Analista Administrativo - Interpretação de Textos - ANATEL

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Médio
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  • 📖 Texto associado

    Celular recebe ligação e relâmpago

    Não é recomendável usar telefones celulares durante
    tempestades com raios e trovões, sob risco de atrair as descargas
    elétricas. O alerta foi feito por médicos recentemente.
    Os especialistas relataram o caso de uma menina de
    15 anos que usava o telefone em um parque quando foi
    eletrocutada por um raio. A jovem sobreviveu, mas teve danos
    permanentes à saúde.
    O fenômeno é raro, mas é um problema de saúde
    pública. A população precisa ser educada para o risco. Assim,
    poderemos prevenir casos fatais como esse, no futuro, disse
    Swinda Esprit, médica do Northick Park Hospital, no Reino
    Unido.
    Ela explicou, ainda, que, quando uma pessoa é atingida
    pela descarga elétrica de um raio, a alta resistência da pele
    humana conduz a energia pelo corpo, em um fenômeno chamado
    flashover. No entanto, se algum objeto feito de metal, como um
    telefonecelular, estiver em contato com a pele, interrompe-se o
    flashover e aumenta a gravidade dos ferimentos internos.

    Jornal do Brasil, 24/6/2006 (com adaptações).

    Acerca de informações contidas no texto, julgue os próximos itens.

    As informações do texto permitem inferir-se que o benefício de determinada tecnologia pode vir acompanhado de um problema, mesmo que raro, de saúde pública.

  • 📖 Texto associado

    Só falta agora proibir as canetas

    1 O celular é uma arma. A frase tem sido repetida à
    exaustão. Logo, a solução é bloqueá-lo ou desligar as antenas
    transmissoras nas proximidades dos presídios, mesmo que a
    4 medida isole e prejudique centenas de milhares de cidadãos
    inocentes, como já ocorre em São Paulo. Em breve,
    raciocínio idêntico deverá valer para a Internet, também
    7 usada por bandidos, pedófilos e fraudadores cibernéticos.
    Ou para automóveis, pois eles matam milhares de pessoas
    por ano no Brasil. Ou para a gasolina, porque ela pode
    ser 10 usada na fabricação de coquetéis molotov. Ou, ainda, por
    absurdo, para as canetas, instrumentos usados para preencher
    cheques sem fundos.
    13 O grande vilão não é o celular, mas a situação do
    sistema penitenciário e a falta de prioridade das questões de
    segurança pública no Brasil. Falta quase tudo nospresídios
    16 brasileiros: pessoal qualificado, infra-estrutura adequada,
    recursos tecnológicos mínimos e fiscalização rigorosa. A
    justiça sequer classifica como falta grave o uso do celular
    19 pelos presos.
    O desligamento das estações retransmissoras mais
    próximas é medida precária e vulnerável, porque qualquer
    22 delinqüente pode reorientar uma antena remota, até
    5 quilômetros de distância, direcionando o sinal do celular
    para os presídios. Um único telefone celular GSM de alta
    25 sensibilidade permitirá que, dentro do presídio, os presos
    captem até o mais tênue sinal e repassem esse aparelho de
    mão em mão, usando diferentes chips (SIM cards).
    28 Além de pouco eficaz no combate ao crime, esse
    tipo de guerra contra o celular está prejudicando mais de
    200.000 usuários que moram, trabalham ou transitam nos
    31 bairros próximos aos presídios até alguns quilômetros de
    distância. Ethevaldo Siqueira. Veja, 31/5/2006 (com adaptações).

    Julgue os itens aseguir com base no texto ao lado - "Só falta agora proibir as canetas".

    De acordo com o autor do texto, as sanções impostas aos cidadãos inocentes decorrem da tendência do Estado à generalização de procedimentos e ao ritmo lento com que as inovações tecnológicas são adotadas.

  • 📖 Texto associado

    1 Folha - O sr. concorda que muitas das restrições
    impostas pelo Estado são impostas por pensamentos
    "puritanos" de parte da sociedade?
    4 Giannetti - A opinião pública pode, sim, se tornar
    uma força tirânica e muito cerceadora, tanto quanto a
    regulamentação estatal. São dois mecanismos diferentes de
    7 coerção e de cerceamento.
    Na verdade, o que estamos aprendendo hoje é que o
    cérebro humano é modular. Esses módulos do cérebro têm
    10 motivações diferentes, e há um processo permanente de
    negociação entre áreas do cérebro que nos motivam a fazer
    coisas diferentes. O indivíduo está permanentemente e
    13 internamente cindido, renegociando consigo mesmo o que ele
    faz. E essa negociação é

    O trecho inicial da resposta apresentada pelo entrevistado assim pode ser mencionado, de forma correta e fidedigna: O economista, Giannetti, afirmou que, apesar de serem instrumentos distintos de coerção e cerceamento da liberdade, pode a opinião pública, tal como a regulamentação estatal, força tirânica e muito cerceadora, impor restrições a conduta da sociedade.

  • 📖 Texto associado

    Texto para os itens de 7 a 11

    Celular recebe ligação e relâmpago

    Não é recomendável usar telefones celulares durante
    tempestades com raios e trovões, sob risco de atrair as descargas
    elétricas. O alerta foi feito por médicos recentemente.
    Os especialistas relataram o caso de uma menina de
    15 anos que usava o telefone em um parque quando foi
    eletrocutada por um raio. A jovem sobreviveu, mas teve danos
    permanentes à saúde.
    O fenômeno é raro, mas é um problema de saúde
    pública. A população precisa ser educada para o risco. Assim,
    poderemos prevenir casos fatais como esse, no futuro, disse
    Swinda Esprit, médica do Northick Park Hospital, no Reino
    Unido.
    Ela explicou, ainda, que, quando uma pessoa é atingida
    pela descarga elétrica de um raio, a alta resistência da pele
    humana conduz a energia pelo corpo, em um fenômeno chamado
    flashover. No entanto, se algum objeto feito de metal, como um
    telefonecelular, estiver em contato com a pele, interrompe-se o
    flashover e aumenta a gravidade dos ferimentos internos.

    Jornal do Brasil, 24/6/2006 (com adaptações).

    Os itens a seguir são reescritas de trechos do texto. Julgue-os quanto à correção gramatical.

    Durante tempestades, médicos, recentemente, alertaram que eles não recomendam o uso de telefones celulares que, com raios e trovões, atraíam descargas elétricas.

  • 📖 Texto associado

    1 Folha - O sr. concorda que muitas das restrições
    impostas pelo Estado são impostas por pensamentos
    "puritanos" de parte da sociedade?
    4 Giannetti - A opinião pública pode, sim, se tornar
    uma força tirânica e muito cerceadora, tanto quanto a
    regulamentação estatal. São dois mecanismos diferentes de
    7 coerção e de cerceamento.
    Na verdade, o que estamos aprendendo hoje é que o
    cérebro humano é modular. Esses módulos do cérebro têm
    10 motivações diferentes, e há um processo permanente de
    negociação entre áreas do cérebro que nos motivam a fazer
    coisas diferentes. O indivíduo está permanentemente e
    13 internamente cindido, renegociando consigo mesmo o que ele
    faz. E essa negociação é

    Uma construção alternativa, igualmente correta e mais enfática, para o período "E essa negociação é escorregadia" (R.14) é a seguinte: Negociação essa que é escorregadia.

  • 📖 Texto associado

    Só falta agora proibir as canetas

    1 O celular é uma arma. A frase tem sido repetida à
    exaustão. Logo, a solução é bloqueá-lo ou desligar as antenas
    transmissoras nas proximidades dos presídios, mesmo que a
    4 medida isole e prejudique centenas de milhares de cidadãos
    inocentes, como já ocorre em São Paulo. Em breve,
    raciocínio idêntico deverá valer para a Internet, também
    7 usada por bandidos, pedófilos e fraudadores cibernéticos.
    Ou para automóveis, pois eles matam milhares de pessoas
    por ano no Brasil. Ou para a gasolina, porque ela pode
    ser 10 usada na fabricação de coquetéis molotov. Ou, ainda, por
    absurdo, para as canetas, instrumentos usados para preencher
    cheques sem fundos.
    13 O grande vilão não é o celular, mas a situação do
    sistema penitenciário e a falta de prioridade das questões de
    segurança pública no Brasil. Falta quase tudo nospresídios
    16 brasileiros: pessoal qualificado, infra-estrutura adequada,
    recursos tecnológicos mínimos e fiscalização rigorosa. A
    justiça sequer classifica como falta grave o uso do celular
    19 pelos presos.
    O desligamento das estações retransmissoras mais
    próximas é medida precária e vulnerável, porque qualquer
    22 delinqüente pode reorientar uma antena remota, até
    5 quilômetros de distância, direcionando o sinal do celular
    para os presídios. Um único telefone celular GSM de alta
    25 sensibilidade permitirá que, dentro do presídio, os presos
    captem até o mais tênue sinal e repassem esse aparelho de
    mão em mão, usando diferentes chips (SIM cards).
    28 Além de pouco eficaz no combate ao crime, esse
    tipo de guerra contra o celular está prejudicando mais de
    200.000 usuários que moram, trabalham ou transitam nos
    31 bairros próximos aos presídios até alguns quilômetros de
    distância. Ethevaldo Siqueira. Veja, 31/5/2006 (com adaptações).

    Julgue os itens aseguir com base no texto ao lado - "Só falta agora proibir as canetas".

    Quanto à tipologia textual, esse texto classifica-se como narrativo-descritivo, visto que apresenta fatos ordenados de forma cronológica.

  • 📖 Texto associado

    Só falta agora proibir as canetas

    1 O celular é uma arma. A frase tem sido repetida à
    exaustão. Logo, a solução é bloqueá-lo ou desligar as antenas
    transmissoras nas proximidades dos presídios, mesmo que a
    4 medida isole e prejudique centenas de milhares de cidadãos
    inocentes, como já ocorre em São Paulo. Em breve,
    raciocínio idêntico deverá valer para a Internet, também
    7 usada por bandidos, pedófilos e fraudadores cibernéticos.
    Ou para automóveis, pois eles matam milhares de pessoas
    por ano no Brasil. Ou para a gasolina, porque ela pode
    ser 10 usada na fabricação de coquetéis molotov. Ou, ainda, por
    absurdo, para as canetas, instrumentos usados para preencher
    cheques sem fundos.
    13 O grande vilão não é o celular, mas a situação do
    sistema penitenciário e a falta de prioridade das questões de
    segurança pública no Brasil. Falta quase tudo nospresídios
    16 brasileiros: pessoal qualificado, infra-estrutura adequada,
    recursos tecnológicos mínimos e fiscalização rigorosa. A
    justiça sequer classifica como falta grave o uso do celular
    19 pelos presos.
    O desligamento das estações retransmissoras mais
    próximas é medida precária e vulnerável, porque qualquer
    22 delinqüente pode reorientar uma antena remota, até
    5 quilômetros de distância, direcionando o sinal do celular
    para os presídios. Um único telefone celular GSM de alta
    25 sensibilidade permitirá que, dentro do presídio, os presos
    captem até o mais tênue sinal e repassem esse aparelho de
    mão em mão, usando diferentes chips (SIM cards).
    28 Além de pouco eficaz no combate ao crime, esse
    tipo de guerra contra o celular está prejudicando mais de
    200.000 usuários que moram, trabalham ou transitam nos
    31 bairros próximos aos presídios até alguns quilômetros de
    distância. Ethevaldo Siqueira. Veja, 31/5/2006 (com adaptações).

    Julgue os itens aseguir com base no texto ao lado - "Só falta agora proibir as canetas".

    A eficácia argumentativa do texto seria afetada, mas a correção gramatical seria mantida, caso o segmento "Falta quase tudo nos presídios brasileiros" (R.15-16) fosse substituído por: Nos presídios brasileiros, faltam.

  • 📖 Texto associado

    Só falta agora proibir as canetas

    1 O celular é uma arma. A frase tem sido repetida à
    exaustão. Logo, a solução é bloqueá-lo ou desligar as antenas
    transmissoras nas proximidades dos presídios, mesmo que a
    4 medida isole e prejudique centenas de milhares de cidadãos
    inocentes, como já ocorre em São Paulo. Em breve,
    raciocínio idêntico deverá valer para a Internet, também
    7 usada por bandidos, pedófilos e fraudadores cibernéticos.
    Ou para automóveis, pois eles matam milhares de pessoas
    por ano no Brasil. Ou para a gasolina, porque ela pode
    ser 10 usada na fabricação de coquetéis molotov. Ou, ainda, por
    absurdo, para as canetas, instrumentos usados para preencher
    cheques sem fundos.
    13 O grande vilão não é o celular, mas a situação do
    sistema penitenciário e a falta de prioridade das questões de
    segurança pública no Brasil. Falta quase tudo nospresídios
    16 brasileiros: pessoal qualificado, infra-estrutura adequada,
    recursos tecnológicos mínimos e fiscalização rigorosa. A
    justiça sequer classifica como falta grave o uso do celular
    19 pelos presos.
    O desligamento das estações retransmissoras mais
    próximas é medida precária e vulnerável, porque qualquer
    22 delinqüente pode reorientar uma antena remota, até
    5 quilômetros de distância, direcionando o sinal do celular
    para os presídios. Um único telefone celular GSM de alta
    25 sensibilidade permitirá que, dentro do presídio, os presos
    captem até o mais tênue sinal e repassem esse aparelho de
    mão em mão, usando diferentes chips (SIM cards).
    28 Além de pouco eficaz no combate ao crime, esse
    tipo de guerra contra o celular está prejudicando mais de
    200.000 usuários que moram, trabalham ou transitam nos
    31 bairros próximos aos presídios até alguns quilômetros de
    distância. Ethevaldo Siqueira. Veja, 31/5/2006 (com adaptações).

    Julgue os itens aseguir com base no texto ao lado - "Só falta agora proibir as canetas".

    A afirmação com que o autor do texto inicia o último parágrafo - "Além de pouco eficaz no combate ao crime"- está fundamentada em informações técnicas apresentadas, de forma mais radical, no parágrafo anterior.

  • 📖 Texto associado

    Texto para os itens de 7 a 11

    Celular recebe ligação e relâmpago

    Não é recomendável usar telefones celulares durante
    tempestades com raios e trovões, sob risco de atrair as descargas
    elétricas. O alerta foi feito por médicos recentemente.
    Os especialistas relataram o caso de uma menina de
    15 anos que usava o telefone em um parque quando foi
    eletrocutada por um raio. A jovem sobreviveu, mas teve danos
    permanentes à saúde.
    O fenômeno é raro, mas é um problema de saúde
    pública. A população precisa ser educada para o risco. Assim,
    poderemos prevenir casos fatais como esse, no futuro, disse
    Swinda Esprit, médica do Northick Park Hospital, no Reino
    Unido.
    Ela explicou, ainda, que, quando uma pessoa é atingida
    pela descarga elétrica de um raio, a alta resistência da pele
    humana conduz a energia pelo corpo, em um fenômeno chamado
    flashover. No entanto, se algum objeto feito de metal, como um
    telefonecelular, estiver em contato com a pele, interrompe-se o
    flashover e aumenta a gravidade dos ferimentos internos.

    Jornal do Brasil, 24/6/2006 (com adaptações).

    Os itens a seguir são reescritas de trechos do texto. Julgue-os quanto à correção gramatical.

    Os médicos mencionaram uma situação em que, em um parque, uma jovem de 15 anos de idade, ao usar o telefone celular, foi eletrocutada por um raio. Ela não morreu, tendo sofrido, no entanto, danos irreparáveis à saúde.

  • 📖 Texto associado

    Texto para os itens de 7 a 11

    Celular recebe ligação e relâmpago

    Não é recomendável usar telefones celulares durante
    tempestades com raios e trovões, sob risco de atrair as descargas
    elétricas. O alerta foi feito por médicos recentemente.
    Os especialistas relataram o caso de uma menina de
    15 anos que usava o telefone em um parque quando foi
    eletrocutada por um raio. A jovem sobreviveu, mas teve danos
    permanentes à saúde.
    O fenômeno é raro, mas é um problema de saúde
    pública. A população precisa ser educada para o risco. Assim,
    poderemos prevenir casos fatais como esse, no futuro, disse
    Swinda Esprit, médica do Northick Park Hospital, no Reino
    Unido.
    Ela explicou, ainda, que, quando uma pessoa é atingida
    pela descarga elétrica de um raio, a alta resistência da pele
    humana conduz a energia pelo corpo, em um fenômeno chamado
    flashover. No entanto, se algum objeto feito de metal, como um
    telefonecelular, estiver em contato com a pele, interrompe-se o
    flashover e aumenta a gravidade dos ferimentos internos.

    Jornal do Brasil, 24/6/2006 (com adaptações).

    Acerca de informações contidas no texto, julgue os próximos itens.

    Depreende-se da fala da médica consultada que o desenvolvimento tecnológico na fabricação de telefones celulares, certamente, eliminará os riscos a que estão expostos os usuários desse aparelho.

  • 📖 Texto associado

    Folha - O sr. concorda que muitas das restrições impostas pelo Estado são impostas por pensamentos "puritanos" de parte da sociedade?
    Giannetti - A opinião pública pode, sim, se tornar uma força tirânica e muito cerceadora, tanto quanto a regulamentação estatal. São dois mecanismos diferentes de coerção e de cerceamento.
    Na verdade, o que estamos aprendendo hoje é que o cérebro humano é modular. Esses módulos do cérebro têm motivações diferentes, e há um processo permanente de negociação entre áreas do cérebro que nos motivam a fazer coisas diferentes. O indivíduo está permanentemente e internamente cindido, renegociando consigo mesmo o que ele faz. E essa negociação é escorregadia.
    O que acontece é que, muitas vezes ciente dessa dificuldade de agir tal como ele preferiria, pede que alguma força de fora, o Estado, defina para ele os termos da transação. Ele está tentando fazer um contrato com ele mesmo, por meio do Estado.
    Folha de S. Paulo, 23/10/2005.Trecho da entrevista concedida pelo economista Eduardo Giannetti (com adaptações).

    Atenderia às regras prescritas pela gramática a seguinte formulação da pergunta feita ao entrevistado: O senhor concorda com a idéia de que, entre as restrições estabelecidas pelo Estado, muitas são impostas por pensamentos "puritanos" de parte da sociedade?

  • 📖 Texto associado

    1 Folha - O sr. concorda que muitas das restrições
    impostas pelo Estado são impostas por pensamentos
    "puritanos" de parte da sociedade?
    4 Giannetti - A opinião pública pode, sim, se tornar
    uma força tirânica e muito cerceadora, tanto quanto a
    regulamentação estatal. São dois mecanismos diferentes de
    7 coerção e de cerceamento.
    Na verdade, o que estamos aprendendo hoje é que o
    cérebro humano é modular. Esses módulos do cérebro têm
    10 motivações diferentes, e há um processo permanente de
    negociação entre áreas do cérebro que nos motivam a fazer
    coisas diferentes. O indivíduo está permanentemente e
    13 internamente cindido, renegociando consigo mesmo o que ele
    faz. E essa negociação é

    Atende à norma gramatical a seguinte síntese do último parágrafo: O cidadão prefere mais que o Estado aja por ele do que agir à partir de seu próprio pensamento.

  • 📖 Texto associado

    Texto para os itens de 7 a 11

    Celular recebe ligação e relâmpago

    Não é recomendável usar telefones celulares durante
    tempestades com raios e trovões, sob risco de atrair as descargas
    elétricas. O alerta foi feito por médicos recentemente.
    Os especialistas relataram o caso de uma menina de
    15 anos que usava o telefone em um parque quando foi
    eletrocutada por um raio. A jovem sobreviveu, mas teve danos
    permanentes à saúde.
    O fenômeno é raro, mas é um problema de saúde
    pública. A população precisa ser educada para o risco. Assim,
    poderemos prevenir casos fatais como esse, no futuro, disse
    Swinda Esprit, médica do Northick Park Hospital, no Reino
    Unido.
    Ela explicou, ainda, que, quando uma pessoa é atingida
    pela descarga elétrica de um raio, a alta resistência da pele
    humana conduz a energia pelo corpo, em um fenômeno chamado
    flashover. No entanto, se algum objeto feito de metal, como um
    telefonecelular, estiver em contato com a pele, interrompe-se o
    flashover e aumenta a gravidade dos ferimentos internos.

    Jornal do Brasil, 24/6/2006 (com adaptações).

    Os itens a seguir são reescritas de trechos do texto. Julgue-os quanto à correção gramatical.

    A médica acrescentou, também, que, caso uma pessoa for vítima de um raio, a pele dela, altamente resistente, conduzirá a energia elétrica pelo corpo, tratando-se o fenômeno do que se denomina flashover.

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