Paciente etilista crônico, apresentando vômitos graves e incoercíveis, deu entrada no pronto-socorro relatando dor epigástrica de grande intensidade, desconforto respiratório leve e enfisema subcutâneo em tórax e pescoço.
O quadro clínico provável é:
Um adolescente de 12 anos apresenta febre (38 – 38,5 °C) há 14 dias, cansaço e dor de garganta. Ao exame, placas esbranquiçadas em amígdalas, linfonodomegalias em cadeias cervicais anteriores bilaterais e esplenomegalia. Refere que, no segundo dia dos sintomas, procurou emergência e foi liberado com amoxicilina, mas evoluiu com exantema maculopapular, no segundo dia do antibiótico, que foi suspenso.
A provável etiologia para o quadro é:
Um homem de 50 anos, vítima de atropelamento, é levado ao serviço de emergência pelo SAMU. Dá entrada no hospital com abertura ocular responsiva a estímulos verbais, confuso, porém com resposta motora a comandos verbais.
Na Escala de Coma de Glasgow, o paciente apresenta a pontuação de:
Paciente portador de insuficiência cardíaca congestiva é admitido com hipotensão (70 x 30 mmHg), cianose central, dispneia, bradicardia, edema de membros inferiores, estertores crepitantes bibasais. Foi necessário proceder a intubação orotraqueal e ventilação mecânica.
Nesse caso, as drogas vasoativas mais indicadas são:
Os acidentes por picadas de aracnídeos são relativamente comuns, mas poucos se manifestam de forma grave. Entretanto, em indivíduos sensíveis, foram descritas formas graves cuja apresentação clínica envolve: sudorese generalizada, ansiedade e agitação, mialgia, dificuldade de deambulação, cefaleia e tontura, hipertermia, taquicardia/bradicardia, hipertensão arterial, taquipneia/dispneia, náuseas e vômitos, priapismo e retenção urinária.
A picada de uma aranha específica pode causar contratura facial e trismo dos masseteres. Essa aranha é:
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