Questões de Concursos: Escolas Literárias

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1 Q896000 | Literatura, Escolas Literárias, Língua Portuguesa, Prefeitura de General Sampaio CE, FUNCEPE, 2024

Leia o poema de Augusto dos Anjos.

A Ideia
De onde ela vem?!
De que matéria bruta Vem essa luz que, sobre as nebulosas,
Cai de incógnitas criptas misteriosas
Como as estalactites duma gruta?!

Vem da psicogenética e alta luta
Do feixe de moléculas nervosas,
Que, em desintegrações maravilhosas,
Delibera, e, depois, quer e executa!

Vem do encéfalo absconso que a constringe,
Chega em seguida às cordas da laringe,
Tísica, tênue, mínima, raquítica...

Quebra a força centrípeta que a amarra,
Mas, de repente, e quase morta, esbarra
No mulambo da língua paralítica!

Paraíba, 1909.Publicado no livro Eu (1912). In: REIS, Zenir Campos. Augusto dos Anjos: poesia e prosa. São Paulo: Ática, 1977. p.64-65. (Ensaios, 32)

O poema de Augusto dos Anjos é considerado prémodernista, mas apresenta referência a uma escola literária anterior que é o/a

2 Q895860 | Literatura, Escolas Literárias, Professor de Língua Portuguesa, Prefeitura de Agrolândia SC, Instituto Fênix, 2024

Sobre o Quinhentismo no Brasil, é correto afirmar que:

3 Q888143 | Literatura, Escolas Literárias, Agente Administrativo, Prefeitura de Juripiranga PB, EDUCA, 2024

Eu” é um livro de poemas com conteúdo metafórico marcados por sentimentos de pessimismo e desânimo, além da Indicação de Morte.

O Autor do Livro “Eu”, é:

Assinale a alternativa CORRETA:

5 Q896001 | Literatura, Escolas Literárias, Língua Portuguesa, Prefeitura de General Sampaio CE, FUNCEPE, 2024

Leia o soneto de Olavo Bilac.
Via Láctea
Soneto XIII

"Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso!" E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...

E conversamos toda a noite, enquanto
A Via-Láctea, como um pálio aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.

Direis agora: "Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?"

E eu vos direi: "Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas".

Assinale a alternativa verdadeira sobre o poema “Via Láctea” da Escola Literária Parnasiana.

6 Q898637 | Literatura, Escolas Literárias, Professor de Letras/Português, Prefeitura de Campo Novo do Parecis MT, SELECON, 2024

Leia o poema a seguir:

"Abre os olhos à Vida e fica mudo! Oh! Basta crer indefinidamente Para ficar iluminado tudo De uma luz imortal e transcendente.

Crer é sentir, como secreto escudo, A alma risonha, lúcida, vidente... E abandonar o sujo deus cornudo, O sátiro da Carne impenitente.

Abandonar os lânguidos rugidos, O infinito gemido dos gemidos Que vai no lodo a carne chafurdando.

Erguer os olhos, levantar os braços Para o eterno Silêncio dos Espaços e no Silêncio emudecer olhando..."

Esse poema intitula-se “Imortal atitude”. Foi produzido por Cruz e Sousa. Pelas suas características, trata-se de uma produção literária integrada à estética do:

8 Q895861 | Literatura, Escolas Literárias, Professor de Língua Portuguesa, Prefeitura de Agrolândia SC, Instituto Fênix, 2024

O Barroco foi um movimento literário que se destacou no Brasil colonial. Qual das alternativas descreve corretamente uma característica típica do Barroco?

9 Q896002 | Literatura, Escolas Literárias, Língua Portuguesa, Prefeitura de General Sampaio CE, FUNCEPE, 2024

Leia o poema, a seguir, de Gregório de Matos.

Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,
Depois da Luz se segue a noite escura,
Em tristes sombras morre a formosura,
Em contínuas tristezas a alegria.

Porém se acaba o Sol, por que nascia?
Se formosa a Luz é, por que não dura?
Como a beleza assim se transfigura?
Como o gosto da pena assim se fia?

Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,
Na formosura não se dê constância,
E na alegria sinta-se tristeza.

Começa o mundo enfim pela ignorância,
E tem qualquer dos bens por natureza
A firmeza somente na inconstância.
Gregório de Matos. Poemas escolhidos. Organização de José Miguel Wisnik. São Paulo: Cultrix, s.d.p.317.

No poema, o eu-lírico aborda o tema da efemeridade ou da inconstância das coisas do mundo que era uma das preocupações do homem no período do Barroco. Para expressar essa ideia o autor
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