Analista de Desenvolvimento - Interpretação de Textos - BDMG

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Desempenho Global
4
Resoluções
47%
Média
Difícil
Dificuldade
  • 📖 Texto associado

    Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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    Marque (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso diante de cada afirmativa sobre o texto IV.

    ( ) O texto é carregado de elementos que desnudam o grau de estupefação de seu enunciador, como se vê pelo uso de impressionada.

    ( ) O autor se revela estrategicamente em intensa carga significativa, por exemplo por meio da repetição do vocábulo tragédias.

    ( ) O uso da metonímia presente em meus olhos promove a coesão com a frase anterior, onde está presente o verbo ver.

    ( ) A palavra apenas, no primeiro parágrafo, promove sentido diferente daquele presente no último somente e unicamente, respectivamente.

    Assinale a sequência CORRETA, de cima para baixo:

  • 📖 Texto associado

    Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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    Observe o trecho em destaque e assinale a nativa CORRETA.

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    O Grupo Petrópolis tem um compromisso com o meio
    ambiente e por isso pratica programas visando à
    conservação de toda a água utilizada em seus processos
    produtivos. Além disso, conta com o Projeto AMA, uma
    iniciativa que através do plantio de 1,1 milhão de mudas de
    árvores nativas protege grandes áreas de mata atlântica e
    do cerrado, preserva 36 bilhões de litros de água por ano
    e atua na remoção de mais de 85 mil toneladas de CO2
    da atmosfera. Afinal, para nós, dia de preservar a água é
    todo dia.

    Sobre os numerais presentes no trecho, que vem abaixo da frase destaque (ver o trecho em letra ampliada logo abaixo da peça publicitária), é possível afirmar que têm a função de:

  • 📖 Texto associado

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    Sobre as relações entre os textos I e II, NÃO é possíve afirmar:

  • 📖 Texto associado

    Instruções: Caro candidato, a seguir, você encontrará sete textos. O primeiro, uma xilograf a, do artista Katsushika Hokusai; o segundo, uma charge de João Montanaro, jovem cartunista de 15 anos, publicada no jornal Folha de S.Paulo, que provocou grande repercussão, com opiniões favoráveis a ela e contra ela. O terceiro e o quarto, cartas de leitores sobre a charge de Montanaro. O quinto, um comentário crítico (texto adaptado) de Diogo Bercito, também publicado na Folha. O sexto, charge de Angeli, retirada do google, também impressa na Folha. O sétimo, publicação no site http://notapajos.globo.com/lernoticias. asp, sobre piadas desagradáveis relativamente ao tsunami vivido pelos japoneses. Leia os textos de I a VII com atenção. As questões de número 01 a 13 referem-se a eles; consulte-os sempre que necessário.
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    Assinale a alternativa que NãO apresenta informação correta no que se refere à coesão textual que se verifica no trecho em destaque, parte do texto de Diogo Bercito.

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  • 📖 Texto associado

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    Observe a charge abaixo, de Angeli.

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    Um dos comentários presentes no texto V (página 5) referentes à charge de Montanaro pode ser também aplicado à charge acima, de Angeli. O profssional que faz esse comentário é:

  • 📖 Texto associado

    2014_08_22_53f7bab70a4c0.https://arquivos.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

    2014_08_22_53f7bab71fa30.https://arquivos.gabarite.com.br/_midia/questao/10b543999908aa3c05502e67e4ed4aac.

    NãO se pode inferir do título Contra a maré

  • 📖 Texto associado

    TEXTO V

    Contra a maré

    Cartunistas avaliam charge de João Montanaro,
    na Folha, que causou desconforto por retratar tsunami.


    João Montanaro já tinha decidido qual seria o tema da
    charge de sábado quando acordou na sexta-feira. Então,
    viu na televisão imagens de prédios se desfazendo em
    meio ao mar que avançava.
    Não dava para fazer um desenho sobre política!, diz.

    Ao decidir retratar o tsunami, Montanaro lembrou-se da
    xilogravura de Katsushika Hokusai. Foi uma das opções
    que ele enviou à Folha para aprovação e publicação.
    Fiquei surpreso com as críticas, diz. Acho que não
    entenderam a charge.

    Apesar da má recepção, inclusive na escola, o garoto diz
    estar seguro da escolha. Fiz o certo, minha intenção não
    era fazer uma piada.

    O ilustrador Adão Iturrusgarai, que publica na Ilustrada,
    defende Montanaro.
    É um desenho superimparcial. É inocente como o
    ilustrador, que é um jovenzinho, diz. De maugosto foi a
    tragédia em si. E completa: O humor funciona por conta
    dessa contraonda, desse mau humor e da burrice dos
    críticos.

    Para o artista Allan Sieber, que também publica na
    Ilustrada, Montanaro fez o trabalho dele e a escolha da
    ilustração valeu a pena.

    O pesquisador Gonçalo Junior, autor do livro A Guerra
    dos Gibis (Companhia das Letras), afrma que quem
    perdeu o bom senso, no caso da charge, foram os leitores
    que se manifestaram contra.

    Vivemos na era da chatice e do politicamente correto.
    É uma reação paranoica, o desenho retrata as mesmas
    coisas que todos esses vídeos que estão no YouTube.

    Exagerada ou não, a recepção da charge de Montanaro
    foi semelhante à vista na Malásia nesta semana.

    O desenho de Mohamad Zohri Sukimi, publicado no jornal
    Berita Harian, mostrava o herói japonês Ultraman fugindo
    de uma onda . Uma petição on-line rodou o mundo. O
    jornal se retratou.
    Apesar de o desenho deMontanaro não ter me
    incomodado, consigo entender por que alguns leitores
    se sentiram desconfortáveis, diz Sidney Gusman, editor-
    chefe do site Universo HQ. Fico imaginando como eu
    reagiria se tivesse perdido alguém nesse desastre.

    Outra razão apontada para a má recepção é o
    desconhecimento do desenho original.
    Quando vi o rascunho, perguntei a ele se as pessoas
    não iriam se chocar, diz Mario Sergio Barbosa, pai de
    Montanaro. Mas eu não conhecia a referência dele.

    Há também a possibilidade de o leitor não estar
    acostumado ao gênero da charge.
    As pessoas ligam a palavra charge a coisas alegres,
    mas a ideia é ser um convite ao pensamento, diz o
    quadrinista Mauricio de Sousa.

    O jornalista e professor de letras da Unifesp (Universidade
    Federal de São Paulo) Paulo Ramos concorda.
    Quem está acostumado entende melhor desenhos
    como o de Montanaro. Outros veem as charges como
    necessariamente uma piada e, por isso, seincomodam.

    Spacca, 46, que fez parte do rodízio de ilustradores
    da página A2 entre 1986 e 1995, diz: Os cartunistas
    constroem uma imagem de irreverentes, de livres
    criadores, que podem fazer qualquer coisa.... Mas todo
    comunicador tem de antecipar a reação do público e
    medir o que vai causar. Nem tudo é permitido.

    Para Jal, presidente da Associação dos Cartunistas do
    Brasil, é nesses momentos de tragédia que temos de
    fazer críticas.

    DIOGO BERCITO, de São Paulo (texto adaptado), 17/03/2011.

    Observando os quatro textos em análise, se pode afirmar que:

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