI) com sulfadoxina + pirimetamina (pelo menos duas doses, no 4º e no 7º mês de gestação) e receberam mosquiteiros impregnados com o inseticida, além de informação, educação e tratamento precoce se infectadas, visando evitar a grave evolução da malária, quando esta ocorre em gestantes. Os resultados do estudo demonstraram a eficácia da intervenção.
(Rev. Soc. Bras. Med. Trop. Vol. 43: supl I, 2010)

Os eventos adversos potencialmente lesivos da associação sulfadoxina + pirimetamina que se procura evitar com a administração das doses de maneira intermitente, no 4º e 7º meses da gestação, são:
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