Dentre as opções seguir, qual a que melhor caracteriza a definição de cookie?
Sobre os tipos de transmissão de dados é CORRETO afirmar que:
I. A memória RAM Dinâmica (DRAM) é um circuito que armazena os bits de informação através de minúsculos capacitores: um capacitor carregado equivale a “1“ e um capacitor descarregado equivale a “0”.
II. A memória RAM Estática (SRAM) utiliza capacitores denominados flip-flops para o armazenamento de cada “0” ou “1”.
III. As SRAM são bem mais lentas que as DRAM.
IV. As SRAM necessitam de refresh.
A sequência correta é:
A ISO (International Standards Organization) criou o modelo de referência OSI para facilitar a interconexão de sistemas de computadores e para que os fabricantes criassem protocolos a partir desse modelo. Sobre as camadas do modelo OSI, é CORRETO afirmar que:
I. Quando baixamos um e-mail através de um aplicativo de e-mail, o aplicativo entra em contato diretamente com a camada de transporte efetuando este pedido.
II. A Camada de Rede pega os pacotes de dados recebidos da camada Link de Dados (ou enlace) e os transforma em quadros que serão trafegados pela rede, adicionando informações como o endereço da placa de rede de origem, o endereço da placa de rede de destino, dados de controle, os dados em si e o CRC.
III. A Camada Física pega os quadros enviados pela camada de link de dados e os transforma em sinais compatíveis com o meio onde os dados deverão ser transmitidos. Se o meio for óptico, essa camada converte os 0s (zeros) e 1s (uns) dos quadros em sinais luminosos e se o meio for elétrico, converte os 0s (zeros) e 1s (uns) dos quadros em sinais elétricos.
IV. A Camada de sessão permite que duas aplicações em computadores diferentes estabeleçam uma sessão de comunicação. Nessa sessão, as aplicações definem como se efetuará a transmissão de dados e coloca marcações nos dados que estão sendo transmitidos. Se houver uma falha de rede, os computadores reiniciam a transmissão a partir da última marcação definida pelo computador receptor.
A sequência correta é:
I. É considerada pirataria de software a duplicação de usuários licenciados para usuários não licenciados.
II. É considerada pirataria de software a distribuição de versões educacionais para fins não educacionais.
III. É considerada pirataria de software a instalação de uma cópia de atualização licenciada em uma versão não licenciada.
IV. É considerada pirataria de software a transferência de uma cópia OEM pré-instalada em um computador para outro computador, a não ser que o computador no qual o software foi originalmente instalado não estiver mais em uso.
A sequência correta é:
Com relação ao software é CORRETO afirmar que:
I. Software gratuito ou freeware é qualquer programa de computador que pode ser utilizado livremente, não implicando no pagamento de licença de uso.
II. Software proprietário é qualquer programa de computador cuja utilização, cópia, redistribuição ou modificação são, em alguma medida, proibidos pelo seu criador ou distribuidor, implicando na aquisição de uma licença para tais finalidades.
III. Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e modificado sem nenhuma restrição.
IV. Software shareware é qualquer programa de computador disponibilizado gratuitamente, porém com algum tipo de limitação, quer sejam funcionalidades e/ou tempo de uso limitados, ao final do qual o usuário é requisitado a pagar uma quantia para acessar as funcionalidades completas ou poder continuar utilizando o programa.
A sequência correta é:
Dentre as opções a seguir, selecione a ÚNICA opção que representa a possibilidade de uso dos recursos de formatação da ferramenta PINCEL do Microsoft Word 2007:
Brasília será palco do mais importante evento de tecnologia da informação e comunicação focado no Poder Judiciário. Nos dias 01 e 02 de dezembro, o Conip Judiciário 2010 - Congresso de Inovação e Informática na Gestão Pública para o Poder Judiciário reúne os principais decisores de TI dos 92 Tribunais existentes no País para troca de experiências e apresentações de soluções. Em sua 5ª edição, o fórum apresenta uma programação temária variada na qual se destacam as iniciativas relacionadas à maior transparência na gestão pública e ao processo de integração dos processos eletrônicos.
A movimentação do governo, com abertura e acesso às informações sobre as finanças públicas e o acesso aos dados e performance dos tribunais tanto por parlamentares quanto pelo cidadão, por meio de um sítio na web, dentre outros, são alguns dos temas relativos à transparência a serem debatidos. Sobre a integração, o especialista em governo eletrônico, gerente do W3C* e coordenador geral do Conip Judiciário 2010, Vagner Diniz, adianta que o congresso é um espaço único para debater as tendências e desafios do setor, já que há inúmeros sistemas diferenciados e que exigem interoperabilidade. "A apresentação de cases por profissionais envolvidos no poder judiciário é a maneira mais eficaz de se levantar soluções viáveis para os órgãos públicos", afirma.
Com uma demanda crescente, que passa por uma ampla consideração acerca do modo como são realizadas as experiências em certas unidades e sua evolução, a transparência nos órgãos públicos é um dos principais aspectos a serem debatidos no Conip Judiciário. Indo além da polêmica que envolve a abertura de dados, como os salários pagos aos servidores públicos, pretende-se fomentar uma discussão mais ampla e que contemple, desde as experiências locais até os desafios encontrados para a disponibilização dos portais de transparência.
[...]
Por meio de uma proposta já consagrada em edições anteriores, o Congresso dá continuidade a um formato bem sucedido ao oferecer mais oportunidades para a apresentação de casos práticos, isto é, uma versão mais "hands-on" (para "colocar as mãos na massa"), daquilo que será debatido por diferentes especialistas. Tal modelo pode ser exemplificado conforme as apresentações que contemplam a questão da transparência e integração no poder judiciário.
Outro tema de destaque na programação do Conip Judiciário é a possibilidade de integração de processos internos e, por conseqüência, de melhor atendimento ao público através da desmaterialização dos processos, isto é, tornar os tribunais digitais, sem papel. Mais do que isso, a digitalização dos processos representaria uma sofisticação das plataformas que passariam a atender os requisitos de interoperabilidade dos sistemas governamentais.
Disponível em: http://www.segs.com.br/index.php? option=com_content&view =article&id=25276: transparencia-e-integracao-de-processos-sao-destaques-do- conip-judiciario-2010&catid=50:cat-demais&Itemid=331. Acesso em: 01/12/2010. Adaptado.
*W3C (World Wide Web Consortium) – consórcio internacional, responsável pela criação de normas que regem a Web.
Brasília será palco do mais importante evento de tecnologia da informação e comunicação focado no Poder Judiciário. Nos dias 01 e 02 de dezembro, o Conip Judiciário 2010 - Congresso de Inovação e Informática na Gestão Pública para o Poder Judiciário reúne os principais decisores de TI dos 92 Tribunais existentes no País para troca de experiências e apresentações de soluções. Em sua 5ª edição, o fórum apresenta uma programação temária variada na qual se destacam as iniciativas relacionadas à maior transparência na gestão pública e ao processo de integração dos processos eletrônicos.
A movimentação do governo, com abertura e acesso às informações sobre as finanças públicas e o acesso aos dados e performance dos tribunais tanto por parlamentares quanto pelo cidadão, por meio de um sítio na web, dentre outros, são alguns dos temas relativos à transparência a serem debatidos. Sobre a integração, o especialista em governo eletrônico, gerente do W3C* e coordenador geral do Conip Judiciário 2010, Vagner Diniz, adianta que o congresso é um espaço único para debater as tendências e desafios do setor, já que há inúmeros sistemas diferenciados e que exigem interoperabilidade. "A apresentação de cases por profissionais envolvidos no poder judiciário é a maneira mais eficaz de se levantar soluções viáveis para os órgãos públicos", afirma.
Com uma demanda crescente, que passa por uma ampla consideração acerca do modo como são realizadas as experiências em certas unidades e sua evolução, a transparência nos órgãos públicos é um dos principais aspectos a serem debatidos no Conip Judiciário. Indo além da polêmica que envolve a abertura de dados, como os salários pagos aos servidores públicos, pretende-se fomentar uma discussão mais ampla e que contemple, desde as experiências locais até os desafios encontrados para a disponibilização dos portais de transparência.
[...]
Por meio de uma proposta já consagrada em edições anteriores, o Congresso dá continuidade a um formato bem sucedido ao oferecer mais oportunidades para a apresentação de casos práticos, isto é, uma versão mais "hands-on" (para "colocar as mãos na massa"), daquilo que será debatido por diferentes especialistas. Tal modelo pode ser exemplificado conforme as apresentações que contemplam a questão da transparência e integração no poder judiciário.
Outro tema de destaque na programação do Conip Judiciário é a possibilidade de integração de processos internos e, por conseqüência, de melhor atendimento ao público através da desmaterialização dos processos, isto é, tornar os tribunais digitais, sem papel. Mais do que isso, a digitalização dos processos representaria uma sofisticação das plataformas que passariam a atender os requisitos de interoperabilidade dos sistemas governamentais.
Disponível em: http://www.segs.com.br/index.php? option=com_content&view =article&id=25276: transparencia-e-integracao-de-processos-sao-destaques-do- conip-judiciario-2010&catid=50:cat-demais&Itemid=331. Acesso em: 01/12/2010. Adaptado.
*W3C (World Wide Web Consortium) – consórcio internacional, responsável pela criação de normas que regem a Web.