Agente de Segurança - Português - Metrô SP 2013 i

Simulado com questões de prova: Agente de Segurança - Português - Metrô SP 2013 i . Resolva online grátis, confira o gabarito e baixe o PDF!


Desempenho Global
140
Resoluções
70%
Média
Médio
Dificuldade
  • 📖 Texto associado
       A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
    A ideia central do texto está exposta em:
  • 📖 Texto associado
       A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
    De acordo com o texto, entende-se como desafio:
  • 📖 Texto associado
       A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
    O salto na produtividade observado na década de 60 se deu em razão
  • 📖 Texto associado
       A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
    A resposta a esse desafio exigirá uma nova revolução verde, similar à da década de 60 ... (1o parágrafo)

    A semelhança, apontada na frase acima, entre a chamada revolução verde e a nova revolução, está
  • 📖 Texto associado
       A população mundial, que superou a marca de 7 bilhões
    de pessoas, ganhará 2 bilhões de habitantes até 2050. A necessidade
    de nutrir 9 bilhões de bocas significa que a produção de
    comida terá de dobrar nos próximos quarenta anos, segundo
    projeções da Organização das Nações Unidas para Agricultura
    e Alimentação (FAO). Como há relativamente poucas fronteiras
    aráveis novas para serem exploradas pela agricultura, os
    fazendeiros mundiais terão de, praticamente, dobrar a produção
    de áreas usadas atualmente. A resposta a esse desafio exigirá
    uma nova revolução verde, similar à da década de 60, quando
    houve um salto na produtividade graças à utilização de
    defensivos, fertilizantes e técnicas modernas de plantio. Para
    muitos especialistas, a segunda revolução já está em curso.

        O consumo de proteína tem crescido rapidamente nos
    grandes países em desenvolvimento, principalmente na Índia e
    na China, mas, segundo o zoólogo escocês Hugh Grant, será
    possível suprir essa demanda. Ele diz que isso dependerá da
    redução do desperdício e também da modernização da agricultura
    nos países mais atrasados. Dependerá também dos avanços
    na biotecnologia, em duas frentes. A primeira é o melhoramento
    genético convencional por meio de cruzamentos das
    espécies existentes e da seleção de sementes mais produtivas.
    A segunda é o desenvolvimento de sementes transgênicas, com
    variedades com mais nutrientes ou mais resistentes às secas,
    de modo a manter afastados das lavouras os predadores e as
    ervas daninhas.

    (Adaptado de: Giuliano Guandalini. Veja, 21 de dezembro de
    2011, p. 170-171)
    Ele diz que isso dependerá da redução do desperdício e também da modernização da agricultura nos países mais atrasados. (2o parágrafo)

    O emprego do pronome grifado acima evita a repetição, no texto, do segmento:

COMENTÁRIOS (2)

  • veronica santos nunes
    veronica santos nunes
    09/10/2014 • 17:02
    mais 5 pontos rumo ao topo
  • Leandro Motta
    Leandro Motta
    26/11/2014 • 16:53
    Você acertou 5 de 5 questões. Gabaritado

Utilizamos cookies e tecnologias semelhantes para aprimorar sua experiência. Política de Privacidade.