Paciente de 58 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 mal controlada e hipertensão arterial sistêmica, chega ao ambulatório com queixa de visão embaçada nos últimos três meses. Ele descreve um aumento gradual da dificuldade para enxergar, especialmente ao ler. Ao exame, a acuidade visual é de 20/60 em ambos os olhos, com a presença de edema retiniano e exsudatos duros no fundo de olho. Não há evidências de neovasos retinianos. Diante desse quadro, pode-se suspeitar de:
Jovem em estado gripal fez uso de salicilatos e evoluiu com eritema multiforme maior. Diante desse quadro, pode-se deduzir que as manifestações oftalmológicas precoces mostraram:
Na técnica da avaliação do valor refratrométrico do bulbo ocular, é possível utilizar métodos objetivos e subjetivos. Dentre as técnicas descritas abaixo, a que permite uma medição objetiva do astigmatismo é o(a):
Em um paciente com paralisia do IV par craniano, o achado que colocaria a lesão no nível fascicular nuclear de pré-decussação é:
Enquanto jogava tênis, um homem de 32 anos foi atingido no olho direito por uma bola. Sua acuidade visual é 20/20 em ambos os olhos. A pressão intraocular e os exames de fundo são normais. A tomografia computadorizada (TC) mostra uma fratura do alvéolo direito que se estende por aproximadamente dois terços do assoalho da órbita. O exame do paciente apresentará:
O bulbo ocular apresenta um forte poder de convergência, culminando com a formação de uma imagem que é interpretada por estruturas no interior do sistema nervoso central. Em relação à anatomia ocular, a estrutura responsável por fornecer maior poder de refração do bulbo ocular é:
Nas alterações do nervo óptico e doenças da mácula, a baixa da acuidade visual é um sinal comum. Apesar da apresentação característica de cada uma, a baixa da acuidade visual se manifesta de forma lenta e gradativa, podendo ser reversível na neurite óptica. Sobre essas patologias, é correto afirmar que:
Em uma consulta oftalmológica por vezes se faz necessário o exame sob cicloplegia, que tem como consequência a midríase. Em relação à recuperação midriática, a alternativa que está em ordem decrescente é:
Para pacientes com síndrome de Hurler (mucopolissacaridose tipo I), a turvação da córnea é o resultado de uma deficiência da seguinte estrutura celular:
Paciente de 52 anos, fumante e com histórico de hipertensão arterial sistêmica, apresenta perda visual progressiva associada a distorção das linhas retas (metamorfopsia). No exame de fundo de olho, são observadas drusas maculares e áreas de neovascularização sub-retiniana. Considerando o diagnóstico provável, a abordagem terapêutica mais indicada é:
A hidroxicloroquina foi desenvolvida para a profilaxia e o tratamento da malária. Mais tarde, foi reconhecida como eficaz para várias doenças do tecido conjuntivo. Dentre os efeitos adversos e/ou tóxicos causados pelo uso crônico da hidroxicloroquina, inclui-se (incluem-se):
Considere um menor, que é portador da síndrome da blefarofimose-ptose-epicanthus inversus com manifestação familiar frequente. O tipo de herança dessa síndrome se manifesta como:
O ramo muscular lateral da artéria oftálmica supre o seguinte músculo extraocular (MOE):
A formação da lente (cristalino) se inicia na seguinte fase da gestação:
Considere a descrição de uma associação de lentes cilíndricas de potência de +2,00 a 45° combinada a –2,00 a 135°. A especificação esferocilíndrica dessa lente, expressa na forma de cilindro negativo, é:
Paciente do sexo feminino, de 65 anos, portadora de artrite reumatoide descompensada, apresenta hiperemia localizada em conjuntiva escleral de aspecto nodular, de coloração violácea, de forte intensidade dolorosa à compressão, fixa e sem sinais de processo inflamatório intraocular. Diante desse quadro clínico, a provável patologia apresentada pode ser diagnosticada como:
Paciente glaucomatoso, usuário de análogo de prostaglandina, mostrando excelente controle pressórico, é portador de espondilite anquilosante. Dentre as características clínicas da espondilite anquilosante, pode-se citar como manifestação oftalmológica da doença:
Paciente apresenta conjuntivite folicular com evolução de aproximadamente 3 semanas, sendo feito o diagnóstico de conjuntivite folicular crônica. Diante desse quadro, o agente etiológico mais provável na conjuntivite folicular crônica seria:
A bactéria Moraxella lacunata é encontrada com mais frequência na conjuntivite: