Leia a reportagem a seguir.

A estudante Taylane Lima, 23, mora na comunidade Manoel Marques, às margens da rodovia AC-90, conhecida como Transacreana, na periferia de Rio Branco. Composta por 15 famílias, a comunidade está localizada a 3 quilômetros de Riozinho do Rôla, um dos principais afluentes do Rio Acre. Sem chuvas e com a diminuição do lençol freático, todos os açudes que abastecem a vila também secaram, afirmam os moradores.(...)

Disponível em: <https://brasil.mongabay.com/2021/12/de-enchentes-a-secaacre-enfrenta-era-dos-extremos-climaticos>. Acesso em: 10 fev. 2024. [Adaptado]

A situação elucidada revela um dos principais problemas ambientais que atinge o bioma amazônico e pantanal nos últimos anos. As transformações em nível global, regional e local afetam de modo contundente a realidade das comunidades acreanas tendo como consequência a falta de água potável. São causadores desses problemas
Serviços de correio eletrônico são sistemas que permitem o envio, o recebimento e o gerenciamento de mensagens eletrônicas, conhecidas como e-mails. Esses serviços funcionam por meio de protocolos de comunicação, como SMTP, POP3 ou IMAP. Eles possibilitam a troca de mensagens entre usuários através de uma rede de computadores de forma rápida e eficiente. É considerada uma característica do protocolo IMAP:
MATOPIBA é uma abreviação dos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia que designa uma extensão geográfica que recobre parcialmente os territórios dos quatro estados mencionados. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, nesse território existem 324.326 estabelecimentos agrícolas que ocupam uma área de 73.173.485 hectares. Sobre o MATOPIBA sabe-se que é um território de uma
O Estado do Acre possui uma vasta diversidade de povos originários distribuídos em 11 dos seus 22 municípios. São 34 Terras indígenas (TI) reconhecidas abrangendo 46% no seu território. Os povos originários que vivem nesse território são os
A faixa de Gaza é um território estreito de 362 Km2 que faz fronteira leste com Israel, oeste com o mar mediterrâneo e sul com o Egito. Conhecida como a maior prisão a céu aberto do mundo por estar sob controle de Israel, nela viviam 2 milhões de palestinos, jovens em sua maioria – quase metade da população tem menos de 18 anos. Desde outubro de 2023 esse território foi imposto a bloqueio total de alimentos, medicamentos, água, combustível e eletricidade, um ataque que atinge muitos civis causando suas mortes, perpetrado por um conflito entre grupos sionistas de Israel contra o Hamas, formado por palestinos extremistas. As raízes históricas desse conflito têm sua origem
Qual é o caminho no navegador Google Chrome para ativar a opção que, ao fechar o navegador e abrir novamente, as guias e as janelas que estavam abertas antes sejam restauradas?
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

Geração Alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025. Eles sucedem a Geração Z, que veio à luz entre 1997 e 2009. Enquanto boa parte da Geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero.
Nos EUA, 90% das crianças com 1 ano têm contato com tablets e smartphones. E uma pesquisa, de 2019 com 3 mil crianças ao redor do mundo, detectou que a profissão mais desejada pelos pequenos ao crescer era a de YouTuber.
Além disso, os alphas também são mais propensos a crescer em configurações familiares menos tradicionais, com famílias inter-raciais, homoafetivas ou com mães e pais solos – uma revolução de proporções históricas.
A moda de dividir os seres humanos em safras, diga-se, pegou quando os nascidos nos EUA na prosperidade do pósguerra, entre 1946 e 1964, ganharam o rótulo de baby boomers (explosão de bebês). As outras denominações (Geração X, Y, Z, alpha) foram vindo na sequência.
Mas vale lembrar que isso não é ciência. Não é possível dizer que alguém nascido em 1998 difere grande coisa de quem veio ao mundo em 1995. Porém, a divisão tem sua utilidade na hora de analisar tendências da sociedade para o longo prazo.


CARBINATTO, Bruno. O que é a geração Alpha? Disponível em:
https://vocesa.abril.com.br/coluna/guru/o-que-e-ageracao-alpha. Acesso em: 6
de fev. 2024. [Adaptado].

De acordo com o texto, a divisão humana em “safras” ou gerações, iniciada no período pós-guerra,
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

Geração Alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025. Eles sucedem a Geração Z, que veio à luz entre 1997 e 2009. Enquanto boa parte da Geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero.
Nos EUA, 90% das crianças com 1 ano têm contato com tablets e smartphones. E uma pesquisa, de 2019 com 3 mil crianças ao redor do mundo, detectou que a profissão mais desejada pelos pequenos ao crescer era a de YouTuber.
Além disso, os alphas também são mais propensos a crescer em configurações familiares menos tradicionais, com famílias inter-raciais, homoafetivas ou com mães e pais solos – uma revolução de proporções históricas.
A moda de dividir os seres humanos em safras, diga-se, pegou quando os nascidos nos EUA na prosperidade do pósguerra, entre 1946 e 1964, ganharam o rótulo de baby boomers (explosão de bebês). As outras denominações (Geração X, Y, Z, alpha) foram vindo na sequência.
Mas vale lembrar que isso não é ciência. Não é possível dizer que alguém nascido em 1998 difere grande coisa de quem veio ao mundo em 1995. Porém, a divisão tem sua utilidade na hora de analisar tendências da sociedade para o longo prazo.


CARBINATTO, Bruno. O que é a geração Alpha? Disponível em:
https://vocesa.abril.com.br/coluna/guru/o-que-e-ageracao-alpha. Acesso em: 6
de fev. 2024. [Adaptado].

No trecho “Geração alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025”, o pronome “quem” é retomado pelo mecanismo denominado de
Uma criança utilizando um baralho de 52 cartas formou um monte com uma carta, um monte com duas cartas, um monte com quatro cartas e, assim, sucessivamente. Se a regra que a criança criou é que os montes, a partir do primeiro, devem ter sempre o dobro de cartas do monte anterior, quantas cartas sobrarão sem ser utilizadas?
De acordo com o art. 5º da Constituição Federal de 1988, constitui crime inafiançável e imprescritível a prática:
Os juros adquiridos ao investir-se um capital de R$ 10.000,00 a juros compostos, de 9% ao ano, durante um período de 24 meses, serão de aproximadamente,
Com base na Lei nº 12.527/2011 (Lei de Acesso à Informação), o prazo máximo de restrição de acesso à informação secreta é de:
A Comissão Mista de Reavaliação de Informações, de acordo com o Decreto nº 7.724/2012 (Regulamenta a Lei nº 12.527/2011), será presidida:
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

Geração Alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025. Eles sucedem a Geração Z, que veio à luz entre 1997 e 2009. Enquanto boa parte da Geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero.
Nos EUA, 90% das crianças com 1 ano têm contato com tablets e smartphones. E uma pesquisa, de 2019 com 3 mil crianças ao redor do mundo, detectou que a profissão mais desejada pelos pequenos ao crescer era a de YouTuber.
Além disso, os alphas também são mais propensos a crescer em configurações familiares menos tradicionais, com famílias inter-raciais, homoafetivas ou com mães e pais solos – uma revolução de proporções históricas.
A moda de dividir os seres humanos em safras, diga-se, pegou quando os nascidos nos EUA na prosperidade do pósguerra, entre 1946 e 1964, ganharam o rótulo de baby boomers (explosão de bebês). As outras denominações (Geração X, Y, Z, alpha) foram vindo na sequência.
Mas vale lembrar que isso não é ciência. Não é possível dizer que alguém nascido em 1998 difere grande coisa de quem veio ao mundo em 1995. Porém, a divisão tem sua utilidade na hora de analisar tendências da sociedade para o longo prazo.


CARBINATTO, Bruno. O que é a geração Alpha? Disponível em:
https://vocesa.abril.com.br/coluna/guru/o-que-e-ageracao-alpha. Acesso em: 6
de fev. 2024. [Adaptado].

Na situação comunicativa em que se insere, o texto tem a função social de:
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

Geração Alpha é o nome dado para quem nasceu desde 2010, e ainda vai nascer até 2025. Eles sucedem a Geração Z, que veio à luz entre 1997 e 2009. Enquanto boa parte da Geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero.
Nos EUA, 90% das crianças com 1 ano têm contato com tablets e smartphones. E uma pesquisa, de 2019 com 3 mil crianças ao redor do mundo, detectou que a profissão mais desejada pelos pequenos ao crescer era a de YouTuber.
Além disso, os alphas também são mais propensos a crescer em configurações familiares menos tradicionais, com famílias inter-raciais, homoafetivas ou com mães e pais solos – uma revolução de proporções históricas.
A moda de dividir os seres humanos em safras, diga-se, pegou quando os nascidos nos EUA na prosperidade do pósguerra, entre 1946 e 1964, ganharam o rótulo de baby boomers (explosão de bebês). As outras denominações (Geração X, Y, Z, alpha) foram vindo na sequência.
Mas vale lembrar que isso não é ciência. Não é possível dizer que alguém nascido em 1998 difere grande coisa de quem veio ao mundo em 1995. Porém, a divisão tem sua utilidade na hora de analisar tendências da sociedade para o longo prazo.


CARBINATTO, Bruno. O que é a geração Alpha? Disponível em:
https://vocesa.abril.com.br/coluna/guru/o-que-e-ageracao-alpha. Acesso em: 6
de fev. 2024. [Adaptado].

No primeiro parágrafo, o trecho “Enquanto boa parte da geração Z não teve contato com smartphones nos primeiros anos da infância, os alphas passaram por sua lavagem cerebral, digamos assim, logo na saída do útero”, é um argumento:
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
Da leitura do texto, infere-se que:
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
Em “A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido”, em relação à primeira, a segunda oração é classificada, pela gramática normativa, como subordinada substantiva
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
No último parágrafo, a locução adverbial “Não à toa” pode ser substituída, sem prejuízos para a construção de sentido do texto, por:
Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


A conexão do aluno deve ser com a escola, não com o celular. Esse é o lema da Prefeitura do Rio de Janeiro para o início do ano letivo na rede municipal. A volta às aulas traz novidades: o uso do telefone está proibido.
Desde agosto do ano passado, os estudantes só podiam pegar aparelhos nos intervalos. Mas agora um decreto do prefeito Eduardo Paes ampliou essa proibição — o celular está vetado no horário de aula, durante o recreio e fora da sala quando houver explanação do professor e realização de trabalhos individuais ou em grupo.
Os smartphones devem ficar na mochila ou na bolsa, desligados ou em modo silencioso. Sequer a vibração é permitida. Exceções estão previstas para casos específicos, como alunos com deficiência ou em situações de força maior – como doença.
Os pais aprovaram a intervenção. Não à toa, a consulta pública realizada pela Secretaria Municipal de Educação do Rio, entre dezembro e janeiro, recebeu 10.437 contribuições, sendo 83% favoráveis à proibição.


EDITORA 3. Celular na escola: usar ou não usar? Eis a questão resolvida pelo
Rio de Janeiro. Disponível em: <https://istoe.com.br/celular-na-escola-usar-ounao-usar-eis-a-questao-resolvida-pelo-rio-de-janeiro/>. Acesso em: 9 fev.
2024. [Adaptado].
No trecho “Os smartphones devem ficar na mochila ou bolsa, desligados ou em modo silencioso”, o termo “desligados” é classificado morfologicamente e sintaticamente, respectivamente, como:
Vale a pena abastecer seu carro com etanol, se o preço deste for no máximo 70% do preço da gasolina. Se o preço do litro da gasolina é R$ 6,50, será mais vantajoso abastecer com etanol se o seu preço por litro for, no máximo:
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